Nos primeiros minutos, Caracas ofereceu uma versão impetuosa, de um manuseio cuidadoso, buscando atacar pelas costas de Leonardo Jara. Assim, ele chegou ao fundo com o excesso e o leilão de Añor que Andrada rejeitou na esquina. Boca esperou com ordem e depois saiu de seus homens velozes, com Villa (ele finalizou um chute livre por cima da trave) como uma bandeira.

aos 25 minutos, o colombiano mudou a banda (passou da esquerda para a direita) e enviou um centro para Abila, que antecipou Rosmel Villanueva por profissão e assinou por 1 a 0 para a visita.

Desde a abertura do placar, o controle remoto da partida passou para o Xeneize. Ele diminuiu a velocidade para Caracas, que só se preocupava com bolas cruzadas ou alguma transição rápida, mas não tinha vantagem em aproveitar seus velocistas. Ele conseguiu ir para o intervalo por 2 a 0, mas perdeu um grande gol de Wanchope, após a assistência de Villa.

No início da segunda etapa, o Boca voltou a doer: um muro entre Villa e Obando levou ao ataque de Capaldo, que cobria o goleiro Flores. Mas a equipe de Russo estava confiante demais. Iván Marcone cometeu uma falta desnecessária na porta da área e aos 10 ‘Robert Hernández converteu o 1-1 graças a um tiro livre excelente. A partir daí, o Boca não teve a clareza de encontrar a diferença.

Síntese:

1 CARACAS: C. Flores; E. Fereira, Rivero, Villanueva, Añor; Contreras, L. Flores, Celis, Echeverría; R. Hernández, Blanco. DT: Noel Sanvicente.

1 BOCA: Andrada; Jara, Zambrano, Izquierdoz, Mas; Capaldo, Marcone, Reynoso; Villa, Abila, Obando. DT: Miguel Russo.

Estádio: Olympic (Caracas).

Árbitro: Esteban Ostojich.

Gols: 25m Abila (B); 55m R. Hernández (C).

Alterações: 59m Andreutti para Echeverría (C), 66m J. Alonso para Zambrano e G. Fernández para Villa (B), 72m Buffarini para Jara (B), 79m Osei para Contreras (C), 85m Ramírez para Celis (C).

Fonte: Pagina 12