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IBGE aponta crescimento no mercado digital

By DINO mar8,2023

As perspectivas para quem pretende ingressar no mercado de trabalho, ou dar um upgrade na carreira atual, são positivas. É o que aponta o resultado dos dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados na última semana de fevereiro (28/02) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo a pesquisa, a taxa média de desemprego em 2022 ficou em 9,3%, o menor patamar desde 2015, que registrou 8,5%. E, segundo especialista, é crescente a demanda por profissionais da área de tecnologia. 

A pesquisa mostra que a desocupação do mercado de trabalho recuou 4,5 pontos percentuais e, por outro lado, que a taxa de desemprego no país ainda se encontra 2,4 pontos percentuais acima do menor nível da série, registrado em 2014, com 6,9%. 

Na análise de especialistas do setor, o mercado de trabalho brasileiro superou, ao final de 2022, o patamar pré-pandemia. Dado que abre perspectiva positiva e oportunidades em várias áreas da atividade econômica, com destaque para a formação digital, em função da necessidade no mercado.  



Diante dos dados da pesquisa do IBGE, que aponta queda na taxa de desemprego, o professor Edílson Chagas, mestre em Administração e coordenador de diversos cursos no Centro Universitário Paulistana, reforça a tese de que existe uma demanda crescente por profissionais da área de tecnologia. 

Segundo o mestre, a pesquisa “Transformação digital, produtividade e crescimento econômico”, do Movimento Brasil Competitivo e da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que os gastos e investimentos com TI como por cento (%) da receita, chegam a 50 %suoeriores aos países da Ásia e América Latina. E destaca também que, um estudo feito pelo Observatório Nacional da Indústria aponta que a demanda por profissionais nas áreas digitais será de 779.000 nos próximos três anos. Para o Edilson Chagas da UniPaulistana: “Uma grande perspectiva de trabalho, se considerarmos que são formados em torno de 60 mil profissionais por ano no país e que as oportunidades para estes profissionais não param de crescer”. 

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