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Estudo aponta dados setoriais de confiança na indústria

Dados apontados no Portal da Indústria sobre os resultados do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) Resultados Setoriais de fevereiro de 2024 revelam uma dinâmica, conforme citado no estudo, heterogênea entre os diversos setores industriais e regiões do país. O relatório mostra que enquanto 14 setores experimentaram aumento na confiança, outros 14 observaram uma queda. O estudo ainda afirma que as indústrias das regiões Centro-Oeste e Sul testemunharam um aumento na confiança, enquanto as empresas na região Nordeste enfrentaram uma diminuição. No relatório, observa-se que o setor de Farmoquímicos e Farmacêuticos lideram entre os mais confiantes com 64,7 pontos no índice e que o setor de produtos minerais não-metálicos lideram entre os menos confiantes com 46,1 pontos.

Ainda sobre o relatório, em fevereiro de 2024, a confiança na indústria experimentou um crescimento em 14 setores, ao passo que 14 outros setores enfrentaram uma queda. Conforme observado no relatório, três setores que anteriormente não demonstravam confiança migraram para a zona de confiança: produtos de borracha, equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, e couro e artefatos de couro. Ainda é possível verificar nas páginas do documento que apenas um setor, o de móveis, fez o caminho oposto, passando de confiante para falta de confiança.

Seguindo na observação dos dados, nota-se que dos 29 setores industriais analisados, 25 demonstraram confiança em fevereiro, um aumento em relação ao mês anterior. O relatório informa sobre os setores industriais analisados afirmando que setores como farmoquímicos e farmacêuticos e manutenção e reparação lideraram a lista dos mais confiantes, enquanto produtos de minerais não-metálicos e móveis figuraram entre os menos confiantes.



José Antônio Valente, diretor da empresa de franquia de aluguel de equipamentos Franquias Trans Obra, afirmou que diante dos dados revelados pelo Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de fevereiro de 2024, destacam-se as nuances e complexidades que permeiam a dinâmica econômica dos diversos setores industriais e regiões do Brasil. José Antônio continuou dizendo que é interessante observar as mudanças de cenário em setores específicos, como os três que migraram para a zona de confiança, sinalizando possíveis ajustes estratégicos ou mudanças nas condições do mercado.

No entanto, a reversão de confiança no setor de móveis indica a presença de desafios e incertezas que merecem uma investigação mais aprofundada. “É essencial que os líderes empresariais e os formuladores de políticas possam aproveitar esses insights para desenvolver estratégias que fortaleçam o setor industrial brasileiro como um todo. Isso inclui investimentos em inovação, capacitação da força de trabalho e promoção de um ambiente de negócios favorável, a fim de garantir um crescimento econômico sustentável e inclusivo em todas as regiões e setores industriais do país”.

O documento ainda trata sobre a confiança da indústria, que registrou uma leve queda nas pequenas e grandes empresas, enquanto permaneceu praticamente estável nas médias empresas. O relatório, que pode ser consultado na íntegra através do link informado no início da matéria, afirma que todas as categorias de empresas continuam a demonstrar confiança, com índices acima da linha divisória de 50 pontos. Segundo o estudo, embora a confiança tenha caído no Nordeste, todas as regiões do Brasil ainda apresentam índices de confiança industrial superiores a 50 pontos, indicando um nível geral de confiança positivo, segundo a publicação.

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