Ataque ocorreu no bairro de Coney Island durante o final do feriado do Dia da Independência dos Estados Unidos; uma…
Autor: Clayton Lima
Meio-campista brasileiro parou no goleiro Nyland na etapa inicial; jogo em Nova Jersey teve parada técnica devido ao forte calor…
A Operação Lei Seca ampliou as ações de educação para o trânsito e de fiscalização, neste domingo (5), que vão ocorrer durante o jogo da seleção brasileira contra a Noruega na Copa do Mundo.

Os agentes estarão na capital e na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O reforço é em consequência da “expectativa de aumento na circulação de pessoas para acompanhar a partida”.
A FIFA Fan Fest, em Copacabana; a Festa do Alzirão, na Tijuca; e o Festival Cerveja Rio, no Aterro do Flamengo, receberão três equipes de educação para o trânsito. Enquanto as ações estiverem sendo feitas, os agentes distribuirão materiais informativos e serão promovidas ações de conscientização sobre os riscos da combinação de álcool com direção.
Cerca de 10 equipes de fiscalização estão mobilizadas em diferentes pontos da capital, da Região Metropolitana e do interior do Estado. O esquema faz parte do planejamento da Operação Lei Seca em datas de grande movimentação de pessoas. A intenção é prevenir a combinação de álcool e direção, para que a mobilização de torcedores possa ocorrer com um trânsito mais seguro.
“A Operação Lei Seca orienta os motoristas a planejarem o deslocamento com antecedência e, caso consumam bebida alcoólica, optem por transporte por aplicativo, táxi, transporte público ou por um motorista que não tenha ingerido álcool”, informou em nota.
A segurança dos torcedores do Rio de Janeiro durante o jogo da seleção brasileira contra a Noruega na Copa do Mundo, neste domingo (5), no estádio de Nova Jersey, conta com forte esquema policial e tecnológico.

De acordo com o governo do estado, os principais pontos de maior número de policiais são a Grande Tijuca, na zona norte; no Centro da cidade; e na Praia de Copacabana, na zona sul.
Notícias relacionadas:
- Brasil mira fim de tabus contra Noruega e europeus em Copas do Mundo.
- Ancelotti dá pista de Martinelli para vaga de Paquetá contra Noruega.
Na Grande Tijuca estarão mais de 240 policiais militares do 6º Batalhão da Polícia Militar, de unidades do Comando de Operações Especiais e do Comando de Policiamento Especializado. Esses agentes vão reforçar o policiamento nos eventos organizados nas ruas Jorge Rudge, Pereira Nunes e Zulmira, além do tradicional Alzirão, na rua Alzira Brandão, nos bairros de Vila Isabel e Tijuca. Esses locais costumam concentrar grande número de torcedores até mesmo após o fim das partidas, incluindo apresentações de grupos de pagode.
Já em Copacabana, a segurança das pessoas que vão assistir ao jogo transmitido na Fan Fest, na orla da praia, na altura da Avenida Princesa Isabel, será garantida por mais de 200 policiais militares. Lá, o policiamento reforçado conta ainda com mais de 20 viaturas incluindo patrulhamento com motocicletas.
Fora da capital, o planejamento da Secretaria de Estado de Polícia Militar inclui as unidades operacionais e especializadas em municípios da Baixada Fluminense, Região Metropolitana e Costa Verde.
O líder indígena Raoni Metuktire, de 93 anos, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Paulo (HSP/Unifesp). Segundo o boletim médico do hospital, o estado de saúde dele é estável.

O cacique está sem febre, respira sem ajuda de ventilação mecânica e está aceitando melhor a alimentação via oral. mas usa um dreno no tórax
Notícias relacionadas:
- Ônibus com romeiros tomba no Ceará e provoca morte de duas pessoas.
- Operação no Rio desarticula esquema de desvio de combustível .
- Escritório Antifacção no RJ vai integrar forças estaduais e federais.
Raoni deu entrada no Hospital São Paulo no último dia 19 com quadro de obstrução intestinal alta e pneumonia aspirativa. Foi submetido à cirurgia de desobstrução no dia 20, para manutenção do trânsito intestinal.
Segundo o boletim médico, divulgado na tarde deste sábado (4), na última terça-feira (30) apresentou hemorragia digestiva, já controlada.
Raoni chegou a São Paulo após ser transferido do Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, em Sinop, norte de Mato Grosso, onde estava sendo tratado desde o dia 14 de junho.
O tratamento está sendo acompanhado e conduzido pelo médico Franz Robert Apodaca Torrez, que já vinha monitorando a evolução do caso em articulação equipe médica.
A China vem ampliando a infraestrutura financeira na África para não depender do dólar, o que permite comercializar bens e serviços por meio das moedas africanas e da chinesa, o yuan. 

Apesar das mudanças, o uso yuan (ou renminbi) ainda é minoritário no continente e a chamada desdolarização segue fora do horizonte, mesmo para as autoridades de Pequim.
No fim de junho, o Banco Central da China autorizou o pagamento com yuan diretamente no banco Standard Bank, maior grupo bancário do continente com sede na África do Sul, em uma parceria com o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC).
“[A parceria] nos coloca em uma posição única para lidar com renminbi chinês (RMB), permitindo que as empresas façam e recebam pagamentos em RMB para liquidações comerciais, viabilizando o comércio entre a África e a China”, diz comunicado do Standard Bank, presente em 21 países africanos.
Atualmente, a China é a principal parceira comercial da África. Entre 2000 e 2024, o crescimento médio do comércio entre o continente e a China foi de 14%, ao ano, segundo a Administração Geral de Alfândegas (GAC) da China.
Em 1º de maio, a China decidiu isentar taxas de importações de produtos africanos, o que deve reforçar o comércio entre o gigante asiático e a África.
Yuan ainda é minoritário
O analista geopolítico Marco Fernandes, do Conselho Popular do Brics, disse que o avanço do yuan na África ainda é tímido, mas destacou que a China vem construindo uma infraestrutura capaz de comercializar no continente sem precisar usar o dólar.
“Isso é um começo. A China tem feito uma série de iniciativas, como essas, no mundo inteiro para poder comercializar sem o dólar. Mas o montante negociado em yuan é ainda irrelevante considerando o tamanho da economia global. É como se eles estivessem construindo os trilhos para o trem bala chinês passar no futuro”, comentou.
O analista do portal Brasil de Fato acrescentou que as commodities de energia e alimentos, em sua maioria, ainda são negociadas em dólares no mundo todo.
“O yuan é hoje a quinta moeda de comércio mundial com cerca de 8,5% das transações globais, ou seja, muito pouco ainda. Mas está crescendo se você comparar com três, cinco ou dez anos atrás”, disse Marco Fernandes.
A hegemonia do dólar
Uma das agendas do Brics, grupos de países do Sul Global que inclui Brasil, China, Índia, África do Sul, entre outros, tem sido a “desdolarização” da economia mundial uma vez que o uso do dólar como moeda do mercado internacional concede vantagens econômicas e políticas aos Estados Unidos (EUA).
A agenda de “desdolarização” da economia mundial é, por sua vez, atacada pelo presidente Donald Trump, que promete lutar para manter a hegemonia da moeda dos EUA no mundo.
China hesita em impulsionar yuan
O também editor da revista Wenhua Zongheng International, Marco Fernandes, destaca, por outro lado, que a China não tem interesse em uma desdolarização imediata, entre outros motivos, por ter muitas reservas ainda em dólar. Além disso, Pequim tenta manter o valor da sua moeda para preservar a competitividade das exportações chinesas.
Outro problema é que a China evita abrir sua conta de capitais, medida apontada como necessária para internacionalização do yuan, a fim de não expor o sistema financeiro chinês às turbulências da especulação global. A conta de capitais representa a movimentação de recursos que entram e saem do país.
“Uma rápida desvalorização do dólar significaria um prejuízo muito grande, tanto para o Estado chinês, quanto para as empresas chinesas. É preciso que esse processo de desdolarização seja lento, gradual e seguro”, afirmou Marco Fernandes.
Alternativa ao dólar
O economista brasileiro Paulo Nogueira Batista Jr., ex-vice-presidente do banco do Brics, publicou, em junho deste ano, artigo com proposta para uma nova moeda de reserva para o comércio internacional.
Nogueira reconhece que a rede de pagamentos do Banco Popular da China (PBOC), que envolve mais de 40 bancos centrais, amplia o papel da moeda chinesa nas operações de liquidação do comércio internacional.
Porém, o especialista destaca que a substituição do dólar pelo yuan ainda não interessa à economia chinesa e propõe, no lugar, a criação de uma moeda própria para o comércio global formada por uma “cesta” de moedas dos países do Sul Global.
“A criação de uma nova unidade de conta por um grupo de países do Brics (não necessariamente todos) e outras nações do Sul Global. Em determinado momento, a unidade de conta seria convertida em uma nova moeda, preservando os mesmos pesos”, escreveu Paulo Nogueira no Valdai Discussion Club, centro de estudos sediado em Moscou.
Para o analista geopolítico Marco Fernandes, a desdolarização da economia é importante para trazer mais justiça para economia mundial, além de servir para reduzir o poder político e econômico dos EUA que, por meio de sanções e embargos financeiros, conseguem submeter outras nações aos interesses de Washington.
“Por causa da hegemonia do dólar, toda vez que o Banco Central dos EUA sobe os juros, há uma desvalorização das moedas dos países pobres. Isso significa que as importações ficam mais caras. Trigo, arroz, milho e outros alimentos ficam mais caros. Uma pequena variação pode significar a fome, ou mesmo a morte, de milhares de pessoas”, concluiu.
São Paulo – Além da classificação às quartas de final da Copa do Mundo, o Brasil mira o fim de dois tabus no jogo deste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), contra a Noruega, em Nova Jersey (Estados Unidos). A seleção canarinho busca a primeira vitória na história sobre a equipe escandina e voltar a superar um adversário europeu em um confronto eliminatório de Mundial.

A Noruega é a única seleção, das que o Brasil já enfrentou, que nunca foi derrotada pela Amarelinha. São quatro partidas, com dois empates e duas vitórias do time nórdico.
O primeiro embate foi realizado em 28 de julho de 1988, no Ullevaal Stadion, em Oslo, capital norueguesa, e terminou em 1 a 1. Os donos da casa saíram na frente com Jan Age Fjortoft e o também atacante Edmar, medalhista de prata na Olimpíada de Seul (Coreia do Sul) no mesmo ano, deixou tudo igual.
Comandada por Carlos Alberto Silva, aquela seleção brasileira contava com três nomes que seriam tetracampeões do mundo em 1994: Taffarel, Jorginho e Romário. O time da Noruega, por sua vez, reunia jogadores cujos filhos são da atual geração. Casos do goleiro Erik Thorstvedt, pai do meia Kristian Thorstvedt e de Goran Sorloth, cujo filho é o também atacante Alexander Sorloth.
Os países voltaram a se encontrar em 30 de maio de 1997, outra vez no Ullevaal. O Brasil detinha uma invencibilidade de 42 meses, anterior à conquista do tetra, em 1994. Mesmo com a dupla Ronaldo e Romário à frente, a seleção dirigida por Zagallo levou 4 a 2 da Noruega, que balançou as redes com o meia Petter Rudi e os atacantes Egil Ostenstad e Tore André Flo. Este último marcou duas vezes e infernizou a defesa brasileira com seu 1,93 metro (m).
Aquela equipe também possui relação com a atual. O lateral Alf-Inge Haaland é pai do atacante Erling Haaland, principal jogador da seleção norueguesa. Os negócios da família têm Ostenstad – que fez o quarto gol do triunfo nórdico – como um dos responsáveis. Já o meia Stale Solbakken é justamente o treinador da Noruega.
O terceiro duelo ocorreu no ano seguinte, na Copa da França, em Marselha. Pela última rodada da fase de grupos, em 23 de junho de 1998, o Brasil de Zagallo saiu na frente com o atacante Bebeto, mas levou a virada. Flo, “carrasco brasileiro”, deixou tudo igual e o meia Kjetil Rekdal, cobrando pênalti cometido pelo zagueiro Júnior Baiano, decretaram o 2 a 1.
Oito anos se passaram até que brasileiros e noruegueses realizaram o duelo mais recente do confronto. Em 16 de agosto de 2006, as seleções se enfrentaram mais uma vez em Oslo. Os donos da casa abriram o placar com Morten Pedersen e o também meia Daniel Carvalho garantiu o 1 a 1, evitando o revés na estreia de Dunga no comando do time canarinho.
“Acho que isso [tabu contra a Noruega] pode servir para como motivação para que a gente possa tirar essa escrita. A gente espera que nesse jogo, que é tão especial para nós, possamos dar o melhor e sairmos felizes e contentes com a vitória”, projetou o lateral brasileiro Douglas Santos, em entrevista coletiva na última sexta-feira (3).
Cinco Mundiais de jejum
Ganhar da Noruega neste domingo significaria, também, voltar a derrotar uma seleção da Europa em um jogo eliminatório de Copa desde a conquista do penta em 2002, em cima da Alemanha, em Yokohama (Japão), com dois gols do atacante Ronaldo. Jejum que provocou quedas dolorosas e traumáticas nos últimos Mundiais.
A sequência negativa iniciou em 2006, na Copa da Alemanha. Nas quartas de final, o Brasil reencontrou a França sedento para vingar o vice-campeonato de 1998. O problema é que o “carrasco” daquela final, o meia Zinedine Zidane, foi ainda mais brilhante. Com gol do atacante Thierry Henry, os europeus venceram por 1 a 0 em Frankfurt e eliminaram os então atuais campeões, dirigidos por Carlos Alberto Parreira.
Quatro anos depois, na África do Sul, a seleção brasileira teve pela frente a Holanda. No melhor primeiro tempo do time comandado por Dunga naquele Mundial, Robinho colocou o Brasil em vantagem. Na pior segunda etapa possível, o volante Felipe Melo foi expulso e o meia Wesley Sneijder virou o placar. No fim, triunfo holandês por 2 a 1 em Port Elizabeth.
A queda na Copa de 2014 é a mais dolorosa. Por um lado, a melhor campanha do Brasil desde o penta, já que a equipe foi as semifinais. Por outro, teve o inesquecível 7 a 1 aplicado pela Alemanha no Mineirão, em Belo Horizonte. Os volantes Toni Kroos (dois) e Sami Khedira e os atacantes Thomas Müller, Miroslav Klose e André Schürrle (dois) anotaram os gols do massacre. O meia Oscar fez o do time anfitrião.
Em 2018, na primeira Copa da “era Tite”, nova eliminação nas quartas de final, desta vez para a Bélgica, com derrota por 2 a 1 em Kazan (Rússia). O gol contra do volante Fernandinho e o chute de fora da área do atacante Romelu Lukaku complicaram a missão brasileira já no primeiro tempo. O meia Renato Augusto descontou na etapa final, mas foi insuficiente.
Já na Copa anterior, outra eliminação dolorida nas quartas. Em Doha, capital do Catar, Brasil e Croácia ficaram no 0 a 0 no tempo normal. Na prorrogação, Neymar colocou a seleção de Tite em vantagem. A quatro minutos do fim, o também atacante Bruno Petkovic igualou e levou para os pênaltis. Na marca da cal, os europeus levaram a melhor por 4 a 2, com o zagueiro Marquinhos perdendo a cobrança decisiva.
“Temos até certas conversas sobre o momento exato da eliminação [em edições anteriores] porque muitos dos nossos jogadores passaram por isso, mas é muito mais sobre não querer reviver aquele dia do que propriamente sobre o adversário ou a escola de onde ele vem, no caso a europeia. Para ganhar a Copa do Mundo, temos de passar por essas dificuldades. Que agora seja diferente e possamos contar uma outra história”, sentenciou o atacante Matheus Cunha, também em entrevista coletiva na última sexta.
Mais uma rodada das oitavas de final da Copa do Mundo 2026 acontece neste domingo (5), com a disputa entre as seleções do Brasil e a da Noruega. O jogo acontece às 17h (horário de Brasília), em Nova York, no estádio de New Jersey. 

Também jogam hoje os times do México e da Inglaterra, na Cidade do México, às 21h.
Notícias relacionadas:
- Debaixo de muito calor, Brasil segue preparação para encarar Noruega.
- Brasil inicia preparação para oitavas da Copa contra Noruega.
Os vencedores avançam para as quartas de final e os derrotados deixam a competição. Em caso de empate no tempo regulamentar, haverá prorrogação de 30 minutos e, se necessário, disputa por pênaltis.
Os jogos das oitavas de final seguem até a próxima terça-feira (7). Na quinta-feira (9) começam as disputas pelas quartas de final.
⚽ Fique por dentro das partidas e resultados. Veja a tabela de pontos por grupos
Jogos deste domingo, 5 de julho
- 17h – Brasil x Noruega (Nova York/Nova Jersey)
- 21h – México x Inglaterra (Cidade do México)
Para São Paulo, Rio e Minas, o alerta é para queda de temperatura O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu…

