Ventava forte no momento da aterrissagem; procedimento é considerado seguro na aviação
O avião presidencial que transportava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisou arremeter ao tentar pousar no Aeroporto Bertram Luiz Leupolz, em Sorocaba (SP), na tarde desta terça-feira (18). A decisão foi tomada pelos pilotos devido às fortes rajadas de vento no momento da aterrissagem.
Avião deu voltas antes de pousar com segurança
Após a manobra aérea, a aeronave voou em círculo antes de conseguir pousar normalmente às 15h33. Segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o episódio ocorreu devido a mudanças nas condições meteorológicas da região.
De acordo com especialistas, a arremetida é um procedimento comum e seguro, utilizado sempre que há condições adversas, como vento forte, baixa visibilidade ou necessidade de readequação da aproximação.
Lula foi a Sorocaba para visitar fábrica da Toyota
O presidente viajou a Sorocaba para acompanhar os trabalhos e a expansão da fábrica da Toyota no Brasil. O investimento da montadora no país será de R$ 11,5 bilhões até 2030, incluindo a construção de uma nova unidade para a produção de modelos híbridos-flex.
Essa é a segunda visita de Lula ao município em menos de uma semana. Na última sexta-feira (14), o presidente participou da entrega de novas unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Avião presidencial já enfrentou problemas no México
O mesmo avião utilizado nesta terça-feira já teve um incidente em outubro de 2023, quando precisou dar voltas sobre a Cidade do México antes de pousar devido a um problema técnico logo após a decolagem.
Na ocasião, a Força Aérea Brasileira (FAB) afirmou que o problema foi resolvido com sucesso. Os pilotos precisaram gastar combustível antes de retornar ao Aeroporto Internacional General Felipe Ángeles, onde trocaram de aeronave para seguir viagem de volta ao Brasil.
Segurança e protocolos na aviação
A arremetida é um procedimento rotineiro e preventivo, adotado sempre que há risco operacional. A medida é aplicada para garantir segurança total aos passageiros e à tripulação.
As companhias aéreas e a FAB seguem protocolos rígidos para evitar qualquer situação de risco, e o caso desta terça-feira reforça a eficiência dos pilotos e da equipe técnica na condução segura da viagem presidencial.
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