
A gravação da cena de morte de Odete Roitman no remake de Vale Tudo envolveu uma operação grandiosa nos bastidores, marcada por sigilo absoluto, múltiplos finais e homenagens à versão original. Aqui estão os principais detalhes levantados em fontes especializadas:
🏙 Local e logística externa
Cenas externas da morte de Odete foram gravadas em frente ao Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na noite de 24 de setembro de 2025. É nesse momento que o corpo da vilã é retirado do local, carregado em uma maca por bombeiros envelopado num saco preto, gerando forte impacto visual.
O cenário de quarto de hotel de luxo foi parcialmente recriado em estúdio para permitir controle técnico, ao passo que as cenas externas precisavam lidar com iluminação urbana, fluxo de pessoas e ruídos naturais.
🎭 Estratégia de múltiplos finais
Para garantir o mistério até o último instante, a produção gravou dez finais diferentes envolvendo cinco suspeitos distintos: Marco Aurélio, Celina, César, Maria de Fátima e Heleninha. Cada ator gravou ao menos duas versões possíveis — uma em que são culpados e outra como inocentes — de modo que nenhum vazamento pudesse comprometer a surpresa.
A autora Manuela Dias e o diretor artístico Paulo Silvestrini foram os únicos com acesso à versão final selecionada — nem os atores sabiam qual desfecho seria exibido.
👗 Figurino como homenagem
Uma curiosidade significativa revela que o figurino usado por Odete para a cena fatal foi especialmente desenhado como uma homenagem à versão original de 1988, interpretada por Beatriz Segall. A figurinista buscou remeter ao clássico visual da vilã sem repetir literalmente, equilibrando nostalgia e inovação na nova produção.
🛡 Segurança, anonimato e sigilo
Para preservar o sigilo, a gravação aconteceu com equipes mínimas no set externo, controle de acessos rigoroso, e uso de câmeras isoladas para evitar visibilidade externa. A produção também optou por gravar cenas de crime e pós-crime em diferentes blocos (internas e externas) para dificultar a montagem antecipada por quem vislumbrasse imagens vazadas.
A retirada do corpo foi um dos momentos mais emblemáticos: o local foi esvaziado de transeuntes e a ação dos bombeiros foi registrada com dramaticidade — a atenção ao realismo visual foi essencial.

