Esportes

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O Osasco São Cristóvão Saúde é campeão da Copa do Brasil de vôlei feminino.

Neste sábado (28.02), no ginásio do Coringão, em Londrina (PR), a equipe comandada por Luizomar de Moura derrotou o Gerdau Minas por 3 sets a 1 (25/23, 26/28, 25/20 e 25/17) e faturou o título da Copa Brasil Feminina de Vôlei 2026.

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A oposta argentina Bianca Cugno foi a maior pontuadora da decisão com 23 acertos.

O título deixou também o Osasco como o maior vencedor da Copa Brasil Os paulistas somam 5 taças e o Sesc Flamengo aparece com quatro títulos. 


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O último finalista da edição 2026 do Campeonato Carioca será conhecido neste domingo (1º). A partir das 18h (horário de Brasília), Fluminense e Vasco disputam, no Maracanã, o jogo de volta do confronto pelas semifinais do Estadual. O duelo no Rio de Janeiro será transmitido ao vivo pela Rádio Nacional.

A vantagem está do lado tricolor, por conta da vitória por 1 a 0 no Estádio Nilton Santos, também na capital carioca, há uma semana. Com o gol do atacante Kevin Serna, aos 31 minutos do primeiro tempo, o time das Laranjeiras pode se classificar se ganhar novamente ou até mesmo em caso de empate. Um novo triunfo, aliás, seria o 17º seguido do Flu como mandante, um recorde histórico do clube, superando uma sequência alcançada na década de 1940.

O Cruzmaltino, por sua vez, tem de vencer por dois ou mais gols de saldo no tempo normal para avançar à decisão. Se ganhar por um gol de diferença e igualar o placar agregado, a decisão da vaga à final será nos pênaltis.

É a décima vez no século que o Clássico dos Gigantes decide uma vaga em final, seja nacional ou estadual. O retrospecto é favorável ao Vasco, que levou a melhor em seis ocasiões, sendo a última delas em dezembro, na Copa do Brasil, quando avançou nos pênaltis. O Fluminense não elimina o rival em uma semifinal desde o Carioca de 2017.

O momento é favorável ao Tricolor, que tem a campanha mais positiva do Estadual e iniciou melhor o Campeonato Brasileiro, disputado simultaneamente ao Carioca. Apesar da derrota por 2 a 1 para o Palmeiras na última quinta-feira (26), no Allianz Parque, em São Paulo, o time dirigido por Luís Zubeldia está em quinto no certame nacional.

O Gigante da Colina – comandado interinamente por Bruno Lazaroni desde a demissão de Fernando Diniz – está na lanterna do Brasileirão. A equipe cruzmaltina vêm de derrota na Vila Belmiro, em Santos (SP), para o time da casa, por 2 a 1.

Em relação ao jogo de ida, Zubeldia não terá o volante Facundo Bernal, expulso. Na comparação com a partida diante do Palmeiras, o atacante Agustín Canobbio, que cumpriu suspensão no Brasileirão, pode novamente ser relacionado. A expectativa é que o Fluminense atue com: Fábio; Samuel Xavier, Juan Freytes, Jemmes e Renê; Hércules (Otávio), Martinelli e Lucho Acosta; Kevin Serna, Agustín Canobbio e John Kennedy.

No Vasco, o volante Thiago Mendes, que não participou do jogo anterior da semifinal por dores no joelho, atuou contra o Santos e deve ser titular. O lateral Cuiabano, poupado no clássico, estreou pelo Cruzmaltino no Brasileirão e será opção novamente a Lucas Piton. Uma provável escalação terá: Léo Jardim; Paulo Henrique, Alan Saldivia, Robert Renan e Lucas Piton; Cauan Barros, Thiago Mendes e Johan Rojas; Nuno Moreira, Andrés Gómez e Claudio Spinelli.

O Bahia está classificado para a final do campeonato estadual. A vaga veio neste sábado (28) na Arena Fonte Nova. A vitória por 4 a 2 sobre a Juazeirense deixou os comandados do técnico Rogério Ceni na quarta decisão consecutiva do Baiano. 

Nem mesmo o placar parcial de 3 a 0 para os donos da casa acalmou a torcida, que protestou muito ainda pela eliminação tricolor na Pré-Libertadores no meio de semana.

Willian José, Pulga e Kike Olivera marcaram para o Bahia, Bino e Vitinho descontaram. Mas Sanabria fechou o placar nos minutos finais.

Agora, o Bahia espera o vencedor de Vitória x Jacuipense, que se enfrentam neste domingo. A final não tem data definida.


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Neste sábado (28), Bahia e Juazeirense entram em campo em busca da classificação para a final do Campeonato Baiano e a TV Brasil transmite todas as emoções do confronto decisivo. A exibição do jogo é feita com sinal gerado pela emissora parceira, TVE Bahia, que integra a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). 

As equipes entram em campo às 17h na Arena Fonte Nova, em Salvador, mas a emissora inicia a transmissão a partir das 16h30 com um pré-jogo especial. O duelo coloca frente a frente o líder isolado da fase classificatória e a Juazeirense, que garantiu a classificação na última vaga. Como se classificou em primeiro, o Bahia joga em casa, mas o regulamento do torneio não prevê benefício técnico além do mando. Se o tempo regulamentar terminar empatado, a disputa vai para os pênaltis. 

Sobre o Campeonato Baiano 

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A edição 2026 do Campeonato Baiano sofreu mudanças em relação a anos anteriores. Iniciado em 10 de janeiro e com previsão de término em 8 de março, a competição será realizada em paralelo ao Campeonato Brasileiro e contará com redução de datas, passando de 13 para 11 jogos. A primeira fase terá nove rodadas, com as quatro melhores equipes classificadas para as semifinais, que, assim como a final, serão disputadas em jogo único. 

Participam do Campeonato Baiano 2026 dez clubes: Bahia, Vitória, Atlético de Alagoinhas, Jacuipense, Porto, Juazeirense, Jequié, Barcelona de Ilhéus, Bahia de Feira e Galícia. 

Jornada esportiva da TV Brasil em 2026 

Além do Campeonato Baiano, a TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), começa o ano de 2026 com os jogos de outros três campeonatos estaduais de futebol. Estão confirmados na programação os confrontos pela disputa dos Campeonatos Baiano, Capixaba, Cearense e Paraense. 

Paralelamente, cumprindo com a missão de dar visibilidade ao esporte feminino, a emissora também exibe os jogos da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino pelo terceiro ano consecutivo. 

As transmissões dos Campeonatos Estaduais são exibidas para todo o país e geradas a partir das emissoras parceiras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). Nestes confrontos, a cobertura, a narração e os comentários serão realizados pelas equipes dos canais dos quatro estados: TVE Bahia, TVE Espírito Santo, TV Ceará e TV Cultura do Pará. 


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O fim de semana será de jogos decisivos com transmissão ao vivo da TV Brasil, em parceria com a TVE Bahia e a TV Ceará, emissoras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). No sábado (28), o Bahia enfrenta a Juazeirense pelas semifinais do Campeonato Baiano. No domingo (1º), será a vez do Clássico-Rei, entre Fortaleza e Ceará, fazerem o primeiro jogo da final do Campeonato Cearense.

O Bahia chega para o confronto deste sábado, às 17h (horário de Brasília), na Casa de Apostas Fonte Nova, em Salvador, com a melhor campanha. São sete triunfos, dois empates e 23 pontos, dez a mais que a própria Juazeirense, que se classificou às semifinais do Baiano apenas na última rodada e possui o segundo pior ataque do Estadual, com sete gols marcados.

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Apesar de invicto na competição, o Esquadrão de Aço ainda junta os cacos da eliminação para o O’Higgins (Chile) em casa, pela segunda fase preliminar da Libertadores, na última quarta-feira (25). Se optou por escalações mistas ou totalmente reservas até o momento no Estadual, o técnico Rogério Ceni deve mudar de estratégia e ir a campo com força máxima – o que ocorreu somente no clássico diante do Vitória.

No duelo entre as equipes pela sétima rodada da primeira fase, empate por 1 a 1 no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro (BA). Em caso de nova igualdade, o classificado para encarar Vitória ou Jacuipense na final será conhecido nos pênaltis.

No domingo, a partir de 18h, a bola rola para Fortaleza e Ceará na Arena Castelão, que também será palco da volta, daqui a uma semana, no mesmo horário. Ambos chegam à final mais “ricos”, após se garantirem na terceira fase da Copa do Brasil ao superarem Maguary-PE e Primavera-SP, respectivamente, atuando na capital do estado. Os dois embolsaram R$ 2,8 milhões ao todo, sendo R$ 1,3 milhão de participação e R$ 1,5 milhão pela vitória.

Atual bicampeão, o Vozão reassumiu o posto isolado de maior ganhador do Estadual em 2025, chegando à 47ª conquista e desempatando a disputa com o Leão do Pici, a quem superou na final. Além disso, o Alvinegro não perde o Clássico-Rei há 11 jogos e chega à decisão com a melhor campanha do Cearense. São oito vitórias, dois empates e 26 pontos acumulados, dois a mais que o Tricolor.

No Ceará, o técnico Mozart não terá à disposição o principal nome do time até este momento na temporada. O meia Vina sofreu uma lesão no joelho direito durante um treinamento e trabalha para retornar a tempo da partida de volta da final.

Do lado do Fortaleza, o destaque do ano vinha sendo Adam Bareiro, mas o artilheiro do Leão do Pici em 2026, com quatro gols, foi negociado com o Boca Juniors (Argentina). O atacante GB, que veio do Vasco, é quem vem sendo a referência no ataque da equipe comandada por Thiago Carpini.


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A temporada 2026 começou para a seleção feminina de futebol. Nesta sexta-feira (27), as brasileiras derrotaram a Costa Rica por 5 a 2 no Estádio Alejandro Morera Soto, em Alajuela, casa das adversárias, no primeiro compromisso do ano. A equipe canarinho abriu 3 a 0, quase sofreu o empate, mas garantiu o resultado positivo.

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O Brasil volta a campo na próxima quarta-feira (4), às 18h (horário de Brasília), no Centro de Treinamento da Federação Mexicana de Futebol, na cidade de Toluca, para enfrentar a Venezuela. Três dias depois, a equipe canarinho terá como rival o próprio México, às 20h, no Estádio Ciudad de los Deportes, na capital do país adversário.

O técnico Arthur Elias mandou a campo uma formação bastante ofensiva, com apenas uma meio-campista – a volante Duda Sampaio – e cinco jogadoras de ataque: Kerolin, Bia Zaneratto, Taina Maranhão, Jaqueline e Jheniffer. A veterana Tamires, que não era chamada desde a conquista da prata olímpica, em 2024, foi titular na lateral esquerda, com Fe Palermo na direita, Mariza e Thaís Ferreira na zaga e a estreante Thaís Lima, de 17 anos, no gol. A jovem nasceu em Portugal, mas é filha de pai brasileiro e mãe angolana e escolheu defender a seleção canarinho.

Das atletas que saíram jogando nesta sexta, sete atuam no Campeonato Brasileiro Feminino, transmitido ao vivo pela TV Brasil. O Corinthians, atual hexacampeão, foi o clube mais representado, com quatro jogadoras (Duda Sampaio, Jaqueline, Tamires e Thaís Ferreira). As outras três (Bia Zaneratto, Taina Maranhão e Fe Palermo) jogam no Palmeiras.

A grande diferença técnica entre as duas seleções se escancarou desde os primeiros minutos, com amplo domínio brasileiro. Aos dez minutos, Duda Sampaio deu belo passe para Kerolin, nas costas da marcação da Costa Rica. A atacante do Manchester City (Inglaterra) bateu por cobertura, na saída da goleira Daniela Solera, para abrir o marcador. Três minutos depois, Taina Maranhão recebeu pela esquerda, entrou na área e rolou para Jheniffer concluir de primeira e aumentar a vantagem.

O Brasil chegou ao terceiro gol aos 27 minutos, com Taina Maranhão. A jogadora do Palmeiras foi mais uma vez lançada pela esquerda, encarou a marcação e, desta vez, chutou rasteiro, no canto direito de Solera, marcando o primeiro dela pela seleção principal. A atacante até balançou as redes novamente aos 34, na sobra de uma finalização de Bia Zaneratto, mas o lance foi anulado por impedimento.

Displicência, susto e alívio

A facilidade com a qual as brasileiras controlavam a partida deu lugar à displicência na conclusão das jogadas e bobeiras no sistema defensivo. A Costa Rica, aproveitando a desatenção do Brasil, descontou aos seis minutos do segundo tempo, com Priscila Chinchilla. A atacante, que atua no Atlético de Madrid (Espanha), foi lançada e se antecipou a Thaís Lima com um toque por cima da goleira, antes de concluir para as redes vazias.

O gol animou as donas da casa, que contaram com outro erro defensivo para diminuir mais a desvantagem. Aos 21 minutos, Chinchilla pressionou a saída de bola do Brasil na pequena área, desarmou Thaís Lima após a goleira receber de Mariza e fez o segundo das anfitriãs, para desespero de Arthur Elias e celebração de Lindsay Camila, técnica brasileira que comanda a Costa Rica desde outubro do ano passado.

Para alívio da seleção canarinho, aos 33, Taina Maranhão, principal nome brasileiro na partida, enfrentou a marcação e sofreu pênalti da zagueira Emily Flores. A atacante Adriana, que entrou na etapa final no lugar de Bia Zaneratto, cobrou com força, no ângulo direito de Solera. Ainda deu tempo, nos acréscimos, de Jheniffer receber de Adriana na área e anotar o segundo dela na partida e o quinto do Brasil, fechando o placar em Alajuela.