
Maria Prata foi assaltada por um homem disfarçado de entregador de aplicativo enquanto caminhava com a filha de 6 anos, na zona oeste da capital paulista.
A jornalista Maria Prata, esposa do apresentador Pedro Bial, fez um forte desabafo nas redes sociais após ter sido vítima de um assalto à mão armada em São Paulo. Ela estava acompanhada da filha do casal, Dora, de apenas 6 anos, no momento do crime.
O caso aconteceu em uma rua residencial da Lapa, bairro nobre da zona oeste da capital. Segundo o relato, as duas foram abordadas por um homem em uma motocicleta, disfarçado de entregador de aplicativo.
“Não estava com celular na mão. Não estava dando bobeira num lugar perigoso. Estacionei o carro em uma rua residencial, de casinhas geminadas, e estava andando cerca de 20 metros até a casa para onde íamos”, descreveu Maria.
A jornalista, que também é mãe de Laura, de 8 anos, contou em detalhes o diálogo tenso com o criminoso antes de ter o celular levado.
“‘Não se mexe, entrega tudo, cadê o iPhone?’
‘Tá na bolsa. Eu tô com uma criança, fica calmo, pode levar tudo.’
‘Mamãe, por que você tá tirando sua aliança?’
‘Qual a senha do iPhone? A senha do iPhone!’Eu dizia a senha, mas ele, nervoso, errava as teclas. ‘Repete! A senha!!’.
‘Eu abro o celular pra você!’
‘A senha! Você é polícia?!’Ele passou a mão na minha cintura pra ver se eu estava armada. Repeti a senha. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu”, relatou.
Filha de Pedro Bial tentou entender o que aconteceu após o assalto
Maria contou que conseguiu chegar à casa de amigos pouco depois do crime, onde foi acolhida junto com a filha e por Pedro Bial, com quem é casada desde 2015.
“Entreguei a Dora para o Pedro, que estava lá, e desabei longe dela”, escreveu.
Segundo a jornalista, a menina não viu a arma, mas percebeu o clima de tensão e passou a fazer várias perguntas ao longo do dia.
“Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, por que isso acontece.”
No fim do relato, Maria Prata fez uma reflexão emocionada sobre o episódio:
“São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara.”
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