
O mercado brasileiro de apostas online se tornou devidamente regulado no dia 1º de janeiro de 2025. Desde então, as autoridades nacionais recebem e analisam os pedidos de licenciamento de empresas que estão interessadas em atuar legalmente no Brasil. A outorga no segmento custa cerca de R$ 30 milhões, com validade por cinco anos e operação de até três marcas.
Em um mercado crescente e cada vez mais competitivo, o founder da Cactus Gaming, Nickolas Tadeu Ribeiro de Campos salienta que compreender o perfil do apostador brasileiro é fundamental. Os brasileiros preferem majoritariamente acessar a internet em dispositivos móveis, como celulares e tablets. E essa tendência também se manifestou entre os apostadores no país, sendo algo restrito para maiores de idade.
Dessa maneira, a tecnologia é de vital importância para se destacar nesse segmento e reter o consumidor. Nickolas Ribeiro revela que a Cactus conta com tecnologia e maturidade técnica para proporcionar integrações diretas com inúmeros parceiros. E essas ações oferecem vantagens onde mais importa, ou seja, na experiência de jogo.
Além disso, a lista de benefícios desse processo engloba:
- Menor risco de imprevistos;
- Serviço de suporte dedicado;
- Agilidade nas operações;
- Carregamento em altíssima velocidade,
- Menor latência,
- Agilidade para o consumidor,
- Mais controle,
- Escalabilidade para a operação.
Ou seja, o executivo acredita que a tecnologia também pode ser determinante para seguir acompanhando os novos direcionamentos do mercado, uma vez que há uma ampla margem de crescimento para essa atividade no Brasil. Portanto, esse é o momento para que a relação com o consumidor seja estabelecida e ampliada.
O futuro do mercado de jogos no Brasil
Vale salientar que o mercado de jogos no Brasil pode dar um salto ainda neste ano. Isso porque um projeto de lei, o famoso PL dos Cassinos, está em tramitação no Senado e pode liberar mais uma série de apostas físicas, como bingos, cassinos, apostas em corridas de cavalos e muito mais. O projeto já recebeu sinal verde na Câmara dos Deputados e pode ser colocado em votação no Plenário do Senado nos próximos meses.

