Em nova revelação exclusiva, o Portal Nitro News Brasil apurou, com base em fontes anônimas, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teria arquitetado um plano de fuga do país. A estratégia envolvia passagem pelo Paraguai e Argentina, países com os quais o ex-presidente teria apoio político, especialmente com o atual governo de Javier Milei. A informação veio à tona após uma operação da Polícia Federal nesta semana.
Segundo apuração do portal, o plano principal previa saída clandestina pelo Paraguai, onde o ex-presidente contaria com apoio logístico. Em seguida, o trajeto passaria pela Argentina, cuja relação com Bolsonaro se estreitou com a eleição do presidente ultraliberal Milei. Por fim, Bolsonaro tentaria entrar nos Estados Unidos, onde manteria aliados e teria buscado interlocução com autoridades.
A situação se agravou quando a Polícia Federal encontrou, durante uma das buscas realizadas na residência de Bolsonaro, US$ 14 mil dólares em espécie, além de R$ 8 mil reais. Um pendrive escondido no banheiro também foi apreendido, e seu conteúdo ainda está sob análise. A presença do dispositivo em local inusitado levantou suspeitas sobre a tentativa de ocultação de dados sigilosos.
De acordo com a fonte ouvida pelo Nitro News, em caso de iminente prisão, Bolsonaro pretendia buscar refúgio na embaixada dos Estados Unidos, localizada em Brasília. O local seria considerado uma última alternativa para evitar uma detenção imediata por parte das autoridades brasileiras.
As informações foram confirmadas pelo Twitter oficial do Portal Nitro News Brasil, que divulgou, na noite de ontem (16), que o ex-presidente avaliava a possibilidade de buscar abrigo diplomático em território americano. A estratégia teria sido tratada como “Plano B” após o risco de bloqueios nas rotas de fuga terrestre.
O ex-presidente ainda não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias. Sua equipe jurídica afirmou que irá se manifestar apenas após acesso completo aos autos da investigação. Fontes próximas a Bolsonaro negam qualquer tentativa de fuga.
A Procuradoria-Geral da República e o STF acompanham o caso de perto, e um novo desdobramento da investigação poderá ocorrer nos próximos dias, com base nas evidências recolhidas e nas denúncias veiculadas pela imprensa.
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