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Em situações de emergência ou em casos de doença, os primeiros cuidados são essenciais. Saber onde procurar atendimento pode evitar transtornos e garantir assistência mais rápida e adequada.
Em Santos, o atendimento de urgência e emergência na rede pública de saúde é realizado pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que substituíram os antigos prontos-socorros municipais na última década. As unidades funcionam como referência para casos que exigem atendimento imediato.
Como funciona o atendimento nas UPAs
Nas UPAs, todos os pacientes passam por classificação de risco, método que organiza a ordem de atendimento conforme a gravidade do caso.
Dessa forma, pessoas em situação mais grave recebem prioridade, independentemente da ordem de chegada. O procedimento segue normas estabelecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país.
Quando procurar a policlínica
Para problemas de saúde que não são considerados urgência ou emergência, o atendimento inicial deve ser feito nas policlínicas. Essas unidades funcionam como porta de entrada do SUS no município.
Nas policlínicas, o paciente recebe o primeiro atendimento, passa a ter acompanhamento regular e, quando necessário, é encaminhado para especialistas ou exames.
Encaminhamento para casos mais complexos
Os atendimentos de média complexidade são realizados em unidades especializadas da própria rede municipal ou em clínicas contratadas, sempre com encaminhamento feito pela policlínica.
Já os procedimentos de alta complexidade hospitalar são realizados em hospitais que atendem pelo SUS, vinculados ao município ou ao governo do Estado de São Paulo.
No caso de consultas ambulatoriais de alta complexidade, a responsabilidade é do governo estadual.
Orientação ao paciente
A recomendação da rede pública é procurar:
UPAs em situações de urgência e emergência, como dores intensas, acidentes ou agravamento súbito de doenças;
Policlínicas para consultas, acompanhamento de saúde, renovação de receitas e encaminhamentos para especialistas.
O fluxo busca organizar o atendimento e garantir que pacientes em estado mais grave recebam assistência com prioridade.
Toda a capital paulista entrou em estado de atenção neste domingo (8). Na Zona Sul, funcionários da Enel precisaram subir…
Duas pessoas morreram neste sábado (7), no estado de São Paulo, em decorrência das chuvas. Segundo a Defesa Civil, as duas mortes estão associadas a enxurradas que ocorreram nos municípios de São Bernardo do Campo e Sorocaba.

Em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, um homem morreu após ser arrastado pela enxurrada no bairro Demarchi. De acordo com os bombeiros, a força das águas arrastou a vítima para debaixo de um veículo. A vítima chegou a ser retirada por equipes que atuavam no local, mas o óbito acabou sendo constatado pelo atendimento local.
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Já em Sorocaba, um homem foi arrastado por uma enxurrada no bairro Jardim Guadalupe e desapareceu. Após buscas, seu corpo foi encontrado neste domingo pelo Corpo de Bombeiros.
Só ontem, os Bombeiros atenderam 41 chamadas para quedas de árvores, 15 chamadas para alagamentos e enchentes e 10 chamadas para desabamentos e desmoronamentos na capital paulista e outras cidades da região metropolitana de São Paulo.
Mas houve chuva em diversas outras cidades do estado, que provocaram alagamentos e desabamentos. Em Santo Antônio do Aracanguá, por exemplo, duas pessoas ficaram feridas após a queda de tendas em um evento que ocorria na Rodovia Eliezer Montenegro.
Desde que a Operação SP Sempre Alerta-Chuvas teve início, em dezembro de 2025, o estado paulista contabiliza 21 óbitos em decorrência das chuvas. Do total, diz a Defesa Civil, 11 deles ocorreram por causa de enxurradas.
Segundo a Defesa Civil, as enxurradas podem se formar rapidamente durante temporais e arrastar pessoas que tentam atravessar as ruas alagadas ou são surpreendidas pela força das águas. A orientação do órgão é para que a população evite essas áreas e acompanhem os alertas oficiais.
Previsão
Para este domingo, a previsão é de chuva persistente, com momentos de maior intensidade e acumulados significativos, acompanhadas de rajadas de vento, raios e eventual queda de granizo em diversas regiões do estado.
A forte chuva que atingiu a capital paulista na tarde desta sexta-feira (6) travou as principais vias da cidade, transbordou…
Se você estava planejando aproveitar o mar no litoral de São Paulo neste fim de semana, é melhor repensar o roteiro. Uma frente fria intensa, impulsionada por um ciclone extratropical em alto-mar, está a caminho e promete mudar drasticamente as condições climáticas a partir deste domingo (8).
O que esperar?
Segundo as projeções da Climatempo, The Weather Channel e os boletins da Defesa Civil, a combinação desses dois sistemas traz um cenário de atenção:
Tempo instável: O domingo começa com aumento de nebulosidade e, conforme o sistema avança, as pancadas de chuva ganham força, com risco de temporais isolados.
Mar agitado e ressaca: Este é o ponto crítico. Os ventos marítimos intensos gerados pelo ciclone em alto-mar vão empurrar a água contra a costa. Prepare-se para mar revolto e risco significativo de ressaca.
Queda na temperatura: Esqueça o calorão dos últimos dias. A massa de ar polar associada à frente fria fará os termômetros caírem um pouco, trazendo uma sensação térmica bem leve de frio, incomum para este período. As máximas não passam dos 26ºC e a mínima fica na casa dos 21ºC.
Atenção aos riscos
A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta reforçando que, devido ao solo já umedecido por eventos recentes, a chuva persistente aumenta os riscos de:
Alagamentos em áreas urbanas;
Deslizamentos de terra em áreas de encosta;
Transbordamento de pequenos córregos.
Dicas de segurança
Evite o mar: O risco de ressaca é real. Não entre na água e evite circular por calçadões próximos à rebentação.
Atenção nas estradas: Com a visibilidade reduzida e o risco de deslizamentos, redobre o cuidado ao dirigir.
Esteja preparado: Em áreas de risco, mantenha documentos protegidos e fique atento aos avisos locais da Defesa Civil (telefone 199).
*Fonte: Dados baseados em informações da Climatempo, Defesa Civil de São Paulo e The Weather Channel.

