Em final com roteiro de cinema, o Timão vence por 2 a 0 com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto. O título foi selado nos acréscimos após intervenção histórica do VAR.

BRASÍLIA – O Mané Garrincha nunca viu nada igual. Perante o recorde absoluto de 71.244 torcedores, o Corinthians venceu o Flamengo por 2 a 0 e levantou a taça da Supercopa Rei 2026. Em uma tarde de gala para a Fiel, o time paulista aliou solidez defensiva a um contra-ataque mortal para desbancar o Rubro-Negro e iniciar o ano com o grito de campeão.
A Muralha e o Primeiro Golpe
A decisão começou equilibrada, mas o Corinthians foi quem melhor leu o jogo. Aos 28 minutos do primeiro tempo, Gabriel Paulista subiu no terceiro andar para testar firme e abrir o placar. A partir daí, o que se viu foi uma aula de resistência. O Flamengo, empurrado por Paquetá, pressionou incessantemente, mas parou em uma atuação inspirada de Gustavo Henrique e na segurança de Hugo Souza.
O Drama dos Acréscimos: Do Caos à Glória
Os 7 minutos de acréscimos oferecidos pelo árbitro Rafael Klein foram um teste de sobrevivência. Aos 47, o Corinthians quase matou o jogo com Yuri Alberto na trave. Na sequência, o Flamengo respondeu com Lucas Paquetá perdendo um gol inacreditável, sem goleiro, na pequena área — um lance que certamente assombrará o camisa 10 rubro-negro.
O Golpe de Misericórdia e a Tecnologia
Quando o cronômetro já marcava 52 minutos, veio o lance de mestre. Yuri Alberto disparou em contra-ataque, ficou cara a cara com Rossi e teve a frieza de dar um lindo chapéu no goleiro antes de empurrar para as redes.
O assistente chegou a assinalar impedimento, mas após uma revisão tensa do VAR, o gol foi validado, dando início a uma festa ensurdecedora em Brasília. O gol de placa selou o destino da taça e confirmou o Corinthians como o grande campeão da tarde.
📊 FICHA TÉCNICA: FLAMENGO 0 x 2 CORINTHIANS
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Competição: Supercopa Rei do Brasil 2026
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Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília (DF)
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Gols: Gabriel Paulista (28’/1T) e Yuri Alberto (52’/2T)
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Público: 71.244 (Novo recorde da Arena)
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Arbitragem: Rafael Klein (RS)
🏆 Os Pilares do Título:
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Gabriel Paulista: O dono da área. Marcou o gol que abriu caminho e não perdeu uma disputa aérea.
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Yuri Alberto: Persistência premiada. Depois de carimbar a trave, teve calma para fazer o gol que sacramentou a vitória com um toque de classe.
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Matheus Bidu: Fundamental na cobertura, salvou um gol de Paquetá que poderia ter mudado a história da final.
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Fiel Torcida: Presente em peso, transformou o Mané Garrincha em uma extensão da Neo Química Arena.
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