Veja a avaliação dos jogadores da Seleção na vitória sobre o Egito no último amistoso antes da Copa do Mundo

🧤 Goleiros
Alisson
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.0
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Não teve o que fazer no gol de Zico e foi pouco exigido, até mesmo no jogo com os pés. Acabou passando batido em um primeiro tempo em que o Egito pouco acertou o alvo.
Weverton
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Nota GE: 6.5 | Nota Público: 5.9
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Mais exigido do que Alisson, apresentou a sobriedade e segurança que se espera de um goleiro experiente. Foi convocado por isso e para isso.
🛡️ Defensores (Laterais e Zagueiros)
Wesley
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.6
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Dava profundidade e opção ao lado direito de ataque até sentir lesão e deixar o campo chorando aos 16 minutos.
Danilo
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Nota GE: 6.5 | Nota Público: 4.3
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Com características completamente distintas em relação a Wesley, cumpriu seu papel. Mais bem postado, não permitiu que o Egito criasse por seu setor. No primeiro tempo, ainda deu opção e se aventurou no ataque. Voltou do intervalo com a faixa de capitão e teve uma atuação mais conservadora e firme.
Marquinhos
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Nota GE: 4.5 | Nota Público: 2.6
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Longe do zagueiro seguro que o torcedor se acostumou a ver. Errou passe para trás em lance que resultou no gol de empate do Egito e depois teve dificuldades no combate direto, principalmente quando saiu para caçar.
Bremer
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.2
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Firme no combate direto, bem nas bolas aéreas e eficiente na recuperação. Joga com seriedade e participa pouco da construção ofensiva.
Ibañez
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Nota GE: 7.0 | Nota Público: 6.9
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Simplificou e foi mais seguro do que o experiente companheiro de zaga. Recebeu uma bronca de Casemiro ao tentar driblar em lance logo no início do jogo, mas foi firme a partir de então. Alternou momentos pela direita e pela esquerda, levou a melhor nos duelos com Marmosh e foi bem no jogo aéreo. Simples e eficiente.
Léo Pereira
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.7
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Tem mais jogo com a bola nos pés do que seu companheiros. Arriscou passes verticais e lançamentos longos. Defensivamente, cumpriu seu papel.
Douglas Santos
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Nota GE: 6.5 | Nota Público: 4.9
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Discreto e seguro. Passa batido para a maioria dos torcedores, o que já é positivo para um lateral. O Egito não levou perigo por seu setor. Ainda dá suporte nas ações ofensivas com jogo associativo para ultrapassagem dos atacantes. Foi o responsável pelo desarme que iniciou o segundo gol brasileiro.
Alex Sandro
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.0
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Entrou já na reta final da partida para guardar posição em um setor no qual o Brasil tinha Martinelli, Cunha e até Endrick atacando.
⚙️ Meio-Campistas
Casemiro
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 3.7
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Teve maior participação na proteção defensiva do que na construção, principalmente ocupando espaços quando o time sofria para fazer a transição correndo para trás.
Fabinho
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Nota GE: 6.5 | Nota Público: 5.5
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Sóbrio e posicionado. Muito bem no desarme e nas antecipações, principalmente no início do segundo tempo.
Bruno Guimarães
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Nota GE: 7.5 | Nota Público: 6.2
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O melhor do time no primeiro tempo. Beneficiado com a entrada de Paquetá, teve maior liberdade para soltar a pressão e para pisar na área. Quando um ia, o outro ocupava o setor próximo a Casemiro. Foi assim que marcou o gol no primeiro tempo e descolou diversos bons passes, um deles deixando Igor Thiago na cara do goleiro adversário.
Danilo Santos
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Nota GE: 7.0 | Nota Público: 6.9
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Mais uma boa atuação. Não sente o peso da camisa ou a pressão por poucos minutos. Impõe-se na marcação e sai para jogar. Fez o jogo girar quando necessário, arriscou passes decisivos quando possível. Será muito útil na Copa.
Lucas Paquetá
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Nota GE: 7.0 | Nota Público: 4.2
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Ótimo início de jogo, principalmente enquanto teve Wesley como par. Roubou bolas no campo de ataque, tabelou e descolou bons passes para os companheiros. Apareceu menos na reta final da primeira etapa, quando o jogo ficou mais no lado esquerdo.
⚡ Atacantes
Luiz Henrique
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 5.5
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Chama atenção a diferença de performance quando entra no decorrer do jogo. Buscou bem mais dribles do que no jogo contra o Panamá e acertou boa parte deles. Porém, prendeu demais a bola e atrapalhou alguns lances de ataque.
Raphinha
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Nota GE: 7.0 | Nota Público: 6.3
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Cumpriu bem o papel de meia pelo lado esquerdo e na cobertura do corredor quando o Brasil perdia a bola. Faz boas jogadas de associação por dentro que resultaram em oportunidades de gol, incluindo um bom passe para Vini Jr perder grande chance. Faltou maior ímpeto para finalizar jogadas dentro da área. Na segunda etapa, deu a assistência para o gol de Endrick.
Gabriel Martinelli
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.5
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Entrou já no decorrer do segundo tempo. Tentou tabelas com Endrick e Cunha, mas o jogo já estava numa fase mais de deixar o tempo passar do que de aceleração.
Igor Thiago
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Nota GE: 5.0 | Nota Público: 4.5
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Muita disposição, muita força física, mas faltou refino com a bola em lances importantes para que o Brasil fosse para o intervalo em vantagem. Funcionou mais sem a bola, dando profundidade. Quando teve chances, enrolou-se.
Endrick
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Nota GE: 8.0 | Nota Público: 7.5
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Definitivamente, o fator Endrick é uma das notícias mais animadoras da Seleção para a Copa do Mundo. Sempre que entra, ele dá vida ao time pela disposição, movimentação e presença de área. Não foi diferente desta vez. Decidiu e protagonizou outros lances de perigo.
Vini Jr.
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Nota GE: 6.0 | Nota Público: 4.0
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Muito acionado, cometeu alguns erros técnicos e foi parado por faltas, marcadas ou não pelo árbitro. Em sua melhor jogada, passou por três adversários e tocou para Raphinha finalizar na área. Perdeu boa chance ao demorar para finalizar e ser abafado pelo goleiro. Foi figura importante, mas não conseguiu decidir.
Matheus Cunha
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Nota GE: 6.5 | Nota Público: 4.7
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Especialista em jogo associativo. Consegue fazer quem está próximo a ele jogar melhor. Dialogou muito com Raphinha e Endrick no lado direito do ataque e demonstrou a entrega habitual sem a bola. Contribuiu para a pressão sobre o jogador egípcio que deu origem ao segundo gol do Brasil.
📋 Comandante Técnico
Carlo Ancelotti
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Nota GE: 6.5 | Nota Público: 4.5
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Com novidades entre os titulares, seu time criou o suficiente para sair para o intervalo em vantagem, mas os atacantes perderam chances claras. Fez observações forçadas pela lesão de Wesley no começo. As mudanças no segundo tempo novamente fizeram o Brasil crescer de produção, e Endrick ganhou força como alternativa para entrar no time na Copa. Na reta final, a equipe apenas controlou a partida.

