Autor: Clayton Lima

Uma pessoa apaixonada por esportes, que aprecia a energia e a conexão que eles proporcionam. Fã de praias, encontra inspiração e serenidade nas paisagens litorâneas. Leitor dedicado, com interesse por clássicos literários, como Dom Casmurro, obras contemporâneas, como O Código Da Vinci, e textos que exploram temas fascinantes, como a "Origem da Vida". Sempre buscando cativar as pessoas, compartilhando experiências e reflexões que tocam e inspiram.


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Um dos representantes da Assembleia dos Especialistas (ou dos Peritos) do Irã, Mohsen Heidari Alekasir, informou à agência iraniana de notícias Isna que o novo líder Supremo do país foi escolhido. O nome ainda não foi divulgado.   

“A opção mais adequada, aprovada pela maioria da Assembleia de Especialistas, foi escolhida”, disse Alekasir, clérigo representante da província Khuzistão. Ele acrescentou que, devido nas circunstâncias atuais, não foi possível se reunir presencialmente para escolher o novo representante do Estado iraniano.   

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A pessoa eleita por essa Assembleia, formada por 88 membros, deve substituir o aiatolá Ali Khamenei, assassinado por ataques de Israel e Estados Unidos (EUA) ainda no primeiro dia da guerra.  

Outra agência de notícias iraniana, a Mehr, citou fala de outro membro da assembleia, Hojjatoleslam Mahmoud Rajabi, dizendo que os membros do colegiado trabalharam “dia e noite” para definição do novo líder Supremo do país.   

“A notícia final será comunicada através do Secretariado da Assembleia de Peritos e da Mesa Diretora”, diz o comunicado do Rajabi.   

Trump quer definir líder Supremo 

O presidente dos EUA, Donald Trump, que busca uma “mudança de regime” no Irã com a guerra, afirmou que deveria participar da escolha do novo líder Supremo da República Islâmica.    

“Preciso estar envolvido na nomeação”, disse Trump à agência de notícias Axios, acrescentando que não aceitaria a nomeação do filho do Khamenei, o Mojtaba Khamenei, que tem sido apontado como provável sucessor.

Em entrevista à rede dos EUA NBC News, o ministro das relações exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que ninguém vai interferir nos assuntos internos do país persa.   

“Esta é uma questão para o povo iraniano. Eles já elegeram a Assembleia de Peritos, e esta assembleia é responsável por eleger o líder. Esta é uma questão puramente interna do povo iraniano e não tem nada a ver com mais ninguém”.  

Israel promete assassinar escolhido

Na última quarta-feira (4), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que o próximo líder Supremo do Irã será assassinado. 

“Será um alvo inequívoco para eliminação. Não importa qual seja o nome dele ou onde ele se esconda”, disse em uma rede social.   

Estima-se que a guerra de Israel e dos EUA contra o Irã já tenha custado a vida de, pelo menos, 1.332 civis, segundo autoridade iraniana. Entre as vítimas dos ataques, esteve uma escola de meninas, onde 168 crianças foram mortas, expondo os horrores que o conflito pode produzir.  

Líder supremo  

No cargo de líder supremo há 36 anos, Khamenei estava no topo da estrutura de Poder da República Islâmica do Irã que, além do Executivo, do Parlamento e do Judiciário, conta com o Conselho dos Guardiões, formado por seis indicados do próprio Aiatolá Khamenei e seis indicados pelo Parlamento.  

Outro órgão político típico da República Islâmica é a Assembleia dos Especialistas, ou dos Peritos, formada por 88 religiosos eleitos pelo voto popular. Essa assembleia é responsável por eleger o aiatolá que será o líder supremo do Irã. Apesar de o cargo ser vitalício, a Assembleia dos Especialistas pode destituí-lo. 


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O governo federal defende o debate público com a sociedade – trabalhadores, empregadores, pequenos empreendedores – e com o Congresso Nacional sobre a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais no Brasil, junto com o fim da escala de seis dias de trabalho a cada um de descanso, a escala 6×1.

A intenção ao revisar o modelo de trabalho e chegar à jornada de cinco dias de trabalho a cada dois de folga (5×2) é dar mais qualidade de vida à população, com aumento do tempo de descanso e lazer dos trabalhadores.


Brasília (DF), 05/03/2026 - A cobradora Denise Ulisses dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 05/03/2026 - A cobradora Denise Ulisses dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Denise Ulisses faz planos para quando trabalhar seguindo a escala 5×2 – Marcelo Camargo/Agência Brasil

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A cobradora de ônibus do Distrito Federal, Denise Ulisses, de 46 anos, conhece bem a realidade dura do 6×1. Há 15 anos, ela trabalha seis horas corridas por dia de segunda-feira a sábado e folga somente aos domingos.

Se por um lado, Denise se divide entre o itinerário repetitivo do transporte coletivo, liberação da catraca e conferência do troco aos passageiros, a outra parte da vida dela é ocupada pelas tarefas de casa e o acompanhamento dos dois filhos, atualmente, com 18 e 22 anos. “Quando as crianças eram pequenas, foi bem pesado.”

Denise Ulisses faz planos para quando tiver mais tempo livre, caso a redução da jornada 6×1 passe no Congresso Nacional.

“Eu sairia na sexta-feira à noite para o sítio e só voltaria no domingo à noite. Então, este seria um tempo bom de folga: dois dias.”

Peso da dupla jornada

A pauta do fim da escala 6×1 é considerada prioritária pelo governo federal. Desde 2025, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, explica que carga de trabalho da escala 6×1 recai, principalmente, sobre os ombros das mulheres devido à dupla jornada, ou seja, para aquelas que trabalham para ganhar dinheiro, mas que também são responsáveis pelo trabalho doméstico não remunerado.

O entendimento é confirmado pelos dados de 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que mostram as mulheres dedicadas, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e cuidados de pessoas, enquanto os homens dedicam 11,7 horas.

A diferença de 9,6 horas semanais evidencia quase o dobro do tempo de dedicação feminina. Quando consideradas somente as mulheres pretas e pardas, o trabalho doméstico não remunerado é 1,6 hora a mais por semana, se comparado ao de mulheres brancas.


Brasília (DF), 06/03/2026 - Entrevista com a secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Brasília (DF), 06/03/2026 - Entrevista com a secretária nacional de Articulação Institucional do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Sandra Kennedy aponta a redução da escala como um passo para reduzir a jornada de trabalho feminina- Valter Campanato/Agência Brasil

A secretária Nacional de Articulação Nacional, Ações Temáticas e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, explica que a primeira questão a ser enfrentada para reduzir a sobrecarga das mulheres com a dupla jornada é estrutural: a sociedade precisa rever a desigualdade de gênero.

“Na soma entre o trabalho doméstico e o trabalho formal, nós trabalhamos muito mais do que os homens”, destaca Sandra.

Para a representante do Ministério das Mulheres, o fim da jornada máxima 6×1 pode impactar positivamente na divisão de tarefas em casa.

“O cuidado tem que ser compartilhado entre homens e mulheres. Isso não é uma questão só cultural. É também de os homens terem mais tempo em casa para compartilharem o cuidado.”

A secretária entende que as mulheres estão adoecendo mais por serem afetadas pela dupla jornada.

“A gente tem menos tempo para estudar, para se qualificar, tem muito menos tempo para conciliar o trabalho pessoal com o trabalho social. O adoecimento é evidente.”

Tempo e dinheiro


Brasília (DF), 05/03/2026 - A auxiliar de serviços gerais Tiffane Raany dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Brasília (DF), 05/03/2026 - A auxiliar de serviços gerais Tiffane Raany dá entrevista à Agência Brasil sobre o impacto da escala de trabalho 6x1. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Tiffane Raany sente falta de ter mais tempo para o filho – Marcelo Camargo/Agência Brasil

A jovem Tiffane Raane sente no corpo e no bolso o excesso de trabalho. Contratada como auxiliar de serviços gerais em uma rede de academias do Distrito Federal, ela trabalha das 7h às 18h, com uma hora de almoço, de segunda a sexta-feira, e se somam ao dia a dia o sábado ou o domingo alternadamente a cada semana. No tempo fora do emprego, Tiffane se desdobra nos cuidados com a casa e com o filho de 7 anos.

“Eu pago R$ 350 por mês a uma cuidadora para ficar com meu filho no tempo em que está fora da escola. Ele sente mais falta por eu não conseguir ajudá-lo todos os dias nas atividades escolares. Eu chego tarde do trabalho. Estou cansada e ele também.”

Com a rotina, Tiffane Raane tem adiado o desejo de retomar a faculdade de educação física para tentar alcançar uma melhor remuneração. O curso foi trancado no quarto semestre.

Articulação de mulheres

Na quinta-feira (5), a Articulação Nacional de 8 de Março – apoiada por mais de 300 organizações de movimentos sociais do Brasil em defesa dos direitos das mulheres – entregou ao Ministério das Mulheres o Manifesto Nacional do 8 de Março Unificado 2026: Pela vida das mulheres: contra o imperialismo, por democracia, soberania e pelo fim da escala 6×1. (foto em destaque)

O documento explica o que motiva a luta.

“Esse modelo rouba o tempo, adoece corpos e aprofunda desigualdades. Defender o fim da escala 6×1 é defender o direito de viver com dignidade, enfrentando a lógica neoliberal que transforma a vida em mercadoria.”

O manifesto foi elaborado a partir das decisões da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em 2025, na capital federal.

Aprovação popular

Uma pesquisa de opinião da Nexus (janeiro/fevereiro de 2026) revela que cerca de 84% dos brasileiros defendem ao menos dois dias de descanso semanal. O levantamento aponta ainda que 73% dos entrevistados apoiam o fim da escala 6×1, desde que os salários sejam mantidos.

A opinião de Jeisiane Magalhães Faria reforça as estatísticas. Há cinco anos, ela é balconista de uma farmácia no Plano Piloto, em Brasília, e trabalha na escala 6×1. Jeisinane relembra que já perdeu a conta de quantos eventos familiares não esteve presente devido ao emprego. 

A balconista faz graduação em farmácia e gostaria de ter mais tempo para se dedicar aos estudos e a outros aspectos de sua vida. 

O descanso, para Jeisiane, longe de ser uma perda de tempo, pode gerar um impacto positivo também no rendimento laboral. “Você pode trabalhar melhor, porque tem dias que realmente é cansativo devido, por exemplo, ao transtorno de passar muito tempo no ônibus lotado para vir trabalhar.”

Embate econômico

Apesar do apoio popular, setores da indústria e do comércio contestam a ideia e projetam consequências negativas em caso de aprovação do fim da jornada 6×1.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a medida pode aumentar o custo empresarial em até R$ 267 bilhões ao ano, com empregados formais na economia, o equivalente a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos. E vai além, “caso as horas não sejam repostas, a redução do limite semanal [de horas trabalhadas] resultará em queda da atividade econômica”, diz a CNI.

Outro estudo apresentado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) explica os efeitos da redução da jornada de trabalho podem impactar na preservação de 631 mil empregos formais e na competitividade.

Segundo a entidade, a diminuição do limite constitucional atual (44 horas semanais) para 40 horas de trabalho, com o fim da escala 6×1, pode elevar o preço dos produtos consumidos pela população em até 13%. Outra conclusão do estudo é que a mudança na legislação resultará na elevação de custos na ordem de R$ 122,4 bilhões por ano, no comércio. A CNC defende que as possíveis alterações sejam feitas a partir de negociação coletiva.

Bem-estar social

A secretária do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, contesta os posicionamentos dos empregadores e destaca que, ao longo da história, as trabalhadoras e os trabalhadores sempre enfrentaram esse tipo de argumento quando querem melhorar as vidas.

“Imagine quando tínhamos as cargas horárias de 12, 14, 16 horas. Obviamente que quem representa os interesses do capital no Congresso usa uma narrativa que é uma falácia, quando associa a melhor qualidade de vida do trabalhador ao aumento do desemprego.”

O estudo O Brasil está pronto para trabalhar menos: a PEC da redução da jornada e o fim da escala 6×1, do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit/Unicamp) , respalda o entendimento da secretária.

A pesquisa projeta um cenário distinto dos dimensionados pela CNC e pela CNI. Com base na PNAD Contínua do IBGE, caso o fim da escala 6 x 1 seja aprovado no Congresso Nacional, pelo menos 37% dos trabalhadores brasileiros serão afetados beneficamente.

A pesquisadora do Cesit/Unicamp, a economista Marilane Teixeira, estima que a mudança pode gerar 4,5 milhões de empregos e elevar a produtividade no país.

Tramitação no Legislativo

Atualmente a questão está em debate na Câmara dos Deputados. Em fevereiro deste ano, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, o tema deve seguir para uma comissão especial. Motta considera viável a votação da proposta em maio pelo plenário da Câmara.

O governo federal tem pressa. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, já afirmou que o Executivo poderá enviar um projeto de lei com urgência para o Congresso Nacional, para unificar as diversas propostas que já tramitam no parlamento, caso as discussões que tratam do tema não caminhem na “velocidade desejada”.

Mobilização e política

Uma petição pública online  criada em setembro de 2023 pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT) e endereçada ao Congresso Nacional, ganhou repercussão nacional ao pedir um modelo mais flexível de trabalho.

O texto sugere a reavaliação das práticas de trabalho que afetam a saúde e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. “Trabalhadores saudáveis e satisfeitos são mais produtivos e contribuem para o desenvolvimento sustentável do país”, diz o documento. O abaixo-assinado conta com quase 3 milhões de assinaturas.


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Duas pessoas morreram neste sábado (7), no estado de São Paulo, em decorrência das chuvas. Segundo a Defesa Civil, as duas mortes estão associadas a enxurradas que ocorreram nos municípios de São Bernardo do Campo e Sorocaba.

Em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, um homem morreu após ser arrastado pela enxurrada no bairro Demarchi. De acordo com os bombeiros, a força das águas arrastou a vítima para debaixo de um veículo. A vítima chegou a ser retirada por equipes que atuavam no local, mas o óbito acabou sendo constatado pelo atendimento local.

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Já em Sorocaba, um homem foi arrastado por uma enxurrada no bairro Jardim Guadalupe e desapareceu. Após buscas, seu corpo foi encontrado neste domingo pelo Corpo de Bombeiros.

Só ontem, os Bombeiros atenderam 41 chamadas para quedas de árvores, 15 chamadas para alagamentos e enchentes e 10 chamadas para desabamentos e desmoronamentos na capital paulista e outras cidades da região metropolitana de São Paulo.

Mas houve chuva em diversas outras cidades do estado, que provocaram alagamentos e desabamentos. Em Santo Antônio do Aracanguá, por exemplo, duas pessoas ficaram feridas após a queda de tendas em um evento que ocorria na Rodovia Eliezer Montenegro.

Desde que a Operação SP Sempre Alerta-Chuvas teve início, em dezembro de 2025, o estado paulista contabiliza 21 óbitos em decorrência das chuvas. Do total, diz a Defesa Civil, 11 deles ocorreram por causa de enxurradas.

Segundo a Defesa Civil, as enxurradas podem se formar rapidamente durante temporais e arrastar pessoas que tentam atravessar as ruas alagadas ou são surpreendidas pela força das águas. A orientação do órgão é para que a população evite essas áreas e acompanhem os alertas oficiais.

Previsão

Para este domingo, a previsão é de chuva persistente, com momentos de maior intensidade e acumulados significativos, acompanhadas de rajadas de vento, raios e eventual queda de granizo em diversas regiões do estado.


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O 8 de março de 2026 – o Dia Internacional da Mulher – será marcado no Brasil com atos espalhados pelas cinco regiões no país. A denúncia da violência contra as mulheres está no centro das manifestações.

As marchas das mulheres também incluem na agenda, entre outro temas, críticas ao imperialismo, tendo em vista as ações dos Estados Unidos (EUA) no mundo; a defesa da soberania; da democracia e pelo fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1), que atualmente está em debate no Parlamento.

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A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), uma das organizações por trás dos atos, afirma que estará nas ruas para denunciar a violência contra as mulheres.

“Estamos nas ruas para exigir o fim da violência contra nossos corpos e a proteção de nossas vidas. Pelo fim do feminicídio”, escreveu a AMB em manifesto.

“O capitalismo, aliado ao patriarcado e ao racismo, mantém a exploração e o sofrimento das mulheres. Mulheres no Brasil, em Gaza, em Cuba, na Venezuela e em tantos outros lugares enfrentam guerras, ameaças à soberania, avanço da extrema direita e a retirada de direitos básico”, completa o manifesto da AMB.

Confira os locais e horários de atos em todo o Brasil:

📍 Norte

AM – Manaus | 15h – Praça da Polícia
PA – Belém | 09h – Escadinha da Doca
PA – Bragança | 16h – Praça das Bandeiras
PA – Marabá | 8h – Feira da Folha 28
PA – Santarém | 17h – Pça da Matriz
RR – Boa Vista | 18h – Portal do Milênio/Centro

📍 Nordeste

AL – Maceió | 9h – Praça Sete Coqueiros
BA – Salvador | 9h – Morro do Cristo
CE – Cariri/Crato | 8h – Prefeitura do Crato
CE – Fortaleza | 14h – Projeto 4 Varas (Barra do Ceará)
MA – São Luís | 09h – Largo do Carmo (Feirinha)
PB – João Pessoa | 15h – Biblioteca Anayde Beiriz (Parque das Três Ruas)
PI – Teresina | 8h30 – Pça Pedro II
RN – Mossoró | 16h – Pça do Teatro Dix-Huit Rosado
RN – Natal | 8h – Caju da Redinha
SE – Aracaju | 8h – Feira Livre do Bugio

📍 Centro-Oeste

DF – Brasília | 13h – Funarte em Marcha até Palácio do Buriti
GO – Goiânia | 9h – Pça do Trabalhador
MT – Cuiabá | 7h30 – Em frente à Feira do CPA II

📍 Sudeste

ES – Vitória | 8h – Parque Moscoso
MG – Belo Horizonte | 9h30 – Pça Raul Soares
SP – Araraquara | 9h – Parque Infantil
SP – Cajamar | 10h – Pça Ginásio de Esportes do Polvilho
SP – Campinas | 9h – Largo do Rosário
SP – Diadema | 9h – Pça da Matriz (Ato ABCDRR)
SP – Santos | 9h – Pça das Bandeiras/Gonzaga
SP – São João da Boa Vista | 15h – Pça Coronel José Pires
SP – São Paulo | 14h – MASP
SP – Tatuí | 15h – Casa das Práxis
RJ – Rio de Janeiro | 10h – Posto 3 Copacabana

📍 Sul

PR – Curitiba | 9h – Pça Santos Andrade
PR – Guaratuba | 14h – Letreiro da Praia Central
PR – Maringá | 9h – Praça Rocha Pombo
PR – Matinhos | 14h – Mercado do Peixe
RS – Caxias do Sul | 10h – Largo da Estação Férrea
RS – Porto Alegre | 9h30 – Ponte da Pedra
RS – Imbé | 14h – Pça do Braço Morto
SC – Balneário Camboriú | 9h – Pça Almirante Tamandaré
SC – Blumenau | 8h – Escadaria da Igreja Matriz
SC – Caçador | 15h – Parque Central
SC – Chapecó | 9h – Pça Coronel Bertaso
SC – Garopaba | 10h – Pça Governador Ivo Silveira
SC – Guaratuba | 14h – Letreiro da Praia
SC – Joinville | 14h30 – Pça da Biblioteca


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A TV Brasil exibe, neste domingo (8), a partir das 17h, o segundo jogo da final do Campeonato Cearense 2026. Ceará e Fortaleza se enfrentam novamente, direto da Arena Castelão, em Fortaleza. O jogo será transmitido para todo o país, com sinal gerado pela TV Ceará, emissora parceira da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP).

A primeira partida do Clássico-Rei, no último domingo (1º), terminou empatada em 1 a 1. Na partida de volta, o mando de campo do confronto pertence ao Ceará, por ter obtido melhor campanha no campeonato. Para se tornar campeão, o time precisa vencer por qualquer placar. Em caso de empate no tempo regulamentar, o título será decidido nos pênaltis.

Campeonato Cearense 2026

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O Campeonato Cearense 2026 teve início no dia 6 de janeiro. A competição é dividida em quatro fases: primeira fase, segunda fase, semifinais e final.

Na primeira fase, os clubes foram divididos em dois grupos e se enfrentaram dentro das próprias chaves, totalizando quatro partidas para cada equipe. Os três primeiros colocados de cada grupo avançaram para a segunda fase, enquanto os dois últimos disputaram o Quadrangular da Permanência. A classificação foi definida pela soma de pontos, com critérios de desempate baseados em vitórias, saldo de gols, gols marcados e confronto direto.

A segunda fase contou com seis equipes distribuídas em dois novos grupos, que se enfrentaram em jogos únicos. Os dois melhores de cada grupo avançaram para as semifinais. As últimas equipes disputarão o 5º lugar, que garante vaga na Série D do Campeonato Brasileiro de 2027.

A fase final foi disputada em sistema de mata-mata. As semifinais aconteceram em jogos de ida e volta, assim como a grande decisão. Participam do campeonato dez equipes: Ceará, Fortaleza, Floresta, Ferroviário, Iguatu, Maracanã, Tirol, Horizonte, Maranguape e Quixadá.

A transmissão do Campeonato Cearense integra a ampla cobertura esportiva da TV Brasil este ano. A emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) exibe, ao longo da temporada, partidas dos campeonatos baiano, capixaba, cearense e paraense, com sinal gerado pelas emissoras parceiras da RNCP.

A cobertura das partidas nos estádios, a narração e os comentários serão realizados pelas equipes dos canais dos quatro estados: TVE Bahia, TVE Espírito Santo, TV Ceará e TV Cultura do Pará.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Campeonato Cearense – Ceará x Fortaleza neste domingo (8), às 17h, na TV Brasil

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Em momentos opostos, Fluminense e Flamengo jogam, a partir das 18h (horário de Brasília) deste domingo (8) no estádio do Maracanã, em busca do título do Campeonato Carioca. A Rádio Nacional transmite o confronto decisivo ao vivo.

Dono da melhor campanha da competição até aqui, inclusive com vitórias sobre Flamengo, Vasco e Botafogo, o Tricolor das Laranjeiras chega ao clássico decisivo com ligeiro favoritismo.

Em entrevista coletiva concedida na última sexta-feira (6) o lateral Samuel Xavier, capitão do Fluminense, deixou claro que a conquista do 34º Estatual do Tricolor vale muito: “O Campeonato Carioca vale muito para nós. Seria muito especial conquistar esse título e coroar o trabalho que vem sendo feito. Vale muito, sim, essa taça. É tão importante quanto a Taça Guanabara. Nossa equipe tem que entrar e defender isso com toda nossa força e garra”.

Para o confronto decisivo deste domingo, o técnico argentino Luis Zubeldía não poderá contar o volante uruguaio Facundo Bernal. Quem pode estar à disposição é Nonato, recuperado de uma lesão muscular na perna direita. Uma possível escalação do Flu para o clássico pode ser: Fábio; Samuel Xavier, Jemmes, Freytes e Renê; Martinelli, Hércules e Lucho Acosta; Canobbio, Serna e John Kennedy.

Se o Tricolor está motivado, o Flamengo chega ao clássico em um momento confuso, após a troca do técnico Filipe Luís pelo português Leonardo Jardim. O ex-lateral acabou sendo demitido após uma goleada de 8 a 0 do Rubro-Negro sobre o Madureira que confirmou a classificação para a decisão do Carioca.

A forma como se deu a mudança no comando do time da Gávea deixou surpresos inclusive os jogadores, como afirmou o volante Jorginho em entrevista concedida na última sexta-feira: “Ficamos surpresos com a demissão do Filipe, mas sabemos do dinamismo do futebol. Essa mudança chegou e agora temos que virar essa página e seguir em frente”.

Uma dúvida surge com a chegada de Leonardo Jardim: Como o Rubro-Negro atuará? No ano passado, no comando do Cruzeiro, o técnico português apostou num esquema de jogo baseado nas transições rápidas, bem diferente do futebol do Flamengo de Filipe Luís, baseado na manutenção da posse de bola e na pressão à defesa adversária.

Porém, caso o novo comandante do time da Gávea opte por realizar poucas mudanças nesta decisão, o Flamengo deve em campo com uma formação parecida com esta: Rossi; Varela, Léo Pereira, Danilo e Alex Sandro; Pulgar, Jorginho e Arrascaeta; Carrascal, Everton e Pedro.


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A maranhense Rayssa Leal, de 18 anos, assegurou neste sábado (7) a classificação à final do street feminino do Campeonato Mundial de skate, em São Paulo e ficou perto de faturar o título pela terceira vez na carreira – os primeiros foram em 2022 e 2024 . Rayssa avançou com a segunda melhor nota (142.52) – a primeira foi da japonesa Coco Yoshizawa (146.07). O Mundial encerra a temporada 2025 da Federação Internacional de Skate (World Skate) e conta pontos para o ranking olímpico dos Jogos de Los Angeles 2028.

A brasíleira será a única representante do país na decisão por medalhas, que reunirá com outras sete competidoras (quatro japonesas, duas chinesas e uma francesa). A compatriota Gabi Moreto chegou a disputar a semifinal, mas terminou em 12º lugar, com nota de 102.22 pontos. A final do street feminino está programada para às 11h15 (horário de Brasília) deste domingo (8), no Parque Cândido Portinari, na capital paulista.

Antes, às 8h40, haverá a retomada da segunda bateria das semifinais do street masculino, interrompida devido aos fortes ventos neste sábado (7) em São Paulo. Dois brasileiros tinham chances de avançar à final antes da interrupção: Wallace Gabriel, que ocupa a segunda posição com nota 145.41 e Gabryel Aguilar, na sétima colocação com 104.91. Os demais competidores do país estavam fora da zona de classificação: Ivan Monteiro (51.48) e João Lucas (33.38).

Finalistas do street feminino

Yoshizawa Coco (JPN) — 146.07

Rayssa Leal (BRA) — 142.52

Matsumoto Ibuki (JPN) — 135.82

Zhu Yuanling (CHN) — 133.91

Nakayama Funa (JPN) — 132.88

Cui Chenxi (CHN) — 132.23

Lucie Schoonheere (FRA) — 129.49

Onishi Nanami (JPN) — 129.47


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O judô brasileiro subiu ao pódio duas vezes neste sábado (7), segundo dia do Grand Prix da Áustria, e chegou a quatro medalhas na competição. A carioca Rafaela Silva conquistou o segundo título da atual temporada na categoria até 63 quilos, ao derrotar na final a atleta Laura Fazilu (Kosovo). No início de fevereiro, Rafaela já fora campeã no Grand Slam de Paris. Quem também subiu ao pódio hoje foi o gaúcho Daniel Cargnin com medalha de bronze nos 73 kg. Na final, Cargnin superou o compatriota Guilherme de Oliveira. Outro cinco brasileiros (atletas citados ao fim do texto) competem neste domingo (8), a partir das 6h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo online no canal do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) no YouTube,

Atual número 7 do mundo, Rafaela Silva somou mais 700 no ranking mundial com a conquista de hoje e deve subir para o top 5 pela primeira vez. A carioca enfileirou três vitórias seguidas antes da final. Derrotou na estreia a italiana Raffaela Ciano com um ippon – o golpe foi eleito o mais bonito deste sábado (7) pela Federação Internacional de Judô (IJF, na sigla em inglês). Na sequência, ela eliminou a búlgara Yoana Manova com um yuko e um ippon. Depois, nas semifinais, a brasileira superou a espanhola Laura Vázquez Fernández com dois waza-ari.

“Estou muito feliz com o meu desempenho. Sigo confiando no meu processo, no meu trabalho e na minha evolução. Estou muito feliz de me firmar no top 10, porque é muito importante cada passo para se aproximar da vaga olímpica. Eu não fui cabeça-de-chave na maioria das competições do ano passado, então eu não peguei lutas tão boas para poder avançar, mas esse ano estou trabalhando para fazer o meu papel e seguir assim, o que vai ser muito importante visando o Campeonato Mundial”, analisou Rafa Silva, referindo-se à principal competição do ano, de 4 a 11 de outubro, em Baku (Azerbaijão_ no Campeonato Mundial Sênior, em Baku (Azerbaijão).

A campanha de Cargnin até faturar o bronze começou com vitória por yuko na estreia contra o austríaco Alexander Kaserer na categoria até 73 kg. Depois, o gaúcho superou o japonês Ryusei Arakawa com um ippon e, na sequência derrotou o cipriota Kyprianos Andreou com um waza-ari. No entanto, nas semifinais, o brasileiro perdeu para o britânico Ethan Nairne, que depois se sagraria campeão, ao sofrer um yuko durante golden score (tempo extra). A luta 100% brasileira pelo bronze, Cargnin competiu com Guilherme Oliveira, de 21 anos, que vencera quatro de cinco combates deste sábado (7).

“O Guilherme é um atleta que tem muito coração na luta, é muito parecido comigo. Então, eu estou muito feliz por estar sempre avançando, sempre aprendendo. Com medalha ou não, eu sempre aprendo alguma coisa na competição. Acho que é um processo importante rumo a Los Angeles. Eu saí com a medalha daqui, mas também com ensinamentos”, disse Cargnin, que arrematou a quarta medalha das últimas cinco que disputou em competições internacionais.

As primeiros pódios do Brasil no Grand Prix da Áustria saíram na sexta (6), com a prata de Ronald Lima (-66kg) e o bronze de Gabriela Conceição (-52kg).

Neste domingo (8), último dia do torneio, o Brasil vai em busca de mais medalhas com Beatriz Freitas (-78kg) e Giovanna Santos (+78kg), Rafael Macedo (-90kg), Marcelo Gomes (-90kg) e Giovani Ferreira (-100kg). As lutas preliminares (classificatórias) começam a partir de 6h (horário de Brasília), e as finais valendo medalhas estão programadas para às 13h.