Autor: Clayton Lima

Uma pessoa apaixonada por esportes, que aprecia a energia e a conexão que eles proporcionam. Fã de praias, encontra inspiração e serenidade nas paisagens litorâneas. Leitor dedicado, com interesse por clássicos literários, como Dom Casmurro, obras contemporâneas, como O Código Da Vinci, e textos que exploram temas fascinantes, como a "Origem da Vida". Sempre buscando cativar as pessoas, compartilhando experiências e reflexões que tocam e inspiram.


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O esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen voltou a ser campeão inédito neste sábado (7) na Eslovênia, três semanas após conquistar o primeira medalha de ouro do país na Olimpíada de Inverno Milão-Cortina (Itália). O atleta de 25 anos venceu a prova do slalom gigante na etapa da Copa do Mundo de esqui alpinho, na cidade de Kranjska Gora, com o tempo de  2min11s95.

Lucas é o vice-líder no ranking do slalom gigante, com 447 pontos, atrás apenas do suíço Marco Odermatt (495) que terminou a prova de hoje na quinta posição. A prata ficou com o suíço Loic Meillard e o bronze com o austríaco Stefan Brennsteiner.

Nascido em Oslo (Noruega), filho de mãe brasileira, Lucas Pinheiro volta a competir neste domingo (8) na prova de slalom e tem chances de subir para a liderança da temporada. Lucas está em segundo lugar no ranking com om 451 pontos, um a menos que o líder, o norueguês Atle Lie McGrath (452). No domingo (7), a  primeira descida está programada para às 5h30 (horário de Brasília), e a segunda e última para às 8h30. 

As finais da Copa do Mundo de esqui alpino ocorrerão nos dias 24 e 25 de março, em Lillehammer (Noruega).


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O policial militar Leandro Machado da Silva e os comparsas Cezar Daniel Mondêgo de Souza e Eduardo Sobreira de Moraes foram condenados a 30 anos de prisão, cada um, pelo assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, em fevereiro de 2024. Ele foi morto com mais de 10 tiros, no centro do Rio, em frente ao escritório do qual era um dos sócios, a poucos metros da sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ).

No julgamento que durou de dois dias e terminou na noite desta sexta-feira (6), o tribunal du júri acolheu integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. 

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Além disso, reconheceu as qualificadoras de motivo torpe, relacionado à atuação profissional da vítima. De acordo com o MPRJ, Rodrigo “teria contrariado interesses de organização criminosa ligada a jogos de apostas on-line”.

Ainda segundo o MPRJ, os criminosos agiram de emboscada e usaram recurso que dificultou a defesa da vítima. “As investigações apontaram que o crime foi precedido de monitoramento da rotina do advogado”, completou o MPRJ, em nota.  

Durante o julgamento, o MPRJ sustentou que o motivo do assassinato foi assegurar a execução e a vantagem de outros crimes relacionados à exploração ilegal de jogos de azar, apontados aos três denunciados e a integrantes de organização criminosa. Para a acusação, os réus mantinham ligação com o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, investigado por atividades relacionadas ao jogo do bicho. Adilsinho foi preso no último dia 26 de fevereiro, em operação da Polícia Federal com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

De acordo com o MPRJ, a tese sustenta que o crime também teria o objetivo de intimidar possíveis concorrentes no mercado ilegal de apostas.

“A investigação indicou que Rodrigo Crespo avaliava investir no setor de jogos, com a abertura de um sporting bar em Botafogo, que poderia oferecer apostas esportivas e equipamentos semelhantes a máquinas caça-níqueis conectadas à internet”, apontou, acrescentando que essa atividade “poderia afetar interesses da organização criminosa que atua na região”.