Autor: Clayton Lima

Uma pessoa apaixonada por esportes, que aprecia a energia e a conexão que eles proporcionam. Fã de praias, encontra inspiração e serenidade nas paisagens litorâneas. Leitor dedicado, com interesse por clássicos literários, como Dom Casmurro, obras contemporâneas, como O Código Da Vinci, e textos que exploram temas fascinantes, como a "Origem da Vida". Sempre buscando cativar as pessoas, compartilhando experiências e reflexões que tocam e inspiram.


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A seleção brasileira de futebol feminino foi derrotada pela Venezuela em partida amistosa pelo placar de 2 a 1, na noite desta quarta-feira (4) no Centro de Treinamento da Federação Mexicana, em Toluca.

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Esta foi a segunda partida do Brasil no ano de 2026. Na última sexta-feira (27), a equipe comandada pelo técnico Arthur Elias superou a Costa Rica com uma goleada de 5 a 2 em Alajuela. A seleção brasileira volta a entrar em ação no próximo sábado (7), quando mede forças com o México a partir das 20h (horários de Brasília) no Estádio Ciudad de los Deportes, na Cidade do México.

Com uma formação muito diferente da que derrotou a Costa Rica, o Brasil não começou bem, e acabou muito prejudicado pela expulsão da volante Maiara logo aos 32 minutos do primeiro tempo. Com uma mulher a menos, a seleção brasileira viu a Venezuela conseguir abrir o placar momentos antes do intervalor com Romero.

E a seleção Vinotinto chegou ao segundo aos três minutos da etapa final, com Higuera. Aos 30 minutos do segundo tempo a partida foi paralisada por conta da queda de raios nas proximidades do estádio. E, quando a bola voltou a rolar, o Brasil conseguiu descontar com Jaqueline aos 37 minutos para dar números finais ao marcador.


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No mesmo dia em que o Congresso Nacional concluiu a internalização do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que cria uma das maiores zonas de livre comércio do planeta, o governo federal publicou um decreto que regulamenta as regras de aplicação de salvaguardas para produtores nacionais.  

De acordo com o decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), nesta quarta-feira (4), as medidas de salvaguardas bilaterais poderão ser aplicadas quando as importações de um produto sujeito a condições preferenciais, em decorrência de um acordo, aumentarem em quantidade e em condições tais que causem ou ameacem causar um prejuízo grave à indústria doméstica.

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As medidas podem ser adotadas para proteger tanto o setor industrial quanto o agrícola.

Segundo o governo, a adoção de uma salvaguarda pode, por exemplo, levar à suspensão temporária do cronograma de desconto tarifário negociado ou ao restabelecimento da tarifa aplicada antes da vigência de um acordo comercial.

Também poderá ser instituída uma cota tarifária, com a definição de um volume de importações até o qual as mercadorias continuam a usufruir das preferências pactuadas. Ultrapassado esse limite, os produtos passam a estar sujeitos à suspensão do cronograma de desgravação tarifária ou ao restabelecimento das tarifas anteriormente aplicadas.

Ainda segundo o decreto, caberá à Câmara de Comércio Exterior (Camex) adotar medidas de salvaguarda, após investigação conduzida pelo Departamento de Defesa Comercial da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC (Decom/Secex).

A indústria doméstica poderá solicitar investigação de salvaguardas bilaterais e, em circunstâncias excepcionais, a Secex também fica autorizada a abrir investigações de ofício.

O mecanismo já havia sido anunciado na semana passada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, e era uma demanda especialmente do setor agrícola brasileiro.

Isso porque, no final do ano passado, o Parlamento Europeu aprovou regras mais rígidas para importações agrícolas vinculadas ao acordo com o Mercosul, cujas medidas seriam acionadas se importações em grande volume causarem ou ameaçarem prejuízo grave aos produtores europeus.

O setor do agronegócio nacional queria que essas salvaguardas fossem assumidas também pelo governo brasileiro, em caso de aumento das importações de produtos europeus concorrentes.


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O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4), em votação unânime, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia.

Com o tratado, o bloco sul-americano, composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, vai zerar tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos. Já União Europeia eliminará tarifas sobre 95% dos bens vendidos pelo Mercosul em até 12 anos.

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O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 41/2026, que ratifica o acordo, ainda precisa ser promulgado pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), ato que concluirá a internalização do pacto comercial pelo Parlamento brasileiro. Esta era a última etapa para a entrada em vigor dos termos do tratado.

Na prática, o acordo estabelece a maior zona de livre comércio do mundo, com mais de 720 milhões de habitantes.

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional. Os parlamentos de Argentina e Uruguai já haviam aprovado o acordo na semana passada.

Do lado da União Europeia, o Parlamento Europeu pediu, em janeiro, que o Tribunal de Justiça do bloco faça uma avaliação jurídica sobre o acordo. Porém, na última semana, a presidente da Comissão Europeia, Usrula von der Leyen, afirmou que a UE aplicará o acordo de forma provisória a partir de maio, mesmo com a pendência de análise judicial.

O tratado conta com forte apoio de países como Alemanha e Espanha, mas enfrenta resistências principalmente da França, que teme perda de concorrência no setor agropecuário.


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O Flamengo anunciou, nesta quarta-feira (4), que contratou o técnico Leonardo Jardim. O português, que comandou o Cruzeiro em 2025, chega para substituir Filipe Luís, que foi demitido na madrugada da última terça-feira (3) após a goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, pelas semifinais do Carioca.

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Em comunicado, o time da Gávea informa que “o vínculo do treinador com o Rubro-Negro é válido até dezembro de 2027”. Leonardo Jardim chega ao Flamengo acompanhado dos auxiliares António Vieira, José Barros e Diogo Dias, que também passam a integrar a comissão técnica da equipe profissional.

Leonardo Jardim comandou o primeiro treino do Flamengo na tarde desta quarta-feira, no Centro de Treinamento George Helal. O treinador será apresentado oficialmente na próxima quinta-feira (5).

O técnico português terá o desafio de substituir Filipe Luís, que conquistou cinco títulos em 16 meses. A demissão de Filipinho foi influenciada por maus resultados no início da atual temporada, que culminaram com a perda do título da Supercopa Rei para o Corinthians e do troféu da Recopa Sul-Americana para o Lanús (Argentina).