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Autor: Clayton Lima
Quem disse que é preciso passaporte e dólar alto para viver a magia do cinema? A poucos passos do mar, uma hospedagem inusitada está mudando a forma como os turistas encaram a tradicional descida para o litoral paulista.
Apelidado carinhosamente nas redes sociais de “Airbnb da Disney”, um apartamento na Praia Grande decidiu transformar a própria estadia na atração principal da viagem.
Um parque de diversões particular
Conhecido nas plataformas de reserva como House Fun Praia Grande, o espaço foi projetado para ser 100% focado na experiência infantil (e na nostalgia dos adultos). A proposta foge completamente do padrão de casas de veraneio: cada ambiente transporta o hóspede para o universo de uma animação famosa.
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A imersão acontece em todos os cômodos:
A Sala: A decoração simula o fundo do mar, totalmente inspirada no universo de Procurando Nemo.
A Cozinha: O clássico vermelho, preto, branco e amarelo domina o ambiente com a estética inconfundível do Mickey e da Minnie.
O Quarto: A área de descanso principal ganha o clima lúdico e mágico da Pequena Sereia.
O Banheiro: Até a hora do banho entra na brincadeira, com a Fenda do Biquíni e a temática do Bob Esponja.
Onde fica a hospedagem mágica?
O apartamento está localizado no bairro da Ocian, a cerca de 300 metros da praia. A escolha do local é estratégica, já que a orla da Praia Grande passou por revitalizações recentes que incluíram a instalação de grandes espaços kids temáticos à beira-mar, fortalecendo o turismo familiar na região.
Fenômeno nas redes sociais
O grande trunfo do local é ser altamente “instagramável”. O cenário perfeito para fotos e vídeos fez com que o apartamento viralizasse em portais de turismo, como o Passeios Kids, e se tornasse figurinha carimbada em roteiros de criadores de conteúdo no TikTok e no Instagram.
Para quem busca uma alternativa aos dias de chuva na praia ou quer surpreender as crianças no fim de semana, a hospedagem prova que a Baixada Santista ainda guarda muitas surpresas fora da areia.
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O terceiro foragido no caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, no Rio de Janeiro, se entregou à Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (4), acompanhado do advogado. Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, é filho do ex-subsecretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do governo do Rio de Janeiro, José Carlos Simonin. Ele foi demitido ontem (03) após a repercussão do cargo. 

É da família Simonin o apartamento de temporada onde ocorreu o crime, em Copacabana. As imagens dos jovens filmados no edifício são parte do inquérito que incriminou os rapazes.
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Cinco homens participaram do crime, segundo a polícia, sendo um menor de 18 anos, contra o qual não há mandado de prisão. Eles respondem pelo crime de estupro e por ato infracional análogo ao mesmo crime. Nesta terça (2), os dois presos foram encaminhados para o sistema prisional.
Há expectativa de que o quarto jovem que participou do crime, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, também se entregue nesta quarta à polícia. De acordo com a delegacia, tratativas estão em curso com os advogados.
Mais um caso de estupro
Aluno do Colégio Pedro II, Vitor Hugo é ainda investigado por um caso de estupro cometido contra outra aluna da instituição, onde ambos estudavam, em outubro de 2025. O caso foi revelado pelo delegado titular Ângelo Lages, nesta terça-feira (3), depois da mãe da jovem prestar depoimento. O ato foi cometido em uma festa.
De acordo com a Polícia Civil, ao tomarem conhecimento do caso de Copacabana, outras vítimas se sentiram encorajadas a denunciar os envolvido em outros crimes. Dois inquéritos foram abertos para apurar as denúncias.
Como ocorreu o crime
Em janeiro, a vítima de 17 anos recebeu a mensagem de um colega da escola a convidando para ir à casa de um amigo. Ao chegar, o adolescente insinuou que fariam “algo diferente”. Como a jovem recusou, ela foi trancada e sofreu a violência no quarto do apartamento de Copacabana.
Ontem, em entrevista à imprensa, o delegado ressaltou a importância de os jovens, ao se relacionarem sexualmente, respeitarem os limites do outro.
“O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima do primeiro caso deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém [além do adolescente] em vários momentos”, destacou.
A manhã desta quarta-feira (4) começou com clima de tensão no BBB 26. Os participantes foram chamados para a sala…
A Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Federal deflagraram nesta quarta-feira (4) uma operação contra uma organização criminosa investigada por interromper serviços de telecomunicações no município de Cabo Frio, no estado do Rio de Janeiro.

A Operação Desconexão cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra dois homens, em São Pedro da Aldeia e em Rio das Ostras, e aplicou medidas cautelares.
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Também foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, sendo quatro em Cabo Frio, cinco no Rio de Janeiro, três em São Pedro da Aldeia, dois em Araruama e dois em Rio das Ostras.
A PF informou que as apurações indicaram que a organização criminosa montou um esquema de monopólio ilegal na prestação de serviços de internet em Cabo Frio.
“A localidade estaria sob controle territorial da facção, a qual restringe a atuação de provedores de internet e permite apenas o funcionamento da empresa autorizada pelo grupo criminoso”, afirmou em nota.
Segundo o inquérito, os investigados mantinham o controle territorial e usavam de violência e graves ameaças contra empresas concorrentes para garantir o monopólio da prestação de serviços de banda larga.
“Entre as condutas identificadas durante as apurações, estão a danificação de equipamentos, o corte de cabos, a intimidação de funcionários e o impedimento à instalação e à manutenção regular dos serviços por outros provedores”, acrescentou.
Além desses crimes, as investigações identificaram que a quadrilha “utilizava pessoas jurídicas interpostas com o objetivo de ocultar a real estrutura de controle e a titularidade dos ativos tecnológicos empregados na atividade ilícita”.
Os presos poderão responder pelos crimes de furto qualificado; de interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública; e de organização criminosa, além de outros delitos que possam ser identificados.
Segundo a PF, as diligências tiveram apoio do Grupamento de Ações Táticas do 25º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, em Cabo Frio e em São Pedro da Aldeia.
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