O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comemorou as novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra membros do governo brasileiro.

O que aconteceu
O governo americano anunciou a revogação de vistos de duas autoridades que atuaram no Ministério da Saúde. Em post no X, Eduardo afirmou que a medida é um “recado inequívoco” de que ministros, “burocratas de escalões inferiores e familiares não estão imunes” às sanções. Ele também informou que seguirá com agendas em Washington nesta quinta-feira e se reuniu com autoridades americanas antes do anúncio.
Sanções e contexto
O anúncio feito pelo secretário de Estado Marco Rubio, de origem cubana, reforça o compromisso da administração Trump em conter e punir regimes autoritários, como os de Cuba e os que, segundo Eduardo Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes e o presidente Lula estariam transformando o Brasil para espalhar seu alcance pelo continente.
Quem foi sancionado
Entre os sancionados estão:
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Mozart Julio Tabosa Sales – atual secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde e braço-direito do ministro Alexandre Padilha. Mozart foi chefe de gabinete de Padilha, assessor-chefe da pasta e chegou a atuar como ministro interino em 2012 e 2014.
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Alberto Kleiman – ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e ex-diretor de Relações Externas da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde).
Justificativa das sanções
O secretário de Estado dos EUA informou que a medida também se aplica a ex-funcionários da OPAS. A justificativa é o programa Mais Médicos, que, segundo os EUA, teria envolvido um esquema de exportação e exploração de médicos cubanos através de trabalho forçado. O governo norte-americano ainda afirma que o programa “enriquece o corrupto regime cubano e priva o povo local de cuidados médicos essenciais”.
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