Esportes

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A Copa do Mundo ainda não terminou, mas o Campeonato Brasileiro voltou. Duas partidas abriram a 19ª rodada na noite desta quinta-feira (16). O confronto de mais emoção ocorreu no Rio de Janeiro. No Nilton Santos, o Botafogo derrotou o Santos por 2 a 1, garantindo o triunfo no último lance.

O atacante Lucas Emanuel, do Botafogo, viveu uma noite inesquecível. Titular na estreia pelo time profissional, o garoto de 17 anos, que veio do time sub-17, balançou as redes e fez valer a aposta do técnico Franclim Carvalho. A vitória, por sua vez, foi carimbada com gol de outra cria da base: o também atacante Kadir, joia panamenha de 18 anos.

Com o triunfo, o Glorioso voltou à metade de cima da tabela de classificação. A equipe carioca foi a 25 pontos, ocupando provisoriamente o nono lugar. O Peixe, com 21, aparece em 16º, uma posição a frente da zona de rebaixamento, que reúne os quatro últimos colocados – o chamado Z-4.

As equipes ainda não puderam contar com os jogadores que disputaram a Copa. O volante Danilo, do Botafogo, e o atacante Neymar, do Santos, reapresentam-se apenas nesta sexta-feira (17).

Base decide para o Glorioso

No primeiro tempo, o Santos teve mais posse e presença ofensiva, mas apenas uma grande chance. Aos 23 minutos, o atacante Miguelito tabelou ao entrar na área e finalizou no canto esquerdo, mas parou em defesa do goleiro Léo Linck. A bola ainda bateu na trave antes de sair pela linha de fundo.

O Botafogo acabou sendo mais eficiente e aproveitou uma falha defensiva para sair na frente. Aos 40, o atacante Kauan Toledo desarmou o zagueiro Luan Peres na entrada da área e a bola sobrou para Lucas Emanuel, que tocou por cobertura na saída do goleiro Gabriel Brazão. Um golaço do estreante de 17 anos.

A etapa final iniciou com o Santos ainda mais agressivo. Aos cinco minutos, o meia Alvaro Barreal entrou na área pela esquerda e chutou cruzado. Léo Linck deu rebote e o atacante Thaciano, de frente para o gol, mandou por cima da meta, desperdiçando grande oportunidade.

Principal nome santista na partida, Barreal foi recompensado aos 11. Após cobrança de escanteio, Léo Linck afastou parcialmente, mas trombou com o zagueiro Justino e ficou caído no gramado. Deu tempo para o meia argentino do Peixe chutar da entrada da área e aproveitar o gol vazio para deixar tudo igual.

O Santos quase virou aos 41. Léo Linck rebateu, para frente, o arremate do meia Gabriel Bontempo da entrada da área. O zagueiro Lucas Veríssimo se atirou de cabeça na bola para aproveitar, parando em mais uma defesa do goleiro. O lateral Gabriel Menino ainda pegou a sobra e, na cara do gol, ainda que sem ângulo, acertou a trave esquerda.

A oportunidade desperdiçada custou caro. No último lance, o zagueiro Marçal lançou Kadir desde o campo de defesa. Gabriel Brazão saiu da área para afastar a bola, mas chutou em cima de Luan Peres. Melhor para o atacante panamenho do Botafogo, que avançou em direção ao gol vazio e decretou a vitória do Glorioso.

Vitória afunda Vasco

No outro jogo desta quinta, o Vitória superou o Vasco por 1 a 0 no Barradão. O Leão rubro-negro, com os mesmos 25 pontos do Botafogo, fica atrás do Alvinegro carioca pelo saldo de gols e ocupa o 10º lugar. O Cruzmaltino é justamente a equipe que abre o Z-4, com 20 pontos.

Depois de um primeiro tempo de poucas emoções, o Vitória aproveitou a falha defensiva do Vasco para decidir a partida. Aos 23 minutos, o volante Cauan Barros foi desarmado na entrada da área por Diego Tarzia e a bola sobrou nos pés do também atacante Renato Kayzer. Revelado na base do time carioca, o camisa 79 fez valer a “lei do ex” e mandou para as redes.


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A seleção brasileira feminina está a uma vitória de conquistar o bicampeonato mundial consecutivo de vôlei sentado. Nesta quinta-feira (16), a Amarelinha selou a classificação com vitória na semifinal sobre a anfitriã China por 3 sets a 0 (25/22, 25/19 e 25/13). As brasileiras decidem o título contra a seleção dos Estados Unidos nesta sexta (17), a partir das 5h30 (horário de Brasília).

Uma das protagonistas da equipe Amarelinha em quadra foi a jogadora Suellen Dellangelica com 20 acertos. Janaína Petit foi a segunda maior pontuadora, com 13.

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A seleção chega à final com 100% de aproveitamento. Venceu os três jogos da fase de grupos (contra Tailândia, Itália e França),  superou a Hungria nas oitavas e passou pela Ucrânia nas quartas.

Há quatro anos, no Mundial de Sarajevo (Bósnia e Herzergovina) as brasileiras faturam o título inédito com vitória na final sobre o Canadá, por 3 sets a 1.

Seleção masculina luta pelo bronze à 1h

A partir de 1h desta sexta (17), a seleção masculina entra em quadra para disputar o bronze contra o Cazaquistão. Os brasileiros perderam a chance da disputa inédita do título mundial, ao serem superados pela seleção da Bósnia e Hezergovina por 3 sets a 1  (20/25, 18/25, 25/23 e 10/25), nesta quina (17).  


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O vencedor da Copa do Mundo 2026 será conhecido domingo (19), na partida entre Espanha e Argentina, às 16h, em Nova York. O jogo reunirá as duas seleções no topo do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), com estilos semelhantes, e eventuais erros no gramado podem definir o campeão.

Olhando os detalhes, porém, os comentaristas da TV Brasil (EBC) observam pontos fortes e fracos em cada equipe.

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Bruno Mendes destaca que a seleção espanhola, a La Roja, é mais jovem, e isso pode ser uma vantagem, diante do calor registrado nas partidas nos Estados Unidos, onde será o jogo. Para o comentarista, apesar de o estádio em Nova York ser climatizado, o fator climático exige mais do físico dos jogadores.

“São dois times muito técnicos, mas a média de idade, talvez, faça essa diferença”, analisou Mendes.

“Pode favorecer a Espanha ter um time mais jovem que, em tese, tem condições melhores de enfrentar o calor”, disse. “A Argentina vem de desgastes grandes nas últimas partidas, com duas prorrogações e um jogo anterior apertado. A Espanha não”, pontuou.

Por outro lado, a seleção argentina, além de jogadores mais experientes, tem Lionel Messi, o maior artilheiro da história das copas e o melhor jogador de futebol da atualidade. Ao criar lances, ele é o trunfo para a atual campeã vencer o bicampeonato e se tornar tetracampeã. O time venceu a Copa em 2022, no Catar.

“Messi é o responsável pelas principais jogadas, conhece bem o time e lidera”, acrescentou a comentarista da TV Brasil, a historiadora Rachel Motta, lembrando da participação do jogador nos dois gols da vitória contra a Inglaterra. Ela identifica ainda outra vantagem do time, a “raça”, que significa comprometimento e entrega até o apito final.

“Se nos basearmos nos números, será um confronto equilibrado”, avalia Motta, lembrando que os dois times já se enfrentaram 14 vezes, sendo uma em copa, com seis vitórias para cada lado e dois empates.

“Mas a Argentina joga com raça, que é difícil de traduzir, por isso, é uma final em aberto”, ponderou.

Se o vencedor for a Espanha, a equipe masculina igualará o feito da seleção feminina de futebol, atual campeã mundial, e se tornará bicampeã. A seleção masculina só ganhou a Copa uma vez, em 2010, quando venceu a Holanda por 1 x 0, na África do Sul.

Em campo, a Espanha contará com o jovem prodígio Lamine Yamal, que faz sua estreia na competição. Há dezoito anos, ele teve um primeiro encontro inusitado com a estrela albiceleste, Messi. O argentino, então com 19 anos, apareceu em uma fotografia para uma campanha beneficente dando banho em um bebê negro, que hoje é o artilheiro da Espanha Yamal.

Ganhando um time ou outro, o resultado se aproximará do ranking da Fifa, liderado pela Argentina, com a Espanha em segundo lugar. A seleção francesa e a Inglaterra, que disputam a terceira colocação, sábado, estão na terceira e quarta posição, respectivamente. “A zebra não chegou na fase final”, brincou Motta.

Além da taça, no domingo, serão anunciados os prêmios individuais, de melhor jogador, o Bola de Ouro, Luva de Ouro, para o melhor goleiro e a Chuteira de Ouro para o artilheiro. Messi lidera essa categoria, por ter marcado oito gols. Kylian Mbappé, da França, está logo atrás e pode superar o argentino durante a disputa de terceiro lugar. A França entra em campo contra a Inglaterra, sábado, às 18h, em Miami.


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 32 - Spain v Austria - Los Angeles Stadium, Inglewood, California, U.S. - July 2, 2026 Spain's Pedro Porro celebrates scoring their second goal with Lamine Yamal and Pau Cubarsi REUTERS/Lisi Niesner
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Round of 32 - Spain v Austria - Los Angeles Stadium, Inglewood, California, U.S. - July 2, 2026 Spain's Pedro Porro celebrates scoring their second goal with Lamine Yamal and Pau Cubarsi REUTERS/Lisi Niesner
Seleção espanhola, a La Roja, é mais jovem, e isso pode ser uma vantagem, diante do calor registrado nas partidas nos Estados Unidos – Reuters/Lisi Niesner/Proibida reprodução

Maior Copa

Com a partida final, em Nova York, chega ao fim a primeira Copa do Mundo realizada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. O torneio ampliou o número de participantes para 48 seleções, permitindo a estreia de equipes como Cabo Verde, do goleiro Vozinha, que fez história ao parar o ataque da Espanha e não tomar nenhum gol da agora finalista.

Os jogos no mundial foram marcados pela organização defensiva aliada à eficiência. Tiveram vantagem os times que conseguiram controlar o passe de bola sem deixar de marcar, o que não foi o caso do Brasil, eliminado nas oitavas de final. Nesta edição, contra-ataques rápidos e bolas aéreas foram decisivas.

A próxima Copa será entre 8 de junho e 21 de julho de 2030 e celebrará o centenário da competição. Os jogos serão na Espanha, Portugal e no Marrocos, mas a América do Sul também receberá partidas, celebrando os 100 anos do Mundial. Uruguai, Argentina e Paraguai devem sediar as partidas iniciais do Mundial.

Copa feminina

Antes disso, em 2027, o Brasil recebe a Copa do Mundo Feminina de Futebol. Será a primeira vez do torneio na América do Sul que reunirá 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho. Os jogos serão em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre,  Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. 

Interessados já podem se cadastrar no site da Fifa para receber informações sobre ingressos, categorias e etapas da competição.


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A Confederação Brasileira de Ginástica (CBF) definiu nesta quinta-feira (16) a lista de convocadas para o Mundial de Ginástica Rítmica, em Frankfurt (Alemanha), que distribuirá seis vagas para a Olimpíada de Los Angeles 2028 (LA28) – metade delas destinada à disputa de conjunto e o restante à competição individual. A Amarelinha chega embalada ao evento, após bons resultados no primeiro semestre deste ano. O Mundial ocorrerá de 12 a 16 de agosto.

 A técnica Camila Ferezin manteve boa parte do time que arrematou ouro e prata na etapa da Copa do Mundo de Milão Itália), no último fim de semana. Entre as convocadas estão Maria Eduarda Arakaki, Julia Kurunczi, Maria Paula Caminha, Nicole Pírcio e Sofia Madeira Pereira. Confira a lista completa ao fim do texto.

Na competição individual, o Brasil será representado pelas ginastas Bárbara Domingos (Babi), Geovanna Santos da Silva (Jojô) e Maria Eduarda Alexandre. Em junho, o Brasil faturou oito medalhas no Pan-Americano de Ginástica, no Rio de Janeiro, sendo três delas de ouro. Jojô foi campeã no arco e na fita, e Babi nas maças.

Na edição do Mundial do ano passado, também no Rio, o conjunto brasileiro amealhou duas pratas.

Convocadas

CONJUNTO

Julia Kurunczi (UNOPAR-PR)

Maria Eduarda Arakaki (Marista de Maceió-AL)

Maria Paula Caminha (GORBA-BA)

Mariana Vitória Pinto (AGIR-PR)

Nicole Pírcio (UNOPAR-PR)

Sofia Madeira (INCESP-ES)

Reservas: Mariane Giovacchini dos Santos (Espéria-SP) e Renata Brum Diniz (GRM-MG)

Treinadora: Camila Ferezin Resende

Assistentes técnicas: Bruna Rosa e Reni Karachomakova

INDIVIDUAL

Barbara Domingos (AGIR-PR)

Geovanna Santos da Silva (INCESP-ES)

Maria Eduarda Alexandre (AGITO-PR)

Treinadoras: Mayara Ehlke, Gizela Batista e Solange Paludo


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A participação do Brasil nos Jogos Parasul-Americanos de Valledupar (Colômbia) chegou ao fim da maneira que começou: dourada. O evento terminou na noite da última quarta-feira (15) com o país na liderança do quadro de medalhas. Foram 110 ouros, 86 pratas e 52 bronzes. Ou seja, 248 pódios no total.

No último dia do evento, a delegação verde e amarela obteve 30 medalhas, sendo 13 de ouro. Uma delas teve sabor especial, conquistada no futebol de cegos e diante da Argentina, maior rival.

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O duelo contra os hermanos, atuais campeões mundiais, teve cara de revanche. Os argentinos haviam levado a melhor nos dois últimos confrontos decisivos entre as seleções: a final da Copa América de 2022, na casa deles, em Córdoba; e a semifinal da Paralimpíada de Paris (França), em 2024.


15.07.26 - Jogos Para-Sulamericanos Valledupar 2026. Futebol de Cegos Brasil x Argentina na Villa Olimpica Agustin, em Codazzi, Colômbia. Foto: Carol Coelho/CPB
15.07.26 - Jogos Para-Sulamericanos Valledupar 2026. Futebol de Cegos Brasil x Argentina na Villa Olimpica Agustin, em Codazzi, Colômbia. Foto: Carol Coelho/CPB
Seleção brasileira de futebol de cegos faturou ouro no Parasul-Ameicano com vitória sobre a Argentina na final – Carol Coelho/CPB/Direitos Reservados

Coube ao “carrasco” argentino na final dos Jogos de Tóquio (Japão) decidir novamente para o Brasil. Autor do gol que deu o quinto título paralímpico aos brasileiros em 2021, contra os mesmos rivais, Nonato balançou as redes no início da etapa final e garantiu a vitória. A competição foi disputada na cidade de Agustín Codazzi, a cerca de 62 quilômetros de Valledupar.

O torneio foi o primeiro do ciclo da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos), em 2028. Ainda este ano, em setembro, o Brasil sedia a Copa América de futebol de cegos, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Encerramento dourado

Além do ouro no futebol de cegos, a delegação brasileira foi ao topo do pódio em mais quatro modalidades: natação, atletismo, badminton e tiro com arco. Na piscina, o destaque foi o mineiro Arthur Xavier, que conquistou dois ouros: nos 200 metros (m) medley e no revezamento 4×100 m medley, ambos na classe S14 (deficiência intelectual).

Nas provas de campo do atletismo, a potiguar Jardênia Félix venceu no salto em distância da classe T20 (deficiência intelectual), disputa em que foi bronze no Campeonato Mundial de Paris, em 2023. Já o carioca Wallace dos Santos ganhou no arremesso de peso na categoria que juntou as classes F54 e F55 (ambas para atletas cadeirantes).

Na quadra do badminton, quem brilhou foi David Lima. Além do ouro na chave masculina da classe SU5 (deficiência de membros superiores), o paulista conquistou o primeiro lugar na dupla mista, que também reuniu a classe SL3 (atletas com comprometimento de membro inferior, mas que conseguem andar), ao lado da paranaense Kauana Beckenkamp.


Quadro de medalhas final dos Jogos Parasul-Americanos 2026
Quadro de medalhas final dos Jogos Parasul-Americanos 2026
Divulgação/CPB

Por fim, no tiro com arco, foram três ouros, com direito a dobradinha na classe Open, para atletas com deficiência em um ou dois membros (ambos inferiores ou superior e inferior do mesmo lado). A goiana Jane Karla Gögel, ex-número um do mundo, superou a cearense Helena Nunes na decisão.

As outras douradas vieram na classe W1 (deficiências graves, em três ou quatro membros). No masculino, o cearense Eugênio Franco, de 66 anos e integrante mais velho da delegação brasileira, superou o chileno Victor Bocaz. Entre as mulheres, em mais uma final entre Brasil e Chile, a paranaense Juliana da Silva venceu Mariela Carrasco.

O Brasil disputou os Jogos Parasul-Americanos com 237 representantes em 13 modalidades. A delegação reuniu, ainda, quatro guias (atletismo), quatro pilotos (ciclismo) e dois goleiros (futebol de cegos), para as disputas envolvendo atletas com deficiência visual, além de dois calheiros, para auxílio dos competidores de maior comprometimento motor na bocha.

Esta foi a segunda edição do evento. A primeira ocorreu em 2014, na capital chilena Santiago. Na ocasião, o Brasil ficou em segundo lugar no quadro de medalhas, com 104 pódios, atrás da Argentina – que sediaria a competição multimodalidade quatro anos depois, em Buenos Aires, mas acabou recuando por motivos financeiros.