Barulho começou às 10h30 deste sábado (12) e está aterrorizando os moradores. Não é a primeira vez que o mesmo homem com o mesmo carro ataca a comunidade.
O Jardim Maracanã, localizado na região do Jardim São Luiz, zona sul de São Paulo, vive mais um dia de terror neste sábado (12). Um homem identificado como moreno, com cerca de 30 anos, voltou a usar um Volkswagen Santana prata, placa BFD-2414, para atacar os moradores com som extremamente alto.
Segundo relatos, o barulho começou por volta das 10h30 da manhã e segue pela noite, sem previsão de parar. Moradores relatam que, se alguém vai reclamar, é ameaçado e obrigado a “ir trabalhar”.
🚨 Este não é um caso isolado. Durante o Dia das Mães, o mesmo homem começou com barulho no sábado e só parou no domingo, virando madrugada. De acordo com dados do Nitro News Brasil, a comunidade já convive com esse terror há mais de um ano, com dezenas de denúncias registradas à Polícia Militar (47º Batalhão e 1º DP) e à subprefeitura do M’Boi Mirim — sem nenhuma providência eficaz.
Lei do Silêncio e PSIU
A Lei do Silêncio em São Paulo estabelece limites de ruído em áreas residenciais:
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Durante o dia: máximo de 50 decibéis.
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À noite: máximo de 45 decibéis.
O som emitido por esse Santana chega facilmente a 150 decibéis ou mais, ou seja, mais de 200 vezes acima do permitido, colocando em risco a saúde auditiva e mental dos moradores.
O PSIU (Programa de Silêncio Urbano) da Prefeitura de São Paulo atua em casos de perturbação sonora. Pela lei, som alto configurado como perturbação do sossego é crime e pode resultar em:
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Multa.
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Apreensão de equipamentos e veículos.
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Convocação do dono à delegacia para esclarecimentos.
Como denunciar
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📞 Polícia Militar: ligue 190, informe o local exato e peça registro de ocorrência.
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📝 Prefeitura (PSIU): pelo número 156 ou pelo site https://sp156.prefeitura.sp.gov.br.
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Se possível, anexe fotos ou vídeos como prova.
⚠️ Importante: mesmo que a polícia não vá até o local de imediato, é fundamental registrar para criar histórico de ocorrências.
Falta de ação
Apesar das inúmeras denúncias, moradores afirmam que a PM muitas vezes não comparece ou não toma providências, aumentando a sensação de medo e insegurança.
Além disso, as denúncias feitas à subprefeitura do M’Boi Mirim também não resultaram em fiscalização ou sanções até o momento.
“Esperamos uma ação enérgica do poder público ainda hoje. Não aguentamos mais viver com medo, com nossas casas tremendo e nossa saúde mental destruída”, desabafou uma moradora ao Nitro News Brasil.
📌 Pontos principais
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🚨 Carro identificado: Volkswagen Santana prata, placa BFD-2414.
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🔊 Som chega a 150 decibéis, mais de 200 vezes o limite permitido.
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👮♂️ Denúncias reiteradas à PM e à prefeitura sem retorno efetivo.
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⚖️ Crime de perturbação do sossego, passível de multa, apreensão e responsabilização criminal.
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🗣 Comunidade convive com medo há mais de 1 ano.
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