Mesmo com a maioria das praias do litoral paulista classificada como própria para banho neste início de março, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) orienta os banhistas a evitarem entrar no mar nas 24 horas seguintes a chuvas intensas.

O alerta se deve à possível piora temporária da qualidade da água causada pelo escoamento de poluentes arrastados pela chuva até rios e praias.

De acordo com o boletim de balneabilidade divulgado nesta quinta-feira (26), 114 praias estão próprias para banho entre os 175 pontos monitorados ao longo dos 256 quilômetros da costa paulista.

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Litoral Norte tem maioria das praias liberadas

No Litoral Norte, 92% das praias apresentam condições favoráveis para banho, mesmo após as chuvas registradas durante a semana em cidades como Ubatuba e São Sebastião.

Municípios como Caraguatatuba e Ilhabela concentram diversos pontos com classificação positiva.

Baixada Santista exige atenção redobrada

Já na Baixada Santista, o monitoramento aponta 53 pontos impróprios, sinalizados com bandeira vermelha.

A recomendação é que moradores e turistas respeitem a sinalização, pois o contato com água contaminada pode provocar infecções gastrointestinais, irritações na pele e problemas respiratórios.

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Onde consultar a balneabilidade

A situação atualizada de cada praia pode ser verificada no site oficial da Cetesb, que disponibiliza mapa interativo com todos os pontos monitorados.

As informações também estão disponíveis no aplicativo gratuito da companhia para Android e iOS, permitindo consulta rápida antes de sair de casa.

A próxima atualização do boletim está prevista para 5 de março.


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Após repercussão negativa no Congresso e nas redes sociais, o governo federal decidiu revogar parte do aumento do imposto de importação sobre produtos eletrônicos e bens de capital anunciado no início do mês.

A medida foi aprovada nesta sexta-feira (27) pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), vinculado à Câmara de Comércio Exterior (Camex).

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A decisão restabelece as alíquotas anteriores para 15 produtos de informática, incluindo smartphones e notebooks. A Camex também zerou a tarifa de importação para 105 itens classificados como bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) e produtos das áreas de informática e telecomunicações.

Nos dois casos, a redução de tarifas de importação ocorre por meio do mecanismo de ex-tarifário, que reduz alíquotas para itens sem produção de similar ou equivalente no Brasil.

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Smartphones 

Com o recuo, a alíquota de importação de smartphones retorna a 16%. A proposta anterior previa elevação para 20%. Em alguns casos, o aumento poderia chegar a até 7,2 pontos percentuais.

Também tiveram as tarifas restabelecidas produtos como notebooks, que retornam à alíquota original de 16%; gabinetes com fonte de alimentação (10,8%); placas-mãe (10,8%); mouses e track-balls (10,8%); mesas digitalizadoras (10,8%) e unidades de memória SSD (10,8%).

Segundo o governo, as alterações passam a valer a partir da publicação da resolução no Diário Oficial da União. A lista completa de produtos beneficiados está disponível no site da Camex.

Desgaste político

O aumento inicial atingia cerca de 1,2 mil itens e gerou reação de parlamentares da oposição e de setores empresariais, que alertaram para possível impacto nos preços ao consumidor.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vinha defendendo a medida sob o argumento de proteção à indústria nacional e de correção de distorções no comércio exterior. Ele esclareceu que mais de 90% dos produtos afetados são produzidos no Brasil, e o aumento só atingia produtos importados.

No caso de eletrônicos produzidos ou montados no país com insumos importados, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) esclareceu que os componentes seriam beneficiados pelo mecanismo de drawback, que reduz o Imposto de Importação de insumos usados para fabricar produtos destinados à exportação.

O governo estimava arrecadar até R$ 14 bilhões em 2026 com a elevação das alíquotas. A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão consultivo do Senado, previa receita maior, de R$ 20 bilhões neste ano.

Pressão política

Diante da pressão política, o Executivo optou por um recuo parcial. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a decisão acolheu pedidos protocolados por empresas até 25 de fevereiro e já estava prevista nas regras de ex-tarifário, mecanismo que permite zerar imposto para produtos sem similar nacional. A pasta informou que as alíquotas mais altas anunciadas no início do mês não chegaram a entrar em vigor.

Os 105 produtos que tiveram a tarifa reduzida a zero permanecerão com isenção por 120 dias. Novas revisões poderão ocorrer nas próximas reuniões do Gecex, que delibera mensalmente sobre realinhamentos tarifários.


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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), Aloizio Mercadante, anunciou nesta sexta-feira (27), em São Paulo, a ampliação de recursos para o Nova Indústria Brasil. Segundo ele, até o fim deste ano o banco vai destinar mais R$ 70 bilhões para o programa, somando um total de R$ 370 bilhões desde que o programa foi lançado em janeiro de 2024.

“Nós estamos anunciando hoje, aqui, que estamos aumentando em mais R$ 70 bilhões de crédito. Entregamos R$ 300 bilhões, e vamos entregar até o final deste ano, R$ 370 bilhões”, disse Mercadante, ao lado do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

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<<Entenda o programa Nova Indústria Brasil

A Nova Indústria Brasil (NIB) é uma política industrial lançada pelo governo federal no início de 2024, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento da indústria nacional até 2033.

O programa usa instrumentos tradicionais de políticas públicas, como subsídios, empréstimos com juros reduzidos, ampliação de investimentos federais, incentivos tributários e fundos especiais para estimular alguns setores da economia.


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Um estudo da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), elaborado em parceria com a Finance Estudos e Pesquisa e a Finanças Análise Consultoria Econômica, revelou que o potencial brasileiro para investir em ações de drenagem, contenção de encostas e infraestrutura urbana é de aproximadamente R$ 27 bilhões em novos financiamentos voltados a ações preventivas. O estudo se divide em dois blocos de medidas: um voltado à ampliação geral do crédito aos entes subnacionais e outro direcionado especificamente à Política Nacional de Mudança Climática (PNMC).

O estudo Cidades Sustentáveis: Construção de uma Nova Realidade para os Municípios no Âmbito da Sustentabilidade e do Programa Nacional de Mudança Climática, divulgado na semana em que o Brasil assiste à recente tragédia provocada pelas chuvas intensas em Juiz de Fora, Minas Gerais, que resultou em cerca de 40 mortes e levou à decretação de calamidade pública, mostra soluções para os entraves fiscais e regulatórios que limitam o acesso de estados e municípios ao crédito para investimentos estratégicos em drenagem urbana, contenção de encostas, saneamento e infraestrutura resiliente.

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Uma das soluções apontadas pelo estudo é que o montante anual global autorizado para novas operações seja equivalente ao valor da dívida a vencer no ano, como proporção do Produto Interno Bruto (PIB). 

“Isso permitiria recompor o estoque sem pressionar o equilíbrio fiscal. Outra medida prevê desconsiderar, no cálculo do limite global, as operações de entes com Capacidade de Pagamento A, por não representarem risco macroeconômico relevante”, diz o estudo.

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Outra proposta é a revisão do limite de exposição das instituições financeiras de desenvolvimento ao setor público, atualmente fixado em 45% do Patrimônio de Referência (PR) pela Resolução nº 4.995/2023. 

“O estudo propõe diferenciar os percentuais conforme o perfil da instituição: até 70% do PR para Agências de Fomento, 60% para Bancos de Desenvolvimento e 50% – com possibilidade de extrapolação temporária até 55% – para as demais instituições financeiras de desenvolvimento”.

O estudo sugere ainda que a regra de destaque de capital seja modificada passando da proporção 1:1 para 1:3 nas operações garantidas por cota-parte de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), ou seja, permitindo que a cada R$ 1 de capital destacado pela instituição seja possível conceder até R$ 3 em crédito.

“O estudo ainda propõe a revisão do limite de custo efetivo máximo nas operações garantidas por Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Fundo de Participação dos Municípios (FPM) – transferências constitucionais da União para estados e municípios que podem ser usadas como garantia de empréstimos, por serem receitas regulares e previsíveis”.

Outra solução apontada pelo estudo é o aprimoramento da metodologia da Capag (Capacidade de Pagamento), indicador da Secretaria do Tesouro Nacional que avalia a saúde fiscal de estados e municípios com base em critérios como endividamento, poupança e liquidez. 

Entre as sugestões estão o ajuste do indicador de endividamento, com inclusão da vida média ponderada da dívida, e a ampliação do espaço fiscal para entes classificados como A+ (incremento de 20%) e B+ (incremento de 10%) – categorias que identificam estados e municípios com melhor desempenho fiscal e maior capacidade de honrar compromissos financeiros.

O relatório sugere também a criação de um Banco de Projetos, com certificação sob gestão federal, e o reconhecimento de Projetos Regionais validados por Agências de Fomento, que também não seriam computados nos limites globais de endividamento.

Segundo as estimativas do estudo, cada medida pode gerar no montante anual global de crédito, R$ 15 bilhões; na elevação do limite de 45% do PR, 18 bilhões; na mudança na regra de destaque de capital (1:1 para 1:3), R$ 7,1 bilhões; na revisão do limite de taxa/garantia FPM, R$ 2 bilhões; na Capag A+ fora dos limites, R$ 1 bilhão (193 municípios); na Capag “C” com crédito PNMC, R$ 5 bilhões (beneficiando mais de 2.200 municípios); nos projetos regionais, R$ 1 bilhão e no banco de projetos, R$ 1 bilhão.

“O estudo da ABDE mostra que é possível compatibilizar responsabilidade fiscal com ampliação do investimento público, especialmente quando se trata de adaptação urbana às mudanças climáticas. É fundamental ter mecanismos que priorizem projetos certificados, estruturados e alinhados à Política Nacional de Mudança Climática. Além de reduzir custos futuros, estamos salvando vidas e tornando o Brasil um país mais resiliente e sustentável”, afirmou o diretor-executivo da ABDE, André Godoy.


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Um grupo de voluntários viajou mais de 500 quilômetros de Piracicaba, no interior de São Paulo, até Juiz de Fora, na Zona da Mata Mineira, para ajudar aqueles que foram impactados pelas chuvas e deslizamentos de terra que atingem a região desde a última segunda-feira (23). Enquanto parte da equipe pegou a estrada, outra organiza arrecadações e logística para envio de doações.

O bombeiro civil Rodrigo Bazaglia chegou na manhã desta sexta (27) e dirigiu-se até o lugar com o maior número de mortes, o bairro Parque Jardim Burnier, na Zona Sudeste, que contabiliza 21 vítimas. Ele chegou disposto a ajudar do jeito que fosse necessário, no resgate de desaparecidos ou no trabalho de limpeza.

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“Se for para cavar, vamos cavar. Se for para entrar na água, vamos entrar. Estamos aqui à disposição para ajudar todos os moradores, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros”, diz Rodrigo.


Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - O bombeiro civil Rodrigo Bazaglia participa como voluntário do trabalho de resgate das vítimas do deslizamento de terra ocorrido durante tempestade da noite de  segunda-feira, 22 de fevereiro, que vitimou 21 pessoas e deixou várias casas destruídas no bairro Jardim Burnier. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Juiz de Fora (MG), 27/02/2026 - O bombeiro civil Rodrigo Bazaglia participa como voluntário do trabalho de resgate das vítimas do deslizamento de terra ocorrido durante tempestade da noite de  segunda-feira, 22 de fevereiro, que vitimou 21 pessoas e deixou várias casas destruídas no bairro Jardim Burnier. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Rodrigo Bazaglia participa como voluntário do trabalho de resgate das vítimas em Juiz de Fora  – Rovena Rosa/Agência Brasil

O grupo nasceu a partir de outro contexto de calamidade pública. Em 2024, eles se reuniram às pressas para atuar no Rio Grande do Sul. Muitos não se conheciam e, da experiência, surgiu um vínculo mais duradouro.

“No Rio Grande do Sul a gente chegou quando as chuvas e as inundações ainda estavam acontecendo. Aqui, está mais delicado lidar com as famílias e as perdas que elas tiveram. A gente acaba se envolvendo e sentindo parte dessa dor coletiva”, diz Rodrigo.

A última atualização indicava 62 em mortes e 3 desaparecidos em Juiz de Fora, e 6 mortes e 2 desaparecidos em Ubá. O número de desabrigados e desalojados estava acima de 4.200.

Mobilização de estudantes

Um grupo de estudantes de medicina de Juiz de Fora também decidiu subir as ladeiras do Parque Jardim Burnier para ajudar os moradores. A mobilização começou na igreja do pai de um deles, que organizou arrecadação de alimentos, produtos de higiene e kits de limpeza. Só nesta semana, foram entregues 50 kits no bairro Vitorino Braga, também afetado pelas chuvas.

Lívia André, uma das alunas do Centro Universitário Antônio Carlos (Unipac), conta que não conhecia a região e que ficou impactada com a realidade das pessoas que vivem ali.

“O sofrimento do próximo é nosso também. A gente não podia ficar parado em casa sem fazer nada. Dá aquela sensação de impotência. Ainda mais quando é na nossa cidade, a gente tem que se mover. Não são só números. Essas pessoas estão sofrendo com isso. Estamos aqui para oferecer ajuda em limpeza, fazer marmitas, trabalho braçal, o que eles estiverem precisando”, diz Lívia.

Confira reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre o trabalho dos voluntários em Juiz de Fora


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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender uma lei municipal de Londrina, no Paraná, que proibiu a participação atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. O pedido foi protocolado na última quarta-feira (25).

A CBV alega que a norma, que entrou em vigor em 2024, interfere nos jogos das semifinais da Copa Brasil, que serão realizados, neste final da semana, no município paranaense.

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A confederação afirmou ao Supremo que a proibição atinge a atleta Tiffany Abreu, a primeira mulher transgênero a disputar competições de vôlei no país.

Ela é atleta do Osasco São Cristóvão Saúde, que tem partida marcada para esta sexta-feira (27) contra o Sesc RJ Flamengo, no ginásio do Moringão, em Londrina.

Ao pedir a suspensão da lei, a confederação disse que Tiffany já disputa a competição regulamente e será prejudicada pela norma.

“No âmbito desportivo, cumpre informar que a atleta Tiffany está devidamente registrada e apta a atuar pelo Osasco na competição, tendo participado das últimas partidas sem qualquer intercorrência, observando-se os termos dos regulamentos e normas de registro editados pela CBV, que autorizam a participação de atletas trans nas competições nacionais, cumpridos os requisitos da política de elegibilidade da CBV”, argumentou a entidade.

A ação é relatada pela ministra Cármen Lúcia.

Em nota, o Osasco São Cristóvão Saúde afirmou que Tifanny atua profissionalmente há mais de oito anos, tem conduta exemplar e cumpre rigorosamente os critérios médicos estabelecidos pela CBV.

“Nosso clube se pauta pelos valores do esporte, que agregam a inclusão, a diversidade e o respeito a todos os indivíduos. Apoiamos integralmente a nossa atleta e defendemos seu direito constitucional ao trabalho e ao exercício de sua profissão, livre de qualquer forma de discriminação”, declarou a equipe.

 


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Uma façanha e tanto! Os mesatenistas brasileiros Hugo Calderano e Bruna Takahashi derrotaram a dupla número 1 do mundo e pela primeira vez na história levantaram o troféu de duplas mistas em um torneio Smash, que distribui a maior pontuação no circuito mundial (2 mil pontos). A proeza ocorreu nesta sexta-feira (27), na final do WTT Smash de Singapura.

A parceria do carioca com a paulista (5ª no ranking) cravou 3 sets a 0 sobre os favoritos sul-coreanos Lim Jonghoon e Shin Yubin, com parciais de 11/7, 11/6 e 13/11. Com o título inédito, Calderashi – apelido dado pela torcida brasileira -tornou-se a primeira dupla não asiática a ser campeã em competições Smash – as finais anteriores foram dominadas por chineses.

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“É definitivamente um grande título ganhar um Grand Smash. A maioria das melhores duplas do mundo estava jogando, incluindo os líderes do ranking. Estou muito feliz pela forma como jogamos. A Bruna fez uma partida especialmente incrível na final. Vamos celebrar. Eu espero curtir essa noite”, disse Calderano, em depoimento à Federação Internacional de tênis de mesa (World Table Tennis-WTT).

“Para mim, o mais importante foi ter alegria nessa partida. E também vir [competir] relaxados, eles estavam mais pressionados do que nós, são uma dupla muito boa. Então eu só queria aproveitar e fazer meu jogo. Estou feliz por ter acontecido hoje”, comemorou Takahashi em entrevista a WTT.

Além da cumplicidade nos embates esportivos, Calderano e Takahashi também são namorados. O primeiro título do casal foi obtido em julho do ano passado, no WTT Contender Buenos Aires (Argentina).

“Temos jogado cada vez melhor, a cada torneio. Na verdade não treinamos duplas mistas desde a última competição, as Finais em Hong Kong, há dois meses. Mas acho que estamos no caminho certo. Jogamos muito bem aqui, especialmente na final. Eles são a dupla número 1 do mundo por uma razão”, concluiu Calderano.

Para chegar à final em Singapura, os brasileiros  somaram três vitórias consecutivas. Estrearam com placar de 3 sets a 2 contra os egípcios Oussef Abdelaziz e Mariam Alhodaby. Depois, nas quartas de final, superaram os indianos Manush Shah e Diya Chitale (3 sets a 0). Nas semifinais, a dupla Calderashi derrotou por 3 sets a 1 a parceria número 4 do mundo, formada por Wong Chun Ting com Doo Hoi Kem (Hong Kong). 

Calderano cai nas oitavas de simples

Antes da final de duplas, Calderano deu adeus à briga pelo título na chave principal do Smash de Singapura. Vice-líder no ranking mundial, o carioca foi superado nas oitavas pelo jovem chinês Chen Yuanyu ( (30º no ranking), por 3 sets a 1 (6/11, 11/9, 12/10 e 11/9).


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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta sexta-feira (27) o repasse de R$ 6,196 milhões para ações de resposta em sete municípios atingidos por desastres naturais em Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul. 

As portarias com a liberação dos recursos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

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Em Minas Gerais, os municípios de Ubá e Matias Barbosa, afetados pelas fortes chuvas desta semana, estão entre os contemplados. Também receberá recursos a cidade de Pescador. No Piauí, o repasse foi destinado a Vera Mendes. Já no Rio Grande do Sul, os valores serão direcionados a Vespasiano Corrêa, Passa Sete e Maquiné.

Ao todo, Vera Mendes (PI) receberá R$ 277.793,49; Vespasiano Corrêa (RS), R$ 122.350,00; Passa Sete (RS), R$ 3.221.700,00; Maquiné (RS), R$ 430.000,00; Pescador (MG), R$ 88.697,60; Ubá (MG), R$ 752.842,40; e Matias Barbosa (MG), R$ 1.057.100,00 e R$ 245.967,56, conforme as portarias publicadas.

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Segundo o MIDR os recursos foram autorizados com base em critérios técnicos, que consideram a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as demandas apresentadas nos planos de trabalho encaminhados pelas prefeituras.

Municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR para ações de defesa civil. Os pedidos devem ser feitos por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres.

A partir do envio dos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores propostos. Após a aprovação, a liberação dos recursos é formalizada por portaria publicada no Diário Oficial da União.

A Defesa Civil Nacional também disponibiliza cursos a distância voltados à capacitação de agentes municipais e estaduais para o uso do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres.