Autor: Clayton Lima

Uma pessoa apaixonada por esportes, que aprecia a energia e a conexão que eles proporcionam. Fã de praias, encontra inspiração e serenidade nas paisagens litorâneas. Leitor dedicado, com interesse por clássicos literários, como Dom Casmurro, obras contemporâneas, como O Código Da Vinci, e textos que exploram temas fascinantes, como a "Origem da Vida". Sempre buscando cativar as pessoas, compartilhando experiências e reflexões que tocam e inspiram.


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A Caixa Econômica Federal anunciou um pacote de medidas para apoiar moradores e empresas afetados pelas enchentes na Zona da Mata mineira. As ações incluem a antecipação do Bolsa Família e condições facilitadas de crédito e renegociação para pessoas físicas e jurídicas nas cidades em situação de emergência.

Bolsa Família antecipado

Em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o banco vai liberar o pagamento do Bolsa Família já no primeiro dia do calendário do programa para todos os beneficiários dos municípios atingidos.

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O valor estará disponível a partir de 18 de março, medida que também valerá para abril, garantindo continuidade da proteção social às famílias impactadas.

Habitação: pausa e renegociação

Clientes com financiamento habitacional poderão pedir:

•  Pausa de até seis meses nas prestações, pelo aplicativo Habitação Caixa;

•  Incorporação das parcelas vencidas ao saldo devedor, com diluição no prazo restante do contrato;

•  Manutenção das condições originais de juros e prazo.

•  Todos os contratos contam com seguro obrigatório de Danos Físicos ao Imóvel (DFI) e Morte ou Invalidez Permanente (MIP).

Centrais de atendimento para Seguro Residencial

• Caixa Seguradora 0800-274-1000, para contratações até 14/02/2021;

• Caixa Residencial: 0800-722-4926 (assistência) e 0800-722-4923 (sinistros), para  contratações a partir de 15/02/2021.

Centrais de atendimento Seguro Obrigatório de morte e invalidez permanente do mutuário (MIP) e de danos físicos ao imóvel (DFI):

•  Caixa Seguradora: 0800-274-1000 e WhatsApp 0800-749-2020, contratações até 14/02/2021;

•  Caixa Residencial: 0800-722-4923 ou WhatsApp (11) 99506-9519, contratações a partir de 15/02/2021;

•  Too Seguros: 0800-775-9191, WhatsApp (11) 99400-3326, ou no site da seguradora;

•  American Life: 0800-949-8080

•  Tokio Marine: 0800-318-6546

Medidas para pessoas físicas

Penhor:

•  Dispensa automática de encargos por atraso na renovação por 90 dias;

•  Suspensão de leilão das garantias enquanto durar o decreto de emergência.

Empréstimo pessoal e renegociação:

•  Pausa de até três parcelas.

Consignado:

•  Possibilidade de ajuste de prazo e revisão de juros, conforme contrato.

Cesta de serviços

•  Isenção de mensalidade por três meses, para quem não tiver outro benefício ativo.

Condições para empresas

Financiamentos e capital de giro:

•  Pausa de até três meses em contratos de investimento, capital de giro e microcrédito.

Girocaixa Fácil:

•  Até 30 meses para amortização;

•  Prazo pode chegar a 60 meses, conforme garantia.

Máquinas e equipamentos:

•  Até seis meses de carência;

•  Até 60 meses para pagamento.

CDB Flex ou Progressivo para micro e pequenas empresas (MPE):

•  Flexibilização para resgate de aplicações, se não houver bloqueios.

Crédito rural

Pessoa física (produtor rural):

• Prorrogação de vencimentos em caso de frustração de safra;

• Possibilidade de novos contratos mesmo com prorrogações ativas.

Pessoa jurídica (produtor rural): 

•  Cooperativas e agroindústrias afetadas podem solicitar alongamento e prorrogação de prazo, mediante comprovação.

Medidas para hospitais

Santas Casas e hospitais filantrópicos ou não filantrópicos poderão solicitar:

•  Pausa de até 12 meses nas prestações;

•  Incorporação das parcelas ao final do contrato ou pagamento apenas de juros, conforme modalidade.

Atendimento em Matias Barbosa

Caminhão-agência da Caixa está em operação no município de Matias Barbosa;

•  Local: Praça Central Peter H. Birkeland;

•  Horário: 10h às 16h.

Canais de atendimento

•  Alô CAIXA: 4004-0104 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800-104-0104 (demais regiões);

•  Aplicativos: Caixa Tem, Habitação Caixa e FGTS;

•  Internet Banking pelo site oficial da Caixa.

As medidas valem para municípios da Zona da Mata mineira com decreto de situação de emergência reconhecido.

 


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O setor de máquinas e equipamentos iniciou 2026 em desaceleração, após encerrar o ano passado com um crescimento moderado. Essa redução no ritmo de crescimento se deve principalmente à política monetária, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). 

Em janeiro deste ano, a receita líquida total do setor somou R$ 17,3 bilhões, o que representou queda de 17% na comparação com janeiro de 2025 e de 19,3% em comparação a dezembro. Segundo a Abimaq, isso foi resultado de um recuo tanto nas vendas para o mercado doméstico quanto no mercado externo. 

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No mercado doméstico, a queda foi de 19% devido a um “reflexo da política monetária contracionista”, o que provocou, segundo a entidade, inibição dos investimentos, encarecimento do custo de vida, comprometimento de renda e aumento da inadimplência. Já no mercado externo, a influência negativa foi em decorrência da valorização de 11% do real frente ao dólar.

As exportações de máquinas e equipamentos somaram US$ 838 milhões em janeiro, com queda de 41,5% em relação a dezembro, mas crescimento de 3,1% em relação a janeiro de 2025. De acordo com a associação, a retração na comparação mensal se deve a fatores sazonais e também à base elevada de comparação, já que dezembro de 2025 apresentou o segundo maior valor da série histórica.

As importações, por sua vez, tiveram queda em janeiro, somando US$ 2,48 bilhões. No entanto, ressalta a Abimaq, elas seguem em patamares elevados, o que vem ocorrendo pelo menos desde 2015 e se intensificou com a pandemia da covid-19, “quando a substituição da produção nacional por bens importados ganhou força”. 

De acordo com a entidade, o volume de importações demonstra que o país vem transferindo parcela relevante do dinamismo industrial para o exterior, principalmente para a China, responsável por mais de 32% das máquinas importadas pelo Brasil.

Exportações para os Estados Unidos

O setor de máquinas foi um dos mais prejudicados pela aplicação de tarifas de 50% pelo governo dos Estados Unidos, principal destino desses produtos no exterior. Apesar disso, o impacto acabou sendo menor do que o setor previa inicialmente.

“A medida que foi tomada pelo governo Trump impactou bem menos do que a gente previa no início. A gente achava que ia impactar brutalmente as vendas para aquele mercado, mas diversas empresas conseguiram se organizar, se estruturar e preservar aquele mercado, que é bastante importante”, avalia o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, Pedro Estevão Bastos. 

Em entrevista concedida na tarde desta terça-feira (3), na capital paulista, ele disse esperar que as exportações voltem a ganhar força após a decisão da Suprema Corte ter derrubado as tarifas sobre produtos importados que haviam sido impostas globalmente pelo presidente Donald Trump. Mas, por enquanto, ele diz que o setor está cauteloso. 

“Com relação ao futuro e com a reversão da medida, a gente espera conseguir reconquistar uma parte do mercado que foi perdido”, falou. “Mas há outros instrumentos que ele [Trump] pode utilizar e aí elevar a tarifa especificamente para o Brasil a outro patamar, além dos 10%. Então a gente tem conversado com as empresas do setor para ter cautela”, frisou.

Emprego

Em janeiro, o setor apresentou melhora no número de pessoas empregadas, somando 418,9 mil colaboradores. Na comparação com janeiro de 2025, isso representou um acréscimo de 18 mil pessoas.

Apesar disso, a Abimaq pondera que esse número é 2% inferior a outubro do ano passado, quando 422,7 mil pessoas estavam empregadas no setor.

Perspectivas

Para este ano de 2026, a associação projeta um crescimento de 3,5% na produção física de máquinas e equipamentos e de cerca de 4% na receita líquida. Para a Abimaq, esse avanço será sustentado pelo mercado doméstico, com a expectativa de expansão da demanda próxima de 5,6%.

“A gente está achando que, em 2026, vamos ter uma retração nas vendas em relação a 2025. De quanto vai ser ainda está muito cedo para a gente falar, mas talvez alguma coisa em torno de 5% seja bastante razoável”, disse Bastos. 

Segundo ele, essas previsões ainda não levam em consideração fatores externos como o recente conflito no Oriente Médio.


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A expansão de 2,3% da economia brasileira em 2025 posiciona o Brasil na sexta posição do ranking de crescimento do G20, grupos das maiores economias do mundo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (3) que o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu R$ 12,7 trilhões no ano passado.

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O PIB é o conjunto de bens e serviços produzidos no país e serve como indicador do comportamento da economia. No ano passado, a agropecuária foi o principal motor do PIB nacional.

Logo após a divulgação do resultado pelo IBGE, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda publicou um ranking com o desempenho do PIB entre as 16 economias do G20 que já divulgaram os dados consolidados de 2025.

A lista é liderada pela Índia, que apresentou um salto de 7,5% na comparação com 2024. O Brasil aparece imediatamente à frente dos Estados Unidos, maior potência econômica do mundo.

Confira o ranking:

1º) Índia: 7,5%

2º) Indonésia: 5,1%

3º) China: 5%

4º) Arábia Saudita: 4,5%

5º) Turquia: 3,6%

6º) Brasil: 2,3%

7º) EUA: 2,2%

8º) Canadá: 1,7%

9º) União Europeia: 1,6%

10º) Reino Unido: 1,4%

11º) Japão: 1,1%

12º) Coreia do Sul: 1%

13º) França: 0,9%

14º) Itália: 0,7%

15º) México: 0,6%

16º) Alemanha: 0,4%

Crescimento com desaceleração

O desempenho do PIB brasileiro em 2025 marcou o quinto ano seguido de expansão. No entanto, o resultado aponta desaceleração, isto é, perda de ímpeto. Em 2024, o crescimento havia sido de 3,4%.

Os técnicos do Ministério da Fazenda atribuem a perda de ritmo à política de juros altos.

“Esse movimento indica que a política monetária contracionista exerceu impacto relevante sobre a atividade, contribuindo para o fechamento do hiato do produto”, afirma o estudo.

Na linguagem dos economistas, hiato do produto é um indicador sobre a capacidade de produção da economia sem gerar pressão inflacionária. O fechamento do hiato citado pelo boletim da SPE indica que os juros altos desestimularam o consumo a ponto de diminuir a alta de preços.

Como juros agem

A política monetária contracionista, isto é, juros em patamar elevado, foi a ferramenta do Banco Central (BC) para conter a inflação, que ficou praticamente todo o ano de 2025 acima da meta do governo, de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Desde setembro de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC impôs trajetória de alta à Selic ─ taxa básica de juros ─ fazendo-a bater 15% ao ano em junho de 2025 e assim permanecendo até os dias atuais. É o maior patamar desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano.

A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo.

O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.

“A perda de fôlego tornou-se mais evidente no segundo semestre, quando a atividade permaneceu praticamente estável em relação ao primeiro”, aponta o boletim da SPE.

Apesar do cenário restritivo, 2025 terminou com a menor taxa de desemprego já registrada pelo IBGE.

Previsão para 2026

O Copom já anunciou que pretende cortar a Selic na próxima reunião do colegiado, nos dias 17 e 18 de março.             

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que o conflito no Oriente Médio envolvendo o Irã não deve impactar a redução dos juros.

A SPE estima que o PIB deve crescer 2,3% em 2026.

“A expectativa é de desaceleração acentuada da agropecuária, compensada por maior ritmo de crescimento da indústria e dos serviços”, projeta a SPE.

Os técnicos enxergam que a provável redução de juros dará fôlego à indústria e à construção. A isenção de cobrança de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, que entrou em vigor na virada do ano, é outro incentivo de crescimento, de acordo com a SPE.

“Para os serviços, a expectativa também é de maior crescimento, impulsionado pela reforma da tributação sobre a renda e pela expansão do crédito consignado para o trabalhador privado, além da resiliência do mercado de trabalho”, sustenta o boletim.


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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse hoje (3), em São Paulo, que o governo poderá enviar um projeto de lei com urgência para o Congresso Nacional, caso as discussões que tratam sobre a jornada de trabalho, como o fim da escala 6×1 e a redução de horas semanais, não caminhem na”velocidade desejada”.

A urgência impõe que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado tenham 45 dias para deliberar o tema, sob pena de trancamento da pauta.

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“Tem um debate importante com a direção das duas Casas [Câmara e Senado]. O presidente [da Câmara] Hugo Motta assumiu conosco de tocar as duas coisas: as PECs [Proposta de Emenda à Constituição] que estavam lá e também os projetos de lei [PL] vigentes que estão tramitando na Casa. Evidentemente que o PL pode ter uma velocidade maior que o da PEC. Mas o governo não descarta, a depender da conversa entre o presidente Hugo Mota e o presidente Lula, de mandar um projeto de lei em urgência. Se as coisas não caminharem na velocidade desejada, nós podemos encaminhar um projeto de lei com urgência que, acredito, seria a possibilidade dela evoluir”, disse o ministro, durante entrevista coletiva em que divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Uma das PECs que tramitam atualmente no Congresso aumenta de um para dois dias o descanso mínimo semanal — preferencialmente aos sábados e domingos – e diminui de 44 para 36 horas o tempo máximo de trabalho semanal, sem contar horas extras. Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais.

Durante entrevista a jornalistas, Marinho disse considerar viável o fim da jornada 6×1, mas ressaltou que a prioridade do governo é a redução de jornada que, em sua visão, já deveria ter ocorrido.

“Nesta fase, acredito sinceramente que é plenamente possível reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. E, portanto, isso pode levar à condição de acabar com a escala 6×1, que é o grande sonho de milhões de trabalhadores e trabalhadoras, em particular do comércio e serviço.”

Ele também reiterou que não há discussão atualmente no governo sobre compensações fiscais às empresas como contrapartida para a mudança. Para ele, “o pressuposto para a compensação é o aumento da produtividade”.

“Não faz sentido, na minha opinião, pensar em incentivos fiscais para a questão [da redução] da jornada parcial”, disse o ministro.

“É preciso que o mundo empresarial, os trabalhadores e suas representações colaborem no sentido de melhorar o ambiente do mundo do trabalho. Se você evitou acidente, evitou doenças, você vai aumentar a produtividade. Se você investir em tecnologia, você vai garantir o aumento da produtividade. E o Brasil precisa melhorar a produtividade”, afirmou.

Caged

Em janeiro, o Brasil apresentou saldo positivo de 112.334 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, segundo o Caged. O resultado foi obtido com a admissão de 2.208.030 pessoas e 2.095.696 desligamentos.

Apesar do balanço positivo, este foi o pior janeiro desde 2024, com  saldo de 173.127 novos postos de trabalho. Segundo o ministro, a queda que vem sendo observada ocorre por causa dos juros altos (Selic), atualmente estabelecida em 15% ao ano.

“Cantamos essa bola desde 2004. O ritmo do juro praticado [em patamar elevado] ia levar a uma diminuição da velocidade [da criação de novos empregos]. Então, o que aconteceu foi uma diminuição da velocidade”, explicou.

Segundo o Caged, quatro setores tiveram um desempenho positivo em janeiro, com destaque para o da indústria, que teve um saldo positivo de 54.991 postos de trabalho. Em seguida aparece o da construção, com 50.545 de saldo; serviços (40.525) e agropecuária (23.073). Já o setor de comércio teve um desempenho negativo, com saldo de -56.800 postos de trabalho.

No acumulado de doze meses (entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026), o saldo de novos vínculos celetistas foi de 1.228.483.

Salário

O Caged apontou ainda que o salário médio real de admissão em janeiro deste ano foi de R$ 2.289,78, o que representou uma variação positiva de R$ 77,02 em relação a dezembro do ano passado.


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A cidade de São Paulo receberá, neste sábado (7), na região da Paulista, um evento gratuito que destaca oportunidades de intercâmbio para mais de dez países. Um programa de bolsas para jovens esportistas de alto nível é o principal destaque da Feira Intercâmbio Experience.

As bolsas são destinadas para estudantes do ensino médio, entre 14 e 17 anos, que buscam formas de conciliar as competições com os estudos. O programa concede um ano acadêmico nos Estados Unidos, Canadá, Espanha e Portugal.

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Os esportes disponíveis incluem futebol, basquete, vôlei, beisebol, natação e tênis. Os inscritos devem possuir boas notas escolares, nível intermediário de inglês e comprovação da prática esportiva através de vídeos e fotos. As bolsas para futebol são exclusivas para Espanha e Portugal.

O processo de seleção envolve teste de dominância do inglês, entrevista online com treinadores e preenchimento de uma ficha de inscrição. É também necessário pagar uma taxa de aplicação, porém, durante a feira, a taxa não será cobrada. A devolutiva será feita em até 30 dias.

Para a permanência dos estudantes, o programa oferece bolsa esportiva anual entre US$ 20 mil e US$ 50 mil, residência no campus da escola selecionada e alimentação. O projeto não inclui despesas pessoais, como passaporte, passagem aérea, visto, assistência médica, material escolar e uniforme.

Programação da feira

A feira reunirá mais de 50 expositores que têm oportunidades de intercâmbio e consultorias especializadas para países como Inglaterra, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Itália e Emirados Árabes Unidos. 

Visitantes podem encontrar oportunidades para Cursos de Idiomas, Programas de Trabalho e Estudo, High School, Intercâmbio Teen, Graduação, Pós-Graduação, Programas Esportivos e experiências acadêmicas de curta duração. Também acontecerão palestras, orientações personalizadas e promoções exclusivas.

Alguns dos destaques da feira são os Programas de Moda em Milão, com vivências e visitas técnicas a grandes marcas do setor. Também há programas específicos para liderança, administração, engenharia e medicina. 

Nos próximos finais de semana do mês, o evento passará por Salvador (BA), e também por Campinas e São José dos Campos, ambas no estado de São Paulo. 

Para participar da feira, é necessário fazer a inscrição no site oficial do evento. Também é possível acompanhar o evento de forma online, através de transmissões ao vivo no YouTube.

O evento acontece no Tivoli Mofarrej São Paulo Hotel, localizado na Alameda Santos, 1437, Cerqueira César.

 


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O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, condenou nesta terça-feira (3) a escalada dos conflitos entre Israel, Estados Unidos e Irã e pediu a adoção de “todas as medidas possíveis” para proteger civis. Türk destacou o ataque a uma escola primária em Minab, no sul do Irã, que matou dezenas de meninas, e pediu uma investigação “rápida, imparcial e minuciosa” sobre as circunstâncias do ocorrido.

“Cabe às forças que realizaram o ataque investigá-lo. Apelamos para que tornem públicas as conclusões e assegurem responsabilização e reparação às vítimas”, afirmou a porta-voz do alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Ravina Shamdasani.

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No sábado (28), os ataques de Israel e Estados Unidos atingiram uma escola em Minab, sul do Irã, deixando mais de 150 estudantes mortas, segundo a agência estatal iraniana Irna. Mais de 90 crianças ficaram feridas. O caso aconteceu pela manhã, enquanto as alunas estavam em aula, segundo a agência de notícias.

Além da proteção dos civis, o alto comissário pediu o retorno à mesa de negociações, que, segundo ele, é a única maneira de “pôr fim às mortes, à destruição e ao desespero”. 

“O alto comissário implora a todas as partes que recuperem o bom senso e ponham fim a essa violência. Ele conclama os Estados a defenderem e respeitarem a Carta das Nações Unidas, o direito internacional dos direitos humanos e o direito internacional humanitário”, afirmou Ravina Shamdasani. 


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O tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos teve efeito pontual no desempenho da economia brasileira em 2025, que atingiu expansão de 2,3% na comparação com o ano anterior.

A avaliação é da coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis, durante apresentação do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB).

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O PIB é o conjunto de bens e serviços produzidos no país e serve como indicador do comportamento da economia.

O resultado de 2025 revela que as exportações brasileiras cresceram 6,2% na comparação com o ano anterior.

“Em relação ao tarifaço, a gente realmente viu que foram coisas muito pontuais.”

“Os exportadores procuraram outros mercados. O Brasil já estava conseguindo exportar mais para outros países. Os Estados Unidos já não estão pesando tanto como destino das exportações brasileiras”, assinala.

“Provavelmente, sem o tarifário a gente teria até exportado mais. Mas a gente exportou bastante, cresceu e foi importante o crescimento do ano passado”, completa a pesquisadora.

Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil, perdendo apenas para a China.

Entenda o tarifaço

O tarifaço do presidente americano, Donald Trump, entrou em vigor em agosto de 2025. Ao elevar taxas sobre produtos importados, o governo dos Estados Unidos afirma que pretende proteger a economia americana. 

A ideia é que, com a taxação, os americanos passassem a fabricar produtos localmente em vez de adquiri-los no exterior.

No caso do Brasil, que sofreu com uma das maiores taxas, de até 50%, o presidente americano chegou a alegar também que se tratava de retaliação ao tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que Trump considerava ser perseguido, antes de ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro de 2025, por tentativa de golpe de Estado.

Desde então, os governos brasileiro e estadunidense negociam formas de buscar acordos para a parceria comercial.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), as exportações para os Estados Unidos recuaram 6,6% em 2025.

Justiça derruba tarifaço

No último dia 20 de fevereiro, uma decisão da Suprema Corte dos EUA derrubou a decisão de Trump de taxar compras internacionais. O presidente americano reagiu impondo tarifa de 10% a diversos países. 

De acordo com o Mdic, o novo regime tarifário dos Estados Unidos deve poupar 46% dos produtos brasileiros exportados ao país.