Autor: Clayton Lima

Uma pessoa apaixonada por esportes, que aprecia a energia e a conexão que eles proporcionam. Fã de praias, encontra inspiração e serenidade nas paisagens litorâneas. Leitor dedicado, com interesse por clássicos literários, como Dom Casmurro, obras contemporâneas, como O Código Da Vinci, e textos que exploram temas fascinantes, como a "Origem da Vida". Sempre buscando cativar as pessoas, compartilhando experiências e reflexões que tocam e inspiram.

Após uma semana marcada por chuvas intensas que provocaram alagamentos em diversos pontos da cidade — sobretudo na Zona Noroeste — a Prefeitura de Santos deu um passo concreto no maior pacote de macrodrenagem da história recente do município.

A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra) informou que a Ordem de Serviço para o início das obras da Estação Elevatória com Comportas (EEC) 6 foi publicada na quarta-feira (25).

Com prazo de 5 dias, a empresa responsável tem até esta semana para instalar o canteiro de obras, o que marca oficialmente o início da fase executiva do projeto.

A intervenção ocorre em meio a um cenário crítico. Conforme reportagens recentes do Diário do Litoral, as chuvas acumuladas na última semana causaram enchentes em vias da Zona Noroeste, afetando bairros como Castelo, Areia Branca, Rádio Clube, Chico de Paula e Saboó — regiões historicamente impactadas pela combinação de chuva intensa e maré alta, que dificulta o escoamento da água.

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EEC6: estrutura estratégica no Saboó

A EEC6 será construída no bairro Saboó, com investimento de R$ 153,3 milhões, e integra o programa de macrodrenagem Santos Mais. O prazo contratual é de 42 meses, incluindo período de operação assistida após a entrega.

A estação atenderá uma área aproximada de 2 km², beneficiando diretamente o Saboó — com exceção das ruas próximas e paralelas à Avenida Nossa Senhora de Fátima.

O projeto prevê:

Oito conjuntos de bombas verticais a diesel
Capacidade individual de 2,5 m³ por segundo
Vazão total de 20 m³
Potência suficiente para esvaziar uma piscina olímpica em cerca de dois minutos

A obra será executada em paralelo à canalização do Rio Lenheiros, intervenção estimada em cerca de R$ 100 milhões, resultado de parceria entre Prefeitura, Governo Federal e a MRS Logística.

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Financiamento internacional e pacote de estações

A EEC6 é uma das quatro estações com recursos já assegurados por meio de financiamento do Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF), que destinou US$ 105 milhões ao programa de macrodrenagem, acessibilidade e sustentabilidade da cidade.

O pacote inclui ainda:

EEC4 (Rádio Clube)
EEC9 (Chico de Paula)
EEC2 (Santa Maria/Bom Retiro)

Outras unidades previstas dependem de novos aportes estaduais, federais ou internacionais.

Sistema já em operação e integração regional

Desde maio de 2023, está em funcionamento a EEC7 Engenheiro Marcos Diniz, localizada na Avenida Haroldo de Camargo.

O equipamento beneficia Castelo e Areia Branca, com capacidade para 4,25 milhões de litros e três bombas com vazão de 6 mil litros por segundo.

Outra frente estratégica é a EEC0, projetada para a entrada da cidade, ao lado do supermercado Assaí, em parceria com a Ecovias, MRS Logística e a Autoridade Portuária de Santos (APS). O projeto prevê reservatório e bombeamento de 5 m³ por segundo.

Urbanização e habitação caminham juntas

O plano de drenagem está articulado às políticas habitacionais e de urbanização da Zona Noroeste. Parte das áreas previstas para novas estações envolve ocupações irregulares, exigindo realocação de famílias para conjuntos habitacionais antes do início das obras.

As ações incluem regularização fundiária, construção de moradias e o projeto Parque Palafitas, considerado marco na transformação urbana da região.

Como funcionam as estações elevatórias

As estações operam de forma automatizada, adaptando-se ao volume de chuva e ao nível da maré:

Chuva fraca e maré baixa: comportas abertas; escoamento natural

Chuva forte e maré baixa: retenção parcial e controle por comportas

Chuva fraca e maré alta: comportas fechadas; armazenamento temporário

Chuva forte e maré alta: acionamento simultâneo de todas as bombas

A expectativa é que, com a entrada em operação das novas unidades, a capacidade de drenagem da Zona Noroeste seja ampliada significativamente — uma resposta estrutural às enchentes que, mais uma vez nesta semana, expuseram a vulnerabilidade histórica da região.


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No primeiro dia útil após o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã, o dólar chegou a superar os R$ 5,20, mas desacelerou a alta durante a tarde. A bolsa de valores subiu, sustentada por ações de petroleiras, que se beneficiaram da disparada do petróleo.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2) vendido a R$ 5,166, com alta de R$ 0,032 (+0,62%). A cotação disparou durante a manhã, chegando a R$ 5,21 por volta das 11h, mas diminuiu o ritmo durante a tarde, com a leve recuperação das bolsas estadunidenses.

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O mercado de ações teve um dia de volatilidade, mas fechou em alta. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 189.307 pontos, com alta de 0,28%.

A alta do índice da bolsa brasileira deveu-se principalmente às ações da Petrobras, que superaram os R$ 40 com a valorização do petróleo no mercado internacional.

As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia) subiram 4,63% e atingiram R$ 44,71. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 4,58%, fechando a R$ 41,13. As ações preferenciais, as mais negociadas, estão no maior nível desde maio de 2024.

Nesta segunda, os preços internacionais do petróleo chegaram a subir quase 10% no início da sessão, mas a alta arrefeceu durante a tarde. A cotação do barril do tipo Brent (base para as negociações internacionais) subiu 6,68%, fechando a US$ 77,74. Esse é o maior nível desde janeiro de 2025.

Apesar da trégua durante a tarde, as tensões devem perdurar no mercado financeiro na terça-feira (3). Após o fechamento das negociações, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais passagens de navios petroleiros do mundo. O país ameaçou atirar em qualquer navio que cruze o estreito.

*Com informações da Reuters.

Amanhã cedo, o céu recebe um dos eventos astronômicos mais famosos e aguardados: o eclipse lunar total, popularmente chamado de “Lua de Sangue”. Mas a grande pergunta para quem mora no estado de São Paulo é: vai dar para ver o espetáculo? A resposta exige o despertador programado para a madrugada e uma boa dose de sorte.

O que é a Lua de Sangue?

O fenômeno acontece quando a Terra fica exatamente entre o Sol e a Lua, projetando uma sombra que encobre o nosso satélite natural.

Durante o ápice do eclipse, a luz solar é filtrada pela atmosfera terrestre, o que confere à Lua um tom avermelhado ou acobreado. É daí que vem o nome “Lua de Sangue”, que sempre gera curiosidade e belas fotos.

Será possível ver em São Paulo?

Para os paulistas, a observação será um verdadeiro desafio contra o relógio. O eclipse começa na fase penumbral (quando o escurecimento é muito sutil) por volta das 5h44, horário de Brasília.

O problema é que, quando a fase principal e mais escura começar a ganhar força, perto das 6h50, o dia já estará clareando e a Lua estará se pondo no horizonte. A fase de totalidade, quando a cor avermelhada finalmente aparece, entre 8h04 e 9h02, acontecerá com o sol já alto e a Lua escondida abaixo do horizonte em todo o estado.

O desafio extra no litoral

Em São Paulo, a melhor chance de ver qualquer pequena alteração na Lua é olhar para o horizonte Oeste (na direção onde o sol se põe) bem no comecinho da manhã, antes do amanhecer.

Para quem está na costa paulista, a missão é ainda mais difícil. A frequente nebulosidade matutina e as instabilidades típicas da região costumam bloquear a linha do horizonte, escondendo a Lua logo nos primeiros minutos do eclipse parcial. Apenas moradores de locais bem altos e com o céu totalmente limpo, mais para o interior do estado, conseguirão notar o início sutil do fenômeno.


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Três cidades da Zona da Mata mineira (Ubá, Ouro Verde de Minas e Pequeri) e uma do Pará (Eldorado do Carajás) vão receber mais R$ 11,5 milhões para ações de resposta aos desastres causados pelas chuvas.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (2) pelo governo federal. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

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Para Ubá, o valor chega a R$ 5,8 milhões. Ouro Verde de Minas deve ser contemplada com R$ 4,4 milhões e Pequeri, com R$ 282,4 mil. Eldorado do Carajás receberá R$ 962,6 mil. 

Até agora, segundo o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, o valor total repassado para as cidades mais atingidas (Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa) chegou a R$ 16,1 milhões. 

Critérios

Segundo o governo, os recursos são autorizados de acordo com critérios técnicos que levam em conta a dimensão dos desastres, a quantidade de desabrigados e desalojados e também as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Esses planos envolvem tanto a reconstrução de áreas como de assistência humanitária.

Ambulâncias

Outra ação de apoio para as áreas atingidas está no campo da saúde. O governo entregou 50 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) destinadas a 33 municípios, entre os quais aqueles mais impactados pelas enchentes. Juiz de Fora, por exemplo, recebeu nove ambulâncias; Ubá, três; e Matias Barbosa, uma. 

“Essa é uma ação concreta para fortalecer o SAMU e garantir que a população tenha atendimento rápido e digno neste momento difícil”, disse o ministro Alexandre Padilha.

Ele considera que a crise climática se apresenta como um desafio para as políticas públicas de saúde. As novas ambulâncias são equipadas com ventiladores mecânicos, desfibriladores, oxímetros e bombas de infusão, permitindo atendimento mais qualificado e seguro.

Medicamentos

Entre as iniciativas já em execução, o Ministério da Saúde destinou R$ 16,4 milhões para reforçar a assistência à saúde na região. Nove kits emergenciais com medicamentos e insumos estratégicos já estão disponíveis para atendimento nas cidades.

Cada conjunto reúne 16 itens estratégicos e 32 medicamentos, entre antibióticos, analgésicos, anti-hipertensivos e soluções injetáveis, além de ataduras, gaze, dispositivos de infusão, seringas, luvas e máscaras.

O kit tem capacidade para atender até 1,5 mil pessoas por mês, o que representa assistência para 13,5 mil pessoas no período. 

Outra medida emergencial foi a distribuição de 318 mil fraldas, entre pediátricas e geriátricas, destinadas a famílias que perderam seus pertences.


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O boxe brasileiro enfileirou quatro medalhas de prata e uma de bronze no tradicional Torneio Internacional Strandja, em Sófia (Bulgária), o primeiro da temporada 2026. Subiram ao pódio no domingo (1º), último dia da competição, Rebeca Lima (categoria até 60 quilos), Viviane Pereira (-70 kg), Luiz Oliveira, o Bolinha (-60 kg) e Yuri Falcão (-65 kg). No sábado (28), Kaian Reis (-70 kg) já subira ao pódio com o bronze.

A 77ª edição do torneio na Bulgária contou coma participação de serviu de 17 atletas brasileiro e serviu preparação para a abertura do circuito mundial em Foz do Iguaçu (PR), em 20 de abril. Este será o segundo ano consecutivo que o país sediará a primeira etapa da Copa do Mundo, organizada pela Federação Internacional de Boxe (World Boxing), que reúne os principais pugilistas da atualidade.

No domingo (1º) a primeira brasileira a subir ao pódio foi Rebeca Lima, atual campeã mundial na categoria até 60 kg. A carioca travou um embate acirrado contra a atleta Donjeta Sadiku (Kosovo), mas acabou superada por 3 a 2, na decisão do júri.

Na sequência, a brasiliense Viviane Pereira foi dominada pela britânica Chantelle Reid na decisão dos 70 kg, em decisão unânime (5 a 0).

Na primeira final masculina, o paulista Bolinha também perdeu por 5 a 0 a luta contra o búlgaro Rado Rosenov nos 60 kg. No último confronto, o capixaba Yuri Falcão travou um confronto equilibrado contra o ucraniano Elvin Alliev nos 65 kg. O brasileiro levou a melhor no primeiro round, mas perdeu o ritmo e deixou o ouro escapar com derrota de virada por 3 a 2.


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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a situação de emergência no município de Porteirinha, no norte de Minas Gerais. A cidade enfrenta risco iminente de rompimento de Barragem das Lajes, devido às fortes chuvas que vêm atingindo a região. A portaria com o reconhecimento sobre a situação de emergência foi publicada no domingo (1º) em edição extra do Diário Oficial da União.

Segundo o ministério, a barragem, localizada na zona rural da cidade, entrou em risco iminente de rompimento. Ontem, a Defesa Civil de Porteirinha enviou dois alertas extremos para a população, com ordem de evacuação. “Caso esteja em área considerada de risco, procure imediatamente um local seguro e não se aproxime de margens de rios, barragens ou áreas alagadas”, diz um alerta da prefeitura, publicado nas redes sociais.

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A prefeitura informou ontem que a barragem apresentavam um “rompimento parcial, com comprometimento superior a 90% da estrutura do sangrador”. O sangrador ou vertedouro é o local destinado a dar vazão ao excesso de água.

Em uma live realizada ontem e transmitida nas redes sociais da prefeitura, o prefeito de Porteirinha, Silvanei Batista, disse que o volume de água foi inédito desde a construção da estrutura e que ainda havia risco do rompimento da barragem, que poderia afetar os moradores. “O estrago foi muito grande e [quero] ainda deixar claro aqui para a população, principalmente as pessoas que moram nas proximidades: ainda há um risco do rompimento da barragem como um todo”, disse ele, ontem.

O ministério informou que a situação continua sendo monitorada pelo Grupo Federal de Segurança de Barragens, composto pela Defesa Civil Nacional, agências fiscalizadoras e representantes de órgãos estaduais e municipais.

Maior enchente em 40 anos

De acordo com a prefeitura, na madrugada de sábado (28), foram registrados mais de 120 milímetros de chuva em cerca de quatro horas, volume considerado superior à média histórica para o período. Trata-se da maior enchente já registrada na região da Barragem das Lajes em mais de 40 anos. A estrutura, disse a administração municipal, foi construída em 1983 e tem extensão de 11 hectares.

Até ontem, a prefeitura informava que cerca de 800 pessoas poderiam ser desalojadas em decorrência do risco iminente de rompimento total da barragem, que poderia atingir cerca de 85 hectares na área abaixo do local, com situação mais grave nas comunidades de Lajes, Barreiro, Barroca e o distrito de Serra Branca. Até domingo, 114 pessoas de 46 residências localizadas na área de risco haviam sido retiradas do local. Dentre elas, 13 optaram em ficar em um abrigo. As demais foram acolhidas em casas de familiares.

Procurada pela Agência Brasil, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), vinculada atualmente ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, informou que disponibilizou técnicos para fazer uma visita à barragem, avaliar as condições da estrutura e “prestar apoio técnico no âmbito de cooperação estabelecida entre as partes”.

A Codevasf ressaltou que “as ações de gestão, operação e manutenção da Barragem das Lajes são de competência do município, ente empreendedor com o qual a Codevasf mantém termo de compromisso desde 1989”.


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O prazo para que os aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) confirmem o interesse na vaga, na segunda rodada de convocação, termina às 23 horas e 59 minutos desta segunda-feira (2), no horário de Brasília.

O procedimento deve ser feito exclusivamente na Página de Acompanhamento do candidato no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame.

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Ao acessar o sistema, o candidato consegue visualizar exclusivamente o cargo referente à sua convocação.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) destaca que “é importante finalizar todas as etapas do processo no sistema [da FGV]. Apenas acessar a plataforma não é suficiente”, explicou o comunicado da pasta.

Conforme o edital, nesta edição do CNU, a confirmação ocorre para um único cargo por rodada de manifestação de interesse pelo candidato.

Convocação

O novo grupo foi convocado para a segunda rodada de confirmação de interesse nas vagas imediatas da segunda edição do CNU na última sexta-feira.

A convocação dos candidatos foi publicada no Diário Oficial da União e ocorreu após a atualização das listas de classificação do CNU 2025. O MGI retirou dessas listas os nomes dos candidatos convocados na primeira rodada que não manifestaram desejo de continuar no processo.

A nova rodada de convocação reúne tanto os candidatos que estão sendo chamados pela primeira vez pela organização do certame, quanto as pessoas que, após a primeira rodada de confirmação de interesse, passaram a ocupar uma posição em cargo de maior preferência.

Das 409 pessoas convocadas, 86 haviam sido convocadas na primeira manifestação e confirmado interesse e tiveram sua manifestação positiva registrada automaticamente no sistema da FGV.

Na segunda rodada, essas 86 pessoas foram chamadas para cargos de maior preferência.

Rodadas de confirmação

Ao todo, o CNU 2025 terá três rodadas de confirmação de interesse nas vagas, antes da divulgação de todas as listas definitivas de classificação em vagas imediatas e na lista de espera.

Em cada rodada, o registro de interesse poderá ser realizado uma única vez, não permitindo edição posterior, mesmo que ainda esteja dentro do prazo.

Haverá ainda uma 3ª rodada, das 10h de 7 de março até às 23h59 de 9 de março.

O resultado final está previsto para 16 de março e vai considerar as respostas dos candidatos convocados em todas as três rodadas de confirmação de interesse pela vaga.

CNU 2025

A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado oferece 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais. 

Do total de vagas, 3.144 são de nível superior e 508, de nível intermediário. Os cargos serão agrupados em nove blocos temáticos.

O chamado Enem dos Concursos registrou 761.528 inscrições confirmadas de pessoas inscritas de 4.951 municípios brasileiros. 

As provas foram aplicadas em centenas de municípios de todo o país. A primeira fase, de provas objetivas, ocorreu em outubro. A segunda, de discursivas, em dezembro.