Jovem passa de investigado a testemunha após provas confirmarem que ele não estava na Praia Brava no momento do crime. Outros três menores seguem sob investigação da Polícia Civil de SC.

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) confirmou uma mudança significativa nas investigações sobre a morte do cão “Orelha”. Um dos adolescentes inicialmente apontados como suspeitos de torturar o animal em Florianópolis teve seu envolvimento descartado. Segundo a corporação, o jovem agora é considerado testemunha do caso.
A decisão foi baseada na análise de imagens, onde o adolescente não foi identificado, e em provas apresentadas pela família que comprovam que ele não estava na região da Praia Brava no início de janeiro, quando o crime ocorreu.
Investigação sobre maus-tratos e outros crimes
Apesar da exclusão de um nome, a DEACLE (Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei) e a Delegacia de Proteção Animal continuam os trabalhos para apurar a conduta de outros três menores de idade.
O grupo é investigado por:
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Tortura contra o cão Orelha: Que resultou na necessidade de eutanásia do animal.
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Tentativa de afogamento: Contra um segundo cão, chamado Caramelo.
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Crimes correlatos: Atos análogos à depredação de patrimônio e crimes contra a honra de profissionais da região.
O que diz a Lei (ECA)
Como todos os envolvidos possuem entre 12 e 18 anos, o caso segue as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Caso as infrações sejam comprovadas, os jovens podem cumprir medidas socioeducativas, sendo a internação a mais severa, com prazo máximo de três anos. O Delegado-geral, Ulisses Gabriel, ressaltou que o foco agora é a individualização das condutas para que cada um responda exatamente pelo que praticou.
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