O BBB 26 começou com a promessa de uma novidade bombástica: um “laboratório” para substituir participantes considerados plantas. A dinâmica…
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) confirmou nesta terça-feira (3) a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na cerimônia de transmissão do mandato presidencial no Chile, no dia 11 de março, quando o direitista José Antonio Kast, eleito em dezembro do ano passado, assumirá o lugar de Gabriel Boric.

O evento ocorrerá na cidade litorânea de Valparaíso, que é a sede do Poder Legislativo chileno.
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No fim de janeiro, Lula se reuniu com Kast por mais de uma hora, às margens do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe, realizado na Cidade do Panamá.
Durante o encontro, segundo o Palácio do Planalto, ambos ressaltaram a importância de manter e aprofundar as relações bilaterais entre Brasil e Chile, destacando a disposição de ampliar a cooperação em áreas como infraestrutura, energia renovável, comércio e turismo.
Os dois líderes trataram ainda da necessidade de promover a estabilidade regional, reforçar a segurança pública e intensificar ações conjuntas de combate ao crime organizado, reconhecendo a importância da cooperação para enfrentar desafios comuns.
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Os bancos poderão descontar os valores que terão de antecipar ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) do compulsório, dinheiro que são obrigados a manter parado no Banco Central (BC). A autoridade monetária aprovou nesta terça-feira (3) resolução que autoriza a operação.

Na prática, a medida pode liberar cerca de R$ 30 bilhões para os bancos neste ano. O BC, no entanto, informa que o dinheiro extra não terá impacto na economia, porque compensará os recursos que deixarão de circular por causa das antecipações dos bancos ao FGC.
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Entidade privada que garante depósitos e aplicações de clientes em caso de quebra de banco, o fundo decidiu, em fevereiro, que as instituições financeiras terão de antecipar contribuições mensais para cobrir o rombo em seu caixa após a quebra do Banco Master e das demais instituições associadas a ele.
Esse reforço serve para recompor o patrimônio do fundo e manter a confiança no sistema financeiro. O FGC é responsável por devolver até R$ 250 mil em investimentos por instituição liquidada e R$ 1 milhão por correntista a cada quatro anos a clientes de bancos que eventualmente enfrentem problemas.
Reserva obrigatória
Por meio do compulsório, os bancos são obrigados a manter parte do dinheiro dos clientes depositada no Banco Central. Essa reserva obrigatória ajuda o BC a controlar a quantidade de dinheiro em circulação na economia e a manter a estabilidade do sistema financeiro.
Com a nova regra, o BC autorizou que o valor antecipado ao FGC seja abatido dessa reserva obrigatória.
Sem a mudança, os bancos teriam de:
- Pagar antecipadamente ao FGC;
- Manter o mesmo volume de recursos parados no Banco Central;
- Isso diminuiria a quantidade de dinheiro em circulação na economia, equivalendo a um aumento de juros.
Com a medida aprovada pelo BC:
- Os bancos poderão compensar uma obrigação com a outra;
- A quantidade de dinheiro em circulação na economia não mudará.
Segundo o BC, a medida:
- Evita redução de dinheiro disponível no sistema bancário;
- Mantém a estabilidade do crédito;
- Dá mais flexibilidade às instituições financeiras.
Os bancos poderão escolher se fazem essa compensação sobre recursos de depósitos à vista, como conta-corrente, ou a prazo, como Certificados de Depósito Bancário (CDB).
Impacto esperado
O Banco Central estima que a medida possa resultar na liberação de até R$ 30 bilhões em 2026, valor que poderá ser usado pelos bancos para concessão de crédito ou outras operações.
O compulsório será recomposto gradualmente, mês a mês, conforme vencerem as parcelas antecipadas ao FGC.
Segundo o BC, a decisão busca equilibrar dois objetivos: fortalecer o fundo que protege os clientes dos bancos e, ao mesmo tempo, evitar aperto de liquidez – falta de dinheiro disponível – no sistema financeiro.
A Baixada Santista e o Vale do Ribeira receberam R$ 227 milhões por meio da Tabela SUS Paulista nos dois primeiros anos do programa do Governo do Estado de São Paulo.
Os recursos fazem parte de um pacote estadual que já destinou cerca de R$ 9 bilhões para complementar os valores pagos pela tabela federal do Sistema Único de Saúde.
Na região, os repasses foram distribuídos entre 53 instituições de saúde, principalmente hospitais filantrópicos e Santas Casas.
O objetivo do modelo é corrigir uma defasagem histórica nos valores pagos pelo SUS e ampliar a remuneração de procedimentos hospitalares e ambulatoriais.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, o reforço financeiro contribuiu para dar mais previsibilidade às unidades e ampliar a capacidade de atendimento à população.
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Recorde de cirurgias eletivas
Os reflexos do programa já aparecem nos números da rede pública. Em 2025, o estado registrou 1,3 milhão de cirurgias eletivas, o maior volume já realizado no SUS paulista. O total representa crescimento de 85,7% em relação a 2022, quando foram feitos cerca de 700 mil procedimentos.
Ao longo da atual gestão estadual, o acumulado chega a 3,5 milhões de cirurgias. Em 2023 foram realizados 1 milhão de procedimentos, enquanto em 2024 o número subiu para 1,2 milhão.
A ampliação do financiamento e o fortalecimento da rede hospitalar ajudaram a expandir a oferta de serviços e reduzir filas em diversas regiões do estado.
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Alta em procedimentos de alta complexidade
Além das cirurgias eletivas, o programa também impulsionou procedimentos mais complexos. As internações de alta complexidade cresceram 37,9% entre 2022 e 2025.
No mesmo período, as cirurgias bucomaxilofaciais registraram aumento de 116%, enquanto as cirurgias neurológicas avançaram 60%. Já os procedimentos cirúrgicos de mama cresceram 30%.
De acordo com o secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, o modelo de financiamento tem fortalecido a rede hospitalar e ampliado o acesso da população a procedimentos especializados.
Hospitais que mais receberam recursos
Entre as instituições que mais receberam repasses na região estão:
Santa Casa de Santos – R$ 96,6 milhões
Hospital Santo Amaro – R$ 77,6 milhões
Hospital Santo Antônio (Santos) – R$ 20,9 milhões
Hospital São João (Registro) – R$ 10,2 milhões
Cenevale (Pariquera-Açu) – R$ 4,3 milhões
Com os recursos adicionais, hospitais ampliaram internações, cirurgias e atendimentos, fortalecendo a rede pública regional.
Transparência nos repasses
O Governo de São Paulo também disponibiliza os dados completos de repasses da Tabela SUS Paulista em plataforma pública online, onde qualquer cidadão pode consultar valores detalhados por instituição.
A iniciativa busca reforçar a transparência da política de financiamento da saúde e permitir acompanhamento da aplicação dos recursos pela sociedade.
A Receita Federal do Brasil apreendeu R$ 69,1 milhões em mercadorias durante operações realizadas em todo o país de 27 de fevereiro a 3 de março, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Contrabando, celebrado nesta terça-feira (3).

As ações ocorreram simultaneamente em 37 localidades, com fiscalização reforçada em fronteiras, portos, aeroportos, rodovias e centros de distribuição. O foco foi reprimir crimes como contrabando, descaminho, pirataria, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.
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Cerca de 450 servidores participaram diretamente das operações, com apoio de viaturas, drones, cães farejadores e caminhões.
Principais números da operação:
- R$ 69,1 milhões em mercadorias apreendidas;
- Desse total, R$ 25,4 milhões em eletrônicos retidos;
- R$ 15,2 milhões em vestuário e acessórios, do total de R$ 69,1 milhões;
- Mais de 800 quilos (kg) de drogas apreendidos;
- 14 pessoas presas de um total de 1.332 abordadas;
- 37 localidades com ações simultâneas;
- 450 servidores mobilizados.
Apreensões de destaque
No Aeroporto Internacional de Viracopos, foram apreendidos 16 canos de fuzil na sexta-feira (27).
Na região de Foz do Iguaçu (PR), as equipes interceptaram R$ 4 milhões em mercadorias irregulares e 156 kg de substância análoga à maconha. Em uma única abordagem a um ônibus, foram encontrados produtos avaliados em R$ 2,5 milhões, incluindo mais de 200 celulares e medicamentos introduzidos clandestinamente no país.
Atuação integrada
Além da Receita Federal, participaram das ações órgãos como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), polícias militares e civis, ministérios públicos e guardas municipais.
Segundo a Receita, a atuação conjunta reforça o combate às organizações criminosas e busca proteger a economia formal, a concorrência leal e a segurança da sociedade.
Com a manutenção do regime de governo e o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, o Irã mostra capacidade de resistência após ataque dos Estados Unidos (EUA) e passa a ter a “iniciativa de guerra”. É a avaliação do major-general português Agostinho Costa, especialista em segurança e geopolítica, e ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal. 

Para o general, o conflito está sendo prolongado por vontade iraniana.
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“Neste momento, parece-nos que a iniciativa é mais do Irã, do que propriamente dos EUA e de Israel”, comentou o militar à Agência Brasil.
O governo iraniano, por meio dos bombardeiros de bases dos EUA no Oriente Médio, além do fechamento parcial do Estreito de Ormuz, que ameaça a economia global, teria colocado a pressão maior sobre Washington em relação ao futuro da guerra.
Para o general, não houve uma degradação da capacidade dos mísseis iranianos como inicialmente era esperado, indicando má avaliação e precipitação dos EUA em deflagrar o conflito. Agostinho destaca que o objetivo estadunidense de derrubar o regime iraniano em poucos dias não foi alcançado.
“Porque o pressuposto era que os iranianos estariam, neste momento, em um ponto de fraqueza, numa fase de debilidade e de incapacidade, e que iriam ruir como um castelo de cartas. Não é isso que estamos a ver”, enfatizou.
O militar Agostinho Costa analisa que o Irã se preparou para essa guerra, tendo dispersado equipamentos balísticos por todo o território de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, área maior que o estado do Amazonas.
Satélites chineses
Além disso, a estratégia de desgastar o sistema de defesa aéreo de Israel e de colocar as bases dos EUA na região sob fogo estaria dando resultado positivo para Teerã.
“Temos visto que as bases americanas têm sido atacadas cirurgicamente, o que comprova as informações de que os chineses garantiram aos iranianos o acesso à constelação de satélites chineses BeiDu, que permitem uma percepção situacional em tempo real e imagens do dispositivo adversário”, disse Agostinho Costa.
O major-general afirma que os EUA não têm um antídoto contra o sistema de satélites chinês.
“Não conseguem neutralizar a rede de satélites chineses. É isso que justifica a precisão dos ataques iranianos”, completou.
Para o especialista em defesa, não é possível prever por quanto tempo o Irã conseguirá manter a pressão militar sobre os EUA e Israel. Porém, ele avalia que é difícil para os EUA sustentarem essa guerra por muito tempo devido a condições militares, econômicas e políticas.
“Quatro semanas é, precisamente, o tempo que Trump teoricamente aceitaria continuar este conflito, mas há aqui uma grande interrogação. Qual é a capacidade que um e outra parte tem para manter esta campanha com o ritmo que estamos a assistir?”, questionou
Estratégia iraniana
O Irã teria duas estratégias principais, de acordo com o especialista: atacar as bases dos EUA no Oriente Médio, no sentido de expulsar os estadunidenses do Golfo, além de desgastar a defesa aérea israelense “para impor a Israel uma derrota estratégica que retire deles as condições de voltar a incomodar o Irã nos próximos tempos”.
Ainda segundo o militar português, os ataques às bases dos EUA “mostram aos países árabes da região que ter aquelas bases todas não serve para nada, porque os americanos, a primeira coisa que fizeram, foi abandonar as bases”.
Superioridade aérea
Ao mesmo tempo, Israel e EUA não teriam conseguido estabelecer uma superioridade aérea sob o território iraniano. O ex-vice-presidente da Associação EuroDefese-Portugal, Agostinho Costa, rejeita a afirmação de Israel de que eles teriam conseguido abrir um corredor aéreo sobre o Irã onde poderiam transitar livremente.
“Não vimos isso até agora. Antes, pelo contrário, o que vemos é que aquilo que Israel e os EUA conseguem pôr sobre o Irã são, fundamentalmente, drones e temos visto imagens de drones sendo abatidos”, disse.
Bases dos EUA no Golfo Pérsico
Costa acrescentou que, com a inutilização de bases dos EUA no Oriente Médio, os caças israelenses e estadunidenses precisam viajar longas distâncias, o que dificulta as operações.
“A constelação de bases dos EUA na região está, na sua maioria, inoperante. Portanto, os EUA estão a operar a partir dos dois porta-aviões, certamente a partir das bases em Israel e, muito provavelmente, do Chipre”, explicou.
Os ataques contra bases militares dos EUA em, pelo menos, 12 países do Golfo Pérsico teriam conseguido deixar Washington sem parte de seu apoio logístico.
“Ao decolar de um porta aviões, os caças saem com menos mísseis, e tem que ser reabastecidos. Para isso, devem estar, no mínimo, a uma distância de 700 km. É uma manobra operacional, em termos logísticos e de coordenação, muito complicada”, explicou.
Estreito do Ormuz
O fechamento parcial pela Guarda Revolucionária do Irã do Estreito de Omuz, por onde passa boa parte do petróleo comercializado no mundo, coloca ainda um peso econômico e de crise energética que deve perturbar os mercados, pressionando as elites ocidentais, em especial, a Casa Branca.
Em relação à Marinha iraniana, que Trump afirma ter destruído, o general Agostinho Costa lembra que Teerã construiu lanchas rápidas com lança-mísseis difíceis de eliminar.
“Os EUA e Israel já eliminaram os navios maiores da Marinha Iraniana. Só que os iranianos foram criativos ao manterem as pequenas lanchas rápidas. E é com essas lanchas que eles controlam o Golfo Pérsico e controlam o Estreito de Ormuz”, explicou.
Ataques contra Israel
Os ataques com mísseis e drones contra Israel não teriam conseguido impor perdas substanciais ao governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que tem conseguido interceptar a maioria dos projéteis.
Por outro lado, o major-general português diz que o Irã usou contra Israel, em sua maioria, mísseis mais antigos, de primeira e segunda geração. Portanto, Teerã teria ainda os mísseis mais potentes, como os hipersônicos, que ultrapassam a velocidade do som e são mais difíceis de interceptar pelas defesas israelenses.
“A prioridade em relação a Israel é desgastar o sistema de defesa aéreo. Isto é, utilizar um volume de grandes mísseis e drones que leve Israel a esvaziar os depósitos de mísseis de defesa aérea. É esse o objetivo iraniano”, ponderou.
Negociações suspensas
Agostinho sugere que, ainda no sábado (28), Trump teria indicado a disposição de reabrir a negociação com Teerã após o assassinato de Ali Khamenei, segundo fonte ouvida pelo jornal israelense Yedioth Arnoth.
Nesta terça-feira (3), Trump foi às redes dizer que a defesa e a força aéreas, a Marinha, e as lideranças do Irã “acabaram” e que Teerã teria proposto voltar as negociações. “Tarde demais”, disse o chefe da Casa Branca.
A informação foi logo desmentida pelo presidente do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani. “Não negociaremos com os EUA”, afirmou a autoridade iraniana.
Para o general português ouvido pela Agência Brasil, os discursos de Washington são contraditórios e o anúncio de Trump de que os EUA têm munição “ilimitada” que pode sustentar uma guerra “para sempre” pode não passar de “bravata”.
Isso porque importantes jornais dos EUA – como The Washington Post e Wall Street Journal – afirmam que acessaram documentos do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, onde ele alertava para risco de “falta de munição” em uma guerra prolongada contra o Irã.
A cidade de Praia Grande deu início à aplicação do Nirsevimabe, imunizante contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causa da bronquiolite em bebês. As primeiras doses foram destinadas a recém-nascidos prematuros na Maternidade do Hospital Municipal Irmã Dulce, garantindo proteção imediata contra infecções respiratórias graves ainda na saída da maternidade.
Diferentemente das vacinas tradicionais, o Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal que oferece proteção imediata, sem depender da ativação do sistema imunológico do bebê para produzir anticorpos. O medicamento é aplicado por via intramuscular, na região da coxa, de forma semelhante a uma vacina comum.
Busca ativa por prematuros de até seis meses
Além da aplicação na maternidade, parte das doses está sendo direcionada às Unidades de Saúde da Família (Usafas)para atender bebês que já estão em casa. As equipes de saúde da família realizam uma busca ativa por crianças nascidas prematuras entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026, com menos de seis meses de vida e idade gestacional inferior a 36 semanas e 6 dias.
“Está sendo feito o resgate dessas crianças. As Usafas estão fazendo a busca ativa e enviando as informações para a equipe de Imunização avaliar os casos que estejam dentro dos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde”, explica a enfermeira Soraya Santos da Rocha, do setor de Imunização da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde Pública de Praia Grande.
Gestantes também são vacinadas
A chegada do Nirsevimabe complementa outra estratégia de prevenção já em andamento no município. Desde dezembro de 2025, gestantes a partir da 28ª semana de gestação podem se vacinar contra o VSR nas 31 Usafas da cidade. A vacina aplicada na mãe transfere anticorpos ao bebê, oferecendo proteção nos primeiros meses de vida.
“A gestante recebe o anticorpo durante a gravidez e, quando a criança nasce prematura, ela recebe como reforço o Nirsevimabe na maternidade, fortalecendo a proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório, uma doença que pode evoluir para bronquiolite, pneumonia e até óbito em casos mais graves”, reforça Soraya.
A vacinação para gestantes segue disponível de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, em todas as Usafas. Para receber a dose, é necessário apresentar documento de identificação com CPF, cartão de gestante ou relatório médico com idade gestacional e comprovante de endereço.
Os atletas brasileiros Rayssa Leal (skate), Yago Dora (surfe), João Fonseca (tênis) e Gabriel Araújo, o Gabrielzinho (natação paralímpica) estão entre os indicados ao prêmio Laureus World Sports Awards, considerado o Oscar do esporte, em categorias diversas. A lista, divulgada nesta terça-feira (3), elenca os melhores na temporada de 2025. Os vencedores serão definidos pelo juri da Academia Laureus, formado por grandes nomes do esporte (recordista mundiais e detentores de títulos olímpicos). A entrega do troféu ocorrerá em 20 de abril, durante cerimônia em Madri (Espanha).

No ano passado, a ginasta paulista Rebeca Andrade faturou o Laureus na categoria “retorno do ano”, por ter subido ao pódio na Olimpíada de Paris 2024 (ouro no solo, prata no individual geral e no salto, além de bronze por equipes) após superar uma série de lesões.
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A skatista Rayssa Leal, de 18 anos, concorre pela quarta vez ao troféu Laureus – as anteriores foram em 2020, 2023 e 2024. Maranhense da cidade de Imperatriz, ela foi indicada na categoria “melhor atleta de ação”. No ano passado, a medalhista olímpica (prata em Tóquio 2020 e bronze em Paris 2024) foi tetracampeã da Liga Internacional de skate street (Street League Skateboarding-SLS).
Na mesma categoria que Rayssa está o compatriota Yago Dora. O surfista catarinense recebeu a primeira indicação ao Laureus na carreira, após faturar o título inédito do circuito mundial de surfe e, de quebra, encerrar 2025 na liderança do ranking mundial.
Quem também entrou na lista pela primeira vez foi o tenista carioca João Fonseca, de 19 anos, que concorrerá na categoria “revelação do ano”. Após iniciar 2025 em 145º lugar no ranking mundial, o brasileiro subiu 121 posições e fechou o ano entre os melhores 24 tenistas do planeta. A subida meteórica ocorreu após a conquista de títulos (ATP 250 de Buenos Aires e ATP 500 da Basileia) e incríveis vitórias sobre os experientes Andrey Rublev (Rússia),Hubert Hurkacz (Polônia) e Denis Shapovalov (Canadá).
Também estreante na lista de indicados ao Laureus, o multicampeão paralímpico Gabriel Araújo (três ouros em Paris 2024 e dois em Tóquio 2020) concorre na categoria “melhor atleta com deficiência”. Na temporada passada, ele foi tricampeão mundial paralímpico no nado livre, classe S2 (limitações físico-motoras) nos 50m, 100m e 200m.
O nadador paralímpico Daniel Dias é o brasileiro que mais conquistou prêmios Laureus para o Brasil. Ele soma três troféus como “melhor paratleta do ano”, nas edições de 2009, 2013 e 2016. Em 2002, o jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno, foi o primeiro atleta do país a se contemplado. No ano seguinte, o skatista carioca Bob Burnquist venceu na categoria melhor atleta de esportes ação.
Em 2003, Ronaldo Nazário (BRA) foi o primeiro do país a obter a distinção. Coincidentemente na mesma categoria de Rebeca Andrade: Retorno do Ano. Também em 2003, o Laureus premiou a seleção brasileira masculina adulta de futebol como a equipe do ano, pelo pentacampeonato mundial conquistado no ano anterior.
Indicados
MELHOR ATLETA HOMEM DO ANO
Carlos Alcaraz (Espanha) – tênis
Ousmane Dembélé (França) – futebol
Armand Duplantis (Suécia) – salto com vara
Marc Márquez (Espanha) – motociclismo
Tadej Podacar (Eslovênia) – ciclismo
Jannik Sinner (Itália) – tênis
MELHOR ATLETA MULHER DO ANO
Aitana Bonmatí (Espanha) – futebol
Melissa Jefferson-Wooden (Estados Unidos) – atletismo
Faith Kipyegon (Quênia) – atletismo
Katie Ledecky (Estados Unidos) – natação
Sydney McLaughlin-Levrone (Estados Unidos) – atletismo
Aryna Sabalenka (Bielorrússia) – tênis
MELHOR EQUIPE DO ANO
Seleção feminina de futebol da Inglaterra
Equipe europeia da Ryder Cup – golfe (torneio masculino)
Seleção feminina de críquete da Índia
McLaren – Fórmula 1
Oklahoma City Thunder – NBA
Paris Saint-Germain – futebol (equipe masculina)
REVELAÇÃO DO ANO
João Fonseca (Brasil) – tênis
Désiré Doué (França) – futebol
Shai Gilgeous-Alexander (Canadá) – basquete
Luke Littler (Reino Unido) – dardos
Lando Norris (Reino Unido) – Fórmula 1
Yu Zidi (China) – natação
RETORNO DO ANO
Amanda Anisimova (Estados Unidos) – tênis
Egan Bernal (Colômbia) – ciclismo
Rory McIlroy (Reino Unido) – golfe
Yulimar Rojas (Venezuela) – salto triplo
Leah Williamson (Reino Unido) – futebol
Simon Yates (Reino Unido) – ciclismo
MELHOR ATLETA NOS ESPORTES DE AÇÃO
Yago Dora (Brasil) – surfe
Rayssa Leal (Brasil) – skate
Kilian Jornet (Espanha) – ultramaratona
Chloe Kim (Estados Unidos) – snowboard
Molly Picklum (Austrália) – surfe
Tom Pidcock (Reino Unido) – ciclismo
MELHOR ATLETA COM DEFICIÊNCIA
Gabriel Araújo (Brasil) – natação
Simone Barlaam (Itália) – natação
Catherine Debrunner (Suíça) – atletismo
Kelsey DiClaudio (Estados Unidos) – hóquei no gelo
David Kratochvíl (República Tcheca) – natação
Kiara Rodríguez (Equador) – salto em distância
PRÊMIO ESPORTE PARA O BEM
A.S.D. Gruppo Sportivo Valanga (Itália) – oferece oportunidades educacionais por meio da combinação de atividades esportivas e psicologia;
Fútbol Más (projeto global) – promove inclusão, trabalho em equipe e respeito por meio de torneios de futebol;
Kings County Tennis League (Estados Unidos) – reduz barreiras econômicas que impedem jovens locais de ter acesso ao tênis;
MindLeaps (projeto global) – desenvolve competências cognitivas por meio de um programa inovador, que combina aulas de dança e ensino acadêmico;
Rugby for Good (Hong Kong) – promove equidade social e de gênero para crianças com TDAH;
Transformación Social TRASO (México) – oferece aulas de boxe e artes marciais duas vezes por semana, com sessões de terapia em grupo conduzidas por profissionais.

